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Bitcoin Gold – Saiba o que é e como essa moeda funciona

dezembro 14th, 2017 Posted by Altcoins, Bitcoin, Blockchain 0 comments on “Bitcoin Gold – Saiba o que é e como essa moeda funciona”

Uma nova criptomoeda chamada Bitcoin Gold passou a existir na internet e no mercado mundial. A ideia principal dela é corrigir o que os seus investidores acreditam ser falhas de graves no Bitcoin original.

Existem centenas de criptomoedas na internet. Muitas delas são derivadas do Bitcoin de uma forma ou de outra. Mas o Bitcoin Gold – assim como o Bitcoin Cash (outra fork do Bitcoin) – é diferente de duas maneiras.

O Bitcoin Gold se vende como uma versão do Bitcoin, ao invés de uma plataforma derivada do mesmo código de programação. O Bitcoin Gold também decidiu manter o histórico de transações do Bitcoin. Isso quer dizer que quem tinha Bitcoins antes da bifurcação, agora possui a mesma quantidade de Bitcoin Gold.

Enquanto o Bitcoin Cash foi desenhado para resolver o problema de capacidade do Bitcoin usando blocos de informação maiores, o Bitcoin Gold tenta resolver outro problema persistente da moeda tradicional: O aumento da centralização da indústria de mineração e verificação das transações da criptomoeda.

A ideia original para o Bitcoin era que qualquer um pudesse participar do processo de mineração com seus computadores, ajudando a rede a se manter enquanto ganha alguma compensação por isso. Porém, com a rápida valorização do Bitcoin, algumas empresas perceberam que era possível lucrar bastante com a mineração a partir de hardware especialmente desenvolvido para esta atividade (Conhecidos como chips ASICs).

Desta maneira, a mineração de Bitcoin passou a ser uma indústria altamente especializada e centralizada. As empresas líderes em mineração possuem um poder desproporcional na rede de Bitcoins.

O Bitcoin Gold tem como principal objetivo destronar estas empresas de mineração com a introdução de um algoritmo de mineração alternativo menos otimizado para os chips ASIC. Em teoria, esta mudança vai permitir que mineradores de Bitcoin Gold possam minerar em ambiente doméstico ganhando dinheiro com isso, como era no começo do Bitcoin tradicional.

Como o Bitcoin se tornou centralizado

No centro da rede Bitcoin está a Blockchain, um “livro registro” que armazena todas as informações sobre as transações em Bitcoins. Em média, a cada 10 minutos um computador ligado à rede peer-to-peer adiciona um bloco ao fim da Blockchain e recebe uma recompensa de 12.5 Bitcoins por isso.

As maquinas mineradoras correm contra o tempo para ter o privilégio de acrescentar um bloco na Blockchain. A corrida consiste na resolução de um problema matemático. O minerador pega uma lista de transações e acrescenta uma nonce (uma série de caracteres aleatórios que só podem ser usados uma vez) no final da lista de transação. O minerador então computa uma função hash SHA-256 no final de todo o cálculo.

A função hash é desenhada para produzir uma linha de bits aleatórios que representa a data que ela foi criada. O minerador “ganha” se estes bits randômicos começarem com um certo número de zeros. Na maioria das vezes isso não acontece, então o minerador escolhe outro nonce e repete o calculo até que um bloco vencedor aparece.

Um minerador que descobre um bloco vencedor anuncia a descoberta para o resto da rede. Todo mundo ligado ao sistema confirma que o bloco é real e que está dentro das regras do Bitcoin e o adiciona à sua cópia da Blockchain, então a corrida começa novamente.

O motivo de tanta complicação é criar a possibilidade da rede se manter sem uma autoridade central que precisa contar votos. Se dois blocos são anunciados ao mesmo tempo, produzindo assim uma confusão sobre qual bloco é “oficial”, a disputa é esclarecida com outro round da “corrida”. O minerador que ganhar decide qual bloco deve ser considerado oficial.

Na pratica, isso tudo quer dizer que cada ponto de ligação (computador) ligado à rede tem influência proporcional à sua capacidade de computação. No começo do Bitcoin, isso trouxe um aspecto democrático para mineração, afinal, todo mundo tinha um pouco de processamento computacional sobrando em suas máquinas domésticas. Existiam pouquíssimos mineradores profissionais com hardware dedicado, afinal não valia a pena investir tanto em hardware para competir com milhares de pessoas usando computadores comuns.

Porém, isso mudou quando as pessoas começaram a construir máquinas de mineração ASIC. Estes chips são tão mais eficientes em computar hashes SHA-256, que em pouco tempo os mineradores com PCs comuns não conseguiam mais produzir Bitcoins o suficiente para pagar a conta de luz.

Foi então que a mineração de Bitcoin se tornou uma atividade centralizada e apenas com o uso das ASIC, principalmente em países com baixo custo de energia elétrica. (Como é na China).

Bitcoin Gold tem a esperança de fazer a mineração ser democrática mais uma vez

A estratégia de dar mais influência para quem tem mais poder de calculo computacional é conhecida como “proof-of-work” (Prova de Trabalho, em tradução livre). Quanto mais você trabalha -Neste caso, quanto mais cálculo de hashes SHA-265 forem feitos – mais chance você tem de acrescentar um bloco ao final da Blockchain.

O Bitcoin Gold é idêntico ao tradicional na maioria das coisas, mas ele usa um algoritmo alternativo de proof-of-work. O algoritmo, chamado de Equihash, não tem processo acelerado em hardwares customizados para mineração. O Equihash foi adotado também pelo Zcash por causa dessa característica.

A ideia principal por trás do Equihash está no algoritmo que depende mais da memoria da máquina do que processamento. Aqui temos um resumo simplificado de como o Equihash funciona:

  • O Equihash funciona com uma lista de linhas pseudorrandômicas derivadas do bloco que o minerador quer acrescentar a Blockchain.
  • O minerador tenta encontrar um número de N linhas (a partir das linhas geradas no primeiro passo) que faz uma conexão XOR para zero.
  • As linhas encontradas no segundo passo são unidas e passam pelo cálculo através do Hash (assim como no Bitcoin original). A ideia do cálculo é encontrar um valor abaixo de um valor pré-definido.

O segundo passo é o mais difícil do processo. O primeiro e o terceiro são relativamente triviais. O algoritmo mais eficaz para realizar o segundo passo exige bastante memória. Tentar resolver o cálculo com memória abaixo do recomendado resulta em um calculo bem lento. Em um exemplo mostrando no jornal oficial do Equihash, resolver um problema com 700Mb de memória levou cerca de 15 segundos. Resolver o problema com 250Mb levou cerca de mil vezes o tempo do primeiro teste.

Segundo os criadores do Equihash, uso da memória no lugar da capacidade de processamento é importante por não ser possível otimizar a memória de um processador da mesma maneira que é possível fazer com a capacidade de cálculo. Os Hardwares de mineração são tão rápidos porque os processadores especializados em SHA-256 podem computar muito mais hashes por segundo do que uma CPU convencional, mesmo se a CPU tiver o mesmo número de transistores. Mas, 1GB de memória ocupa o mesmo espaço para qualquer atividade, seja para mineração ou para o uso comum de um PC.

O resultado disso, segundo os apoiadores da moeda, é que a mineração do Bitcoin Gold vai sempre estar acessível em computadores pessoais. Isso dá uma caraterística mais democrática para a moeda e reduz a influência das grandes empresas de mineração.

O Bitcoin Gold ainda é uma criptomoeda frágil

A democratização trazida pelo Bitcoin Gold atraí muita gente. Porém, a moeda enfrenta bastante ceticismo dentro da comunidade.

Os críticos da moeda são contra a maneira não ortodoxa em que ela foi lançada. Após o lançamento desta fork, a equipe do Bitcoin Gold operou a rede de forma privada, permitindo que eles pudessem minerar um monte de “ouro” sem competição nenhuma. Segundo os críticos, isso deixou muito menos Bitcoins Gold para a mineração do público.

Mas a equipe da moeda insiste que o projeto fará bem para o Bitcoin a longo prazo. Eles também afirmam que a ideia principal é provar a viabilidade do Equihash como uma forma alternativa de proof-of-work e eventualmente convencendo o Bitcoin tradicional a adotar o mesmo algoritmo.

Porém, esta é uma corrida contra o vento considerando os milhões de dólares que as empresas mineradoras já investiram no hardware e no hashing atual.

Outro ponto de desinteresse do Bitcoin Gold está no fato de que ele vale muito menos do que a moeda tradicional ou do que o próprio Bitcoin Cash. A moeda está valendo em torno de U$250, já o Bitcoin Cash está por volta de U$ 1.4000 e o Bitcoin em assustadores 16 mil dólares.

Atualmente, existem 16 milhões de Bitcoins em circulação. A criação do Bitcoin Gold criou mais 4 bilhões de dólares em criptomoeda. Pelo menos no papel.

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Campanha de Natal da Atlas Project – Doação em Bitcoins

dezembro 11th, 2017 Posted by Atlas, Bitcoin 0 comments on “Campanha de Natal da Atlas Project – Doação em Bitcoins”

Neste natal, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias e inspirados pelo sentimento de confraternização e união que está por todos os cantos, a Atlas, em parceria com a GeekVox está lançando uma campanha de doação em bitcoins para duas ONG’s que ensinam tecnologia para crianças e jovens.

A campanha irá durar do dia 11 de dezembro até 05 de Janeiro. Ao termino do período, todo o valor arrecadado com a doação em bitcoins será doado para as duas instituições, o Code Club Brasil e a Casa Taiguara de Cultura Digital (CTC-DIGITAL).

O Code Club Brasil é uma instituição que apoia uma rede mundial de voluntários e educadores, presente em 125 países diferentes, que conduzem clubes de programação gratuitos para crianças de 9 a 13 anos. As lições são simples passo a passos que guiam e ajudam as crianças aprenderem Scratch, HTML & CSS e Python a criarem jogos, animações e websites.

Os projetos gradualmente introduzem conceitos de programação permitindo as crianças construírem seu repertório de conhecimento de maneira incremental. O objetivo do projeto é que cada escola do Brasil tenha um clube de programação onde as crianças possam aprender informática.

Já a Casa Taiguara de Cultura Digital (CTC-DIGITAL) é uma instituição que promove cursos gratuitos de tecnologia, cuja missão é capacitar através de uma metodologia dinâmica e efetiva jovens que estão cursando o nível médio em escolas públicas e torná-los valorosos para o mercado de tecnologia.

Além das aulas, são promovidos workshops com empreendedores dos segmentos de game, vídeo e cinema, design e métricas. Em visitas técnicas, os alunos têm a oportunidade de conhecer empresas proeminentes como Google, Microsoft, Facebook, F. Biz, dentre outras. O projeto já formou mais de 1.400 alunos desde 2009 e os cursos são 100% gratuitos.

O dinheiro arrecado na doação em bitcoins será utilizado no Code Club Brasil para ajudar a ONG a aumentar suas operações para novas cidades e manter a qualidade de seus cursos, e na Casa Taiguara principalmente para a aquisição de computadores e demais equipamentos.

Como a campanha é totalmente em Bitcoin, você pode acompanhar de forma transparente e ao vivo o valor total arrecadado aqui.

O bem que você gera ao próximo é a moeda de troca mais valiosa que você tem! Realize sua doação em bitcoins e apoie as duas instituições no endereço abaixo:

Campanha de Natal - Doações em Bitcoin

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Compartilhe nas redes sociais com a hashtag #GiveBackBitcoin e acompanhe nossa página para ficar atualizado sobre os resultados da campanha!

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Conheça a melhor estratégia para começar a investir em Bitcoin

novembro 29th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Investimentos 0 comments on “Conheça a melhor estratégia para começar a investir em Bitcoin”

Quando se ouve sobre Bitcoin pela primeira vez, sua valorização astronômica é a primeira coisa que chama a atenção. Seduzidos por ela, a pessoa decide entender como começar a investir em Bitcoin. Começam as pesquisas no Google, amigos, Fóruns, grupos de mídias sócias. E no final da pesquisa, tem-se mais dúvidas que esclarecimentos. Mas isso é normal, é parte do processo de aprendizagem. O problema começa quando começamos a nos seduzir pelas promessas de enriquecimento rápido e fácil.

Existem inúmeras estratégias que prometem eficiência e retornos rápidos, sem contar os inúmeros golpes e oportunistas que se aproveitam dos iniciantes. O que muitos poucos realmente dizem é que a estratégia mais recomendada para quem está começando a investir em Bitcoin é comprar e esperar. O famoso Buy & Hold!

Por quê?

Existem 3 motivos muito claros que provam que o Buy & Hold é a melhor estratégia para quem está começando a investir em Bitcoin – ou qualquer outro ativo com bons fundamentos. Vamos entendê-los:

1 – Ninguém consegue adivinhar quando o mercado vai subir ou cair. Ninguém!

Quando olhamos o gráfico do Bitcoin, vemos os inúmeros movimentos de alta e de baixa que acontecem ao longo do tempo. O iniciante logo pensa: se eu comprar na baixa e vender na alta, com certeza vou ganhar mais do que se eu comprar e ficar esperando. Esse é o famoso trading. Claro, como ninguém pensou nisso antes? Acontece é que é impossível acertar quando o mercado está em um topo ou quando está em um fundo. É possível ganhar dinheiro com trading? Sim. As pessoas ganham dinheiro com trading? Sim. As pessoas ganham mais dinheiro com trading do que com Buy & Hold? Não. Os maiores investidores do mundo, em qualquer setor do mercado não enriqueceram com trading ou análise técnica. Eles enriqueceram com estratégias bem fundamentadas e remuneração de carteira.

Alguns podem argumentar que o Bitcoin é um caso atípico. Sua alta de mais de 60.000% nos últimos 5 anos logo evidencia o óbvio: o Buy & Hold é melhor. Sim, é verdade. E se você ainda somar o fato de que o Bitcoin está apenas no começo, quando mais pessoas se interessarem, mais o preço vai subir, de acordo com a lei da oferta x demanda. A tendência é de alta, mesmo que ainda existam alguns momentos de queda. Como não sabemos quando vai cair nem quando voltará a subir, compre Bitcoin e não venda.

2 – Oferta x Demanda

A lei fundamental da economia nos diz que quando mais pessoas procuram comprar determinado bem, mais o seu preço sobe. Como dissemos a pouco, o Bitcoin está apenas no começo. Quando mais pessoas entrarem no mercado, mais o preço do Bitcoin vai subir. Isso não é previsão. É lógica de mercado e é o que faz o Bitcoin estar em uma tendência de alta de longo prazo. Esse efeito econômico é ainda maximizado pela característica deflacionária no Bitcoin em que sua quantidade disponível no mercado é limitada. É como procurar água no deserto: quando tem, tempo pouco e quem vende não vende barato.

O Bitcoin não é apenas uma nova moeda. Ele é uma nova tecnologia, o futuro do sistema financeiro. O que importa é acumular o maior número de Bitcoins possíveis com os anos. Até porque em um futuro não muito distante, não fará mais sentido pensar na relação Bitcoin X Real ou Bitcoin x Dólar. Falaremos apenas em Bitcoins.

3 – Na hora de investir em bitcoin: Menos Risco, menos Stress

Sim, fazer trading é divertido e traz uma certa emoção. Mas também te traz riscos e com eles, o stress. O que você prefere: ficar sentando na frente do computador tentando adivinhar o movimento do mercado ou fazer depósitos mensais (não importa a quantia, o que importa é poupar) e aproveitar o tempo para estudar, para sair com a família e surfar a tendência de alta do Bitcoin? Certamente a segunda opção.

O mercado de renda variável é volátil e a sua lucratividade varia principalmente de acordo com as oportunidades de mercado. Ficar como Golum na frente do computador tentando aproveitar cada uma não te traz nenhum benefício. Se você investe em Bitcoin porque acredita no seu potencial, não vale a pena correr o risco nem ficar pagando taxa para corretora tentando aproveitar o sobe e desce do mercado.

Existe ainda uma outra vantagem de fazer Buy & Hold com Bitcoins, que é a remuneração da carteira. Como assim?

O mercado financeiro oferece inúmeros instrumentos – a maioria deles avançados e sofisticados – para maximizar o retorno de quem compra e mantém um ativo. A característica de descentralização do Bitcoin – ou seja, não existe uma instituição que o controla – também permite que qualquer investidor possa ter acesso a instrumentos assim. A Atlas Project oferece um diferencial frente a todo mercado e permite que você também remunere a sua carteira de bitcoins enquanto faz o Buy & Hold.

O software Quantum é um algoritmo que analisa, em tempo real, ofertas de compra e venda de Bitcoin em diversas bolsas de negociação da moeda ao redor do mundo. Quando detecta uma diferença lucrativa nos preços da moeda digital, o sistema envia ordens para comprar o ativo onde ele está mais barato e vender onde está mais caro. Este sistema de compra e venda entre diferentes bolsas é chamado no mercado financeiro de arbitragem. Um produto que antes era apenas disponível para grandes investidores de grandes bancos, está agora disponível para todas as pessoas que investem em Bitcoins. E você não precisa se preocupar com a volatilidade do mercado. Keep calm & Hold Bitcoins, aproveite a tendência de alta e use o Quantum para investir em bitcoin e maximizar seu retorno.

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Bitcoins ou ações? Saiba em qual investir!

novembro 28th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Investimentos 0 comments on “Bitcoins ou ações? Saiba em qual investir!”

A recente expressiva valorização do valor do Bitcoin não é o elemento mais importante a ser considerado ao pensar se você deveria investir em Bitcoins ou ações. “Como não?”, você pode já perguntar. A resposta é simples: o retorno de um ativo é baseado em características como risco, tempo, oportunidade, solidez e segurança. Alguns poucos ficaram milionários com bitcoins, assim como com a bolsa de valores. Vamos entender então os pontos fundamentais para te ajudar a decidir quando e onde investir.

Diversificação

Este é um ponto que pode ser controverso – para que não entende o que está fazendo. O senso comum nos ensina que diversificar é fundamental. Errado! Diversificar não é preciso quando se sabe o que está fazendo. Essa fazer não é minha, mas sim do megainvestidor Warren Buffet. Na tradução literal: “A diversificação é a proteção contra a ignorância. Não faz sentido se você sabe o que está fazendo.”. Na visão de Buffet, estudar uma ou duas indústrias em grande profundidade e usar esse conhecimento para lucrar com essas indústrias é mais lucrativo do que espalhar um portfólio em uma ampla gama de setores, de modo que os ganhos de certos setores compensaram perdas de outras. Logo, entre bitcoins ou ações você não tem que ficar só com um. Afinal, uma coisa não exclui a outra.

Riscos

Eu ousaria dizer que entre Bitcoins ou ações os riscos são muito próximos. Investir em uma empresa inclui acreditar que um grupo de pessoas que fazem a sua gestão continuará a atender a demanda dos seus clientes de maneira eficiente, trazendo consistência e lucro para o longo prazo. Já vimos inúmeras empresas de sucesso, assim como já vimos inúmeras empresas quebrarem. Não há garantias no mercado financeiro. O investimento em moedas digitais, especialmente o Bitcoin, constitui um novo nicho que impulsiona grandes inovações no setor financeiro. Essas moedas podem servir como uma alternativa ao sistema financeiro atual. Isso é acreditar que a moeda vai satisfazer/atender à uma necessidade do mercado. Se isso acontecer, será longa e prospera como uma empresa, mas com o benefício de um sistema monetário não inflacionário ao seu favor.

Para iniciantes, como dito em outros artigos aqui da Atlas, tudo nos diz que o valor de Bitcoin deve continuar aumentando. No entanto, não há nenhuma garantia sobre quando isso acontecerá, então é importante dizer que esse tipo de investimento é apenas para pessoas que não estão procurando um retorno imediato, pois este é um investimento a médio e longo prazo. Assim como a bolsa de valores.

Quem chega primeiro no lago bebe água fresca

O Bitcoin ainda está muito no começo. O interesse das pessoas e do mercado financeiro em torno do Bitcoin está ainda em proporções de startups. Com mais e mais regulamentos e aceitação vindo, o Bitcoin torna-se mais legítimo e a tecnologia por trás fica ainda melhor. Com uma demanda muito grande e oferta limitada (o número de bitcoins que existirá em circulação é limitado) o valor do Bitcoin deve continuar aumentando, o que faz dele um grande investimento ser considerado. Além disso, o Bitcoin também lhe dá controle total sobre o seu dinheiro em relação ao bancos, governos e impostos. Você não precisa pagar impostos sobre seu ganho de capital, a menos que você converta seu Bitcoin em uma moeda fiduciária.

Bitcoins ou ações: Pense no longo prazo

Você já ouviu falar nas histórias de pessoas que investiram em bitcoins desde 2009 ou até mesmo desde 2012 (quando o preço em dólar não chegava a casa dos dois dígitos) e que hoje são milionárias. O que mudou? Bem, o preço certamente subiu muito. Mas o que é muito? Sair de 6 dólares para cerca de 9000 é muito? Sim, com certeza. Mas, se o Bitcoin tem demanda crescente e número limitado de moedas – 21 milhões – o que impede que este valor chegue a 10 mil? 100 mil? 1 milhão? Ok, 1 milhão foi longe demais. Não, não acho. Não acho que foi à toa que o bitcoin possui 8 casas decimais depois da virgula, o chamado satoshi. Acredito que seja possível imaginar em um longo prazo 1 satoshi ser equivalente à 1 dólar.

O mercado está ganhando mais liquidez, segurança e orientação regulatória, e esta maturidade atrai cada vez mais pessoas. Ainda existem inúmeros riscos, mas eles são proporcionais ao potencial retorno. Não venda seus bitcoins agora. Pense no futuro, pense em 10-20 anos. O que você tem a perder? Você prefere ganhar 100 reais no próximo ano ou ser milionário em 20?

Dado este cenário, investir em Bitcoins pode te dar um retorno muito mais do que o do mercado de ações. Sim, os riscos são maiores, mas isto é correlacionado ao potencial. O segredo aqui é adaptar o investimento ao seu perfil. Mas, mesmo que você seja conservador, comprar um pouco de reais em bitcoins todo o mês não vai te fazer tanta falta assim agora e podem te fazer uma pessoa rica nas próximas décadas.

7 dicas de investimento 13º

13º: Sete dicas de como aplicar seu salário!

novembro 27th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Investimentos 0 comments on “13º: Sete dicas de como aplicar seu salário!”

Para a maioria dos trabalhadores brasileiros, o fim do ano geralmente significa receber dinheiro extra na conta. Estamos falando, naturalmente, do 13º salário.

O 13º, como o próprio nome diz, trata-se de um salário extra aos 12 meses de recebimento normais, o qual geralmente é pago no final do ano (pode também ser pago em duas parcelas, uma no meio e outra no final do ano). Esse dinheiro extra já faz parte da renda de muitas pessoas que geralmente esperam ansiosas pelo seu recebimento, seja para investir, para quitar alguma dívida ou simplesmente fazer as compras de final de ano.

Entretanto, algumas pessoas ainda tem dúvidas sobre a melhor forma de usar esse dinheiro. Muitos querem investir, mas não sabem por onde começar; outros querem pagar dívidas, mas ficam em dúvidas sobre qual delas pagar primeiro. Para auxiliar nessa tomada de decisão, aqui estão sete coisas que é possível fazer com o 13º, seja para pagar dívidas, consumir ou investir. Confira!

Pagar as contas do ano

O que a grande parte dos brasileiros costuma fazer. Com mais de 57% da população endividada, o dinheiro do 13º provavelmente será usado para quitar débitos pendentes. Se esse for o seu caso, procure sempre quitar a dívida com os maiores juros e pechinche bastante – especialmente se tiver dinheiro para pagar o valor à vista.

Fazer as compras de natal com o 13º

Quem já quitou todas as dívidas e não possui contas pendentes pode utilizar o dinheiro extra para comprar os presentes de final de ano. Afinal, todos nós gostamos de presentes. Dessa forma, o recomendado é sempre pedir desconto e evitar parcelamentos que possam se acumular com as futuras dívidas de início de ano (material escolar, impostos, etc).

Investir em um fundo de curto prazo

Por falar em dívidas de início de ano, infelizmente não há como fugir delas. Especialmente de impostos. E por terem juros salgados, essas dívidas precisam ser quitadas. Uma ideia é investir o 13º em um fundo de curto prazo – como um CDB ou Tesouro Selic – e esperar o vencimento da dívida. Assim será possível quitá-la à vista, conseguindo um belo desconto, e ainda ficar com os rendimentos adquiridos no período de aplicação.

Investir para a aposentadoria

Para aquelas pessoas que possuem uma visão de longo prazo e são bem planejadas financeiramente, uma boa dica é fazer um planejamento para quando não quiser mais trabalhar. Um fundo de longo prazo é uma boa opção nesses casos, especialmente se tiver isenção de imposto. LCI e LCA são ótimos investimentos do tipo.

Obter dividendos investindo em ações ou fundos imobiliários

E se ao invés de usar o 13º para comprar produtos de empresas fosse possível usá-lo para comprar as empresas? Ou, pelo menos, parte delas.

Investindo em ações e fundos imobiliários é possível. Quem compra uma ação ou cota de um fundo torna-se dono daquele pedaço, ganhando direito a participação nos lucros da empresa na forma de dividendos. E a melhor parte: os dividendos recebidos são livres de imposto de renda.

Comprar bitcoin

Quem comprou bitcoin no início do ano teve, até o momento, mais de 1000% de retorno. Isso mesmo:       MIL POR CENTO de retorno apenas em 2017. E a tendência do ativo é continuar se valorizando a medida que o seu uso e adoção por vários mercados cresça mundialmente.

Sendo assim, destinar o 13º (ou uma parcela dele) para a compra desse ativo pode ser um investimento bastante rentável. Mesmo uma aplicação irrisória de 50 reais feita no ano passado teria se transformado em mais de 700 reais. Portanto, destinar uma fração de dinheiro na compra da moeda pode ser um grande negócio.

Gerar renda passiva investindo no Quantum

Ainda que o bitcoin seja um excelente investimento, ele possui uma “falha”: não gera renda passiva. Ou seja, não é possível gerar mais bitcoins a partir da quantia que o investidor já tem; ele apenas compra e guarda, esperando a valorização do ativo.

Para solucionar isso, a Atlas desenvolveu o Quantum, um sistema que trabalha continuamente em exchanges de Bitcoin. Ele procura diferentes preços do Bitcoin nas corretoras onde a moeda é negociada. Ao detectar uma boa oportunidade de arbitragem, ele automaticamente envia ordens de compra da moeda onde está mais barato e venda onde está mais caro. Quando é bem-sucedido nas operações, ele distribui o lucro aos investidores do sistema.

Em suma, se trata da clássica estratégia de arbitragem financeira, mas feita de forma automatizada e contínua, utilizando bitcoin. De forma similar à aplicação em um fundo de investimento, agora os investidores têm a possibilidade de lucrar com os diferentes preços do Bitcoin nas exchanges, mesmo sem a habilidade ou o tempo necessário para isso.

Se o seu perfil é mais arrojado e voltado para o investimento de longo prazo, provavelmente essa é a melhor opção.

Conclusão

Seja para quitar dívidas, consumir ou investir, existem várias opções para a utilização segura e benéfica do 13º. Porém, o mais importante é que a solução escolhida esteja de acordo com o seu perfil pessoal e de investidor.

Caso tenha alguma dívida pendente, priorize o seu pagamento antes de começar a investir. Assim, os investimentos serão mais saudáveis, tranquilos e não será necessário liquidar nenhum deles para efetuar o pagamento de dívidas.

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Bitcoin ou Ouro – Saiba qual é o melhor investimento financeiro

novembro 27th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Investimentos 0 comments on “Bitcoin ou Ouro – Saiba qual é o melhor investimento financeiro”

Vamos supor que você esteja avaliando uma nova alternativa de investimento. Ao começar a falar com as pessoas elas te dirão que o melhor investimento é aquele que não possua correlação com os riscos “naturais” do mercado, que possua liquidez mas ao mesmo tempo uma demanda maior do que a oferta, que não possa ser emitido sem lastro (como os Bancos Centrais fazer hoje com as moedas tradicionais) e nem emitido com certa frequência como as novas emissões de ações pelas empresas. Logo, deve existir uma certa dificuldade em sua emissão e ele deve ser processado para que seja disponível ao público. Além disso, durante momento de pânico do mercado, ele deve resistir às quedas, mesmo que não seja necessariamente com uma alta, mas ao menos preservando o seu valor.

Você logo para e pensa: claro, estamos falando do ouro. Certo? Não necessariamente.

Todas as características acima realmente são as de um bom ativo para investimento. Acontece que elas não se aplicam apenas ao ouro, mas também ao Bitcoin. Isso mesmo! Bitcoin.

Esse ano, quando o preço do Bitcoin superou o do ouro – em dólares, aos 2 de março de 2017 – diversos especialistas em investimentos e o público em geral tem se feito uma pergunta: Bitcoin ou Ouro, qual o melhor investimento? Nós da AtlasProject te ajudaremos a responder essa pergunta.

Bitcoin ou Ouro?

Apesar das semelhanças descritas acima, existem 5 elementos que devemos prestar atenção na hora de decidir. Vamos a eles.

Liquidez

Ao olhar para o mercado mundial, a liquidez do ouro comparada a do Bitcoin é muito maior. Ponto para o ouro. Afinal, se você possui algum investimento e precisa fazer uma retirada, a última coisa que precisamos é ter que esperar ou ter que vender à um preço inferior ao valor de mercado para ter acesso ao nosso próprio dinheiro. Entretanto, a capitalização de mercado do Bitcoin cresce exponencialmente e hoje em dia existem inúmeras opções para converter seus Bitcoins em dinheiro fiat (dinheiro em espécie). Logo, como a maioria das pessoas usam o Bitcoin para diversificar os investimentos, isso não é um problema tão grande. Ponto para o Bitcoin?  Vamos ser conservadores e manter 0 x 1 para o Ouro.

Segurança e Portabilidade

No quesito segurança, qual é melhor, Bitcoin ou ouro? O senso comum diz que sim. Desde sempre as pessoas costumavam usar ouro e prata como moeda de troca, mas era difícil de transportar e difícil de dividir e por isso o papel moeda foi inventado. Hoje em dia a massiva digitalização dos meios de pagamento te permite ter ouro e “transportá-lo” para qualquer lugar. Problema resolvido? Não! Você sabe onde esse ouro fica armazenado? A referência física realmente estará muito segura, em algum Bunker de um Banco Central. Entretanto, o certificado de que parte daquele ouro é seu é uma linha de tabela em algum banco de dados. Não é fácil para alguém alterar este conteúdo, mas é totalmente possível. Além disso, você não consegue enviar isso para outra pessoa facilmente. Você deve vender esse ouro a preço de mercado, resgatar o dinheiro, transferir para outra pessoa, que deve resgatá-lo novamente e comprar o ouro a preço de mercado. Vai no mínimo um dia de trabalho.

Com o Bitcoin é possível enviar e receber qualquer quantia de dinheiro instantaneamente em qualquer lugar do mundo a qualquer momento. Sem feriados. Sem fronteiras. Sem limites impostos. O Bitcoin permite que seus usuários estejam no controle total de seu dinheiro. As transações com Bitcoin são seguras, irreversíveis e não contêm informações sensíveis ou pessoais dos clientes. Isso protege os usuários de perdas causadas por fraudes ou estornos fraudulentos. Os usuários podem facilmente expandir para novos mercados onde os cartões de crédito não estão disponíveis ou as taxas de fraude são inaceitavelmente elevadas. Ponto para o Bitcoin: placar de 1 x 1

Oferta x Demanda e a pressão inflacionária

A oferta de ouro é limitada e sua demanda é relativamente crescente ao longo do tempo. Isso é fundamental para termos uma tendência de alta no longo prazo ou, no mínimo, uma estabilidade nos preços. O ouro é infinito? Não, mas não temos transparência em relação ao total disponível.  No Bitcoin existe a informação: o limite é a emissão de 21 milhões de Bitcoins. Ponto. Ele é muito mais raro que o ouro, com uma adoção ainda pequena e incomparável, que é justamente a sua maior força. Se o preço do Bitcoin está assim agora, imagine quando ele se popularizar? Claro, será aos poucos, mas é um caminho sem volta. O ouro é amplamente usado na indústria e na produção de joias. O Bitcoin pode ser usado desde registro de documentos (na blockchain) até para comprar pizza. A demanda tende ao infinito. Além disso, o ouro tem mostrado uma inflação, embora pequena, de cerca 1% ao ano. Ponto e virada para o Bitcoin: 2×1

Volatilidade

A volatilidade, ou seja, a velocidade e imprevisibilidade de variação de preços do ouro é muito menor que a do Bitcoin. Mas o ouro ainda é considerado um ativo de renda variável. Se você faz investimentos de longo prazo (que é a definição mais justa para a palavra investimento) isso não é realmente um problema. Mas, como estamos sendo conservadores desde o início, o Bitcoin ainda perde neste requisito. Chegamos então ao empate, 2 x 2.

Uma nova alternativa ao sistema financeiro

O ouro já foi a base do sistema financeiro. Entretanto, devido as suas desvantagens, foi vinculado ao dinheiro em papel numa tentativa de corrigi-las e, pior do que isso, o sistema de reservas fracionadas foi criado e esse dinheiro em papel foi desvinculado com queda do padrão ouro em 15 de agosto de 1971 assinada pelo então presidente dos EUA Richard Nixon. Isso causa um aumento consistente dos preços, a inflação.

Apesar de a sociedade se desenvolver e produzir as coisas mais baratas a todo momento dado ao nosso constante aumento de produtividade (efeito claro e benéfico do capitalismo, livre mercado), se não houvesse criação artificial de dinheiro e inflação, seria natural esperar que os preços das coisas cairiam todo ano pois essa é a tendência natural do mercado. Isso não ocorre por causa da criação de dinheiro/inflação. O Bitcoin surge como oposição e alternativa a tudo isso. Ele não é apenas uma nova moeda, mas um novo sistema de pagamentos, uma nova tecnologia. Virada do Bitcoin e fim de jogo.

Final:  Bitcoin Ou Ouro? Bitcoin 3 X 2 Ouro! 

 

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Análise Fundamentalista aplicada ao Bitcoin

novembro 27th, 2017 Posted by Bitcoin, Investimentos 0 comments on “Análise Fundamentalista aplicada ao Bitcoin”

Tradicionalmente, no mercado de capitais, existem duas metodologias para a análise do preço de um ativo: a análise técnica e a análise fundamentalista.

A análise técnica consiste em realizar uma análise dos gráficos históricos das cotações, juntamente com a análise de outros indicadores técnicos, para tentar antecipar o movimento futuro do preço. Esta teoria, conhecida como teoria de Dow (desenvolvida pelo jornalista estadunidense Charles Henry Dow) possui como princípio o fato de que os índices de preços descontam tudo; todos os possíveis fatores que afetam a cotação dos preços dos ativos são descontados por esses índices que consideram todas as notícias, resultados contábeis e financeiros.

Por sua vez, a análise fundamentalista busca, de modo simplificado, avaliar a saúde financeira de um ativo, projetar futuro potencial baseado em informações macroeconômicas e particular ao ativo em análise e determinar o preço justo para os próximos anos. Para isso, os analistas levam em consideração os chamados fundamentos, isto é, todos os fatores macro e microeconômicos que influenciam no seu desempenho. A análise fundamentalista tem como vantagem mostrar que, no curto prazo, o preço pode estar subvalorizado ou supervalorização em comparação ao seu potencial futuro e ajudar o investidor a entender se é o momento de comprar ou vender, sempre com objetivo de investimento de longo prazo.

Geralmente associamos análise fundamentalista apenas com empresas. Entretanto, os mesmos princípios se aplicam no fundo das moedas, sejam o Real, Dólar ou Bitcoin. E como fazer uma análise fundamentalista do Bitcoin? Quais são os seus fundamentos?

Economia Centralizada x Descentralizada

Em uma economia centralizada, o dinheiro é ofertado por um banco central em uma quantidade que atenda o crescimento da quantidade de bens produzidos e trocados em uma economia, a fim de manter uma certa estabilidade no poder de compra (salvo a livre flutuação de acordo com a oferta e demanda). Ou seja, a base monetária é controlada por este banco central. Teoricamente, uma oferta controlada de dinheiro é uma condição necessária para se manter o poder de compra daquela moeda.

Em oposição a isto, temos a ideia de um sistema monetário descentralizado, sem a presença de uma autoridade central que regula esta quantidade de dinheiro em circulação. A moeda seria criada pelos agentes pertencentes à uma rede especifica, no formato peer-to-peer, que significa ponto-a-ponto.

O Bitcoin funciona exatamente desta forma. O algoritmo que cria novos Bitcoins define, antecipadamente, como e a qual quantidade novas unidades da moeda serão criadas. E, como proteção, qualquer unidade de Bitcoin que seja eventualmente criada sem fazer parte das regras deste algoritmo, será rejeitada automaticamente por toda a rede, tornando-a inútil.

A Análise Fundamentalista e o efeito Deflacionário

Como sua base monetária do Bitcoin (sua quantidade total de moeda) não pode ser ampliada, existirá justamente um efeito contrário, o de deflação, caso eles se tornem realmente uma moeda amplamente aceita. Keynesianos argumentam que deflação é algo ruim para uma economia, por incentivar indivíduos e empresas a economizarem dinheiro ao invés de investir em empresas e criar empregos.

A Escola Austríaca de Economia diz justamente o oposto, dizendo que a deflação é um efeito que ocorre em todos os estágios da produção e, quem investe, se beneficia disto. Como resultado, as taxas de lucros se mantém as mesmas, apenas mudando seus valores absolutos. Ficou confuso? Vamos explicar melhor.

Em outras palavras, um ambiente deflacionário proporciona uma queda no preço de bens e serviços mas, ao mesmo tempo, os custos de produção também irão cair na mesma proporção – ou seja, o lucro não é afetado. Só que com a mesma quantidade de lucro e preços mais baixo, o poder de compra da moeda aumenta de um modo a estimular ainda mais a economia: posso comprar mais bens ou serviços com a mesma quantidade de dinheiro – o que realmente estimulará a economia e criará mais empregos. Além disso, a taxa de poupança também aumentará o que proporciona uma queda na taxa de juros e facilita a vida de empreendedores para que façam investimentos de mais longo prazo – gerando mais empregos.

A Vantagem do Peer-to-Peer

Sem a necessidade de um agente intermediário, o Bitcoin oferece liberdade de pagamento – é possível enviar e receber qualquer quantia de dinheiro instantaneamente em qualquer lugar do mundo a qualquer momento. Sem feriados. Sem fronteiras. Sem limites impostos. O Bitcoin permite que seus usuários estejam no controle total de seu dinheiro.

Os usuários também podem incluir taxas adicionais em suas transações para receber processamento prioritário, o que resulta em confirmação mais rápida das transações pela rede.

Além disso, as bolsas de valores de Bitcoin existem para ajudar os usuários em transações de processamento, convertendo bitcoins para o tradicional papel moeda e depois depositar fundos diretamente em contas bancárias. Como esses serviços são baseados no Bitcoin, eles podem ser oferecidos por taxas muito mais baixas do que com o PayPal ou redes de cartão de crédito.

Além disso, temos total transparência no Bitcoin: todas as informações sobre a oferta de Bitcoin em si é prontamente disponível na blockchain para que qualquer pessoa para verificar e usar em tempo real. Nenhum indivíduo ou organização pode controlar ou manipular o protocolo Bitcoin, tornando o sistema seguro.

Todas essas características são os fundamentos do Bitcoin. Elas são as responsáveis pela tendência de alta de longo prazo do Bitcoin em relação às demais moedas. Nós, como investidores em Bitcoins temos sempre que nos manter informados em relação a estes fundamentos. Enquanto o Bitcoin os tiver, ele será a moeda do futuro e, pouco a pouco, não fará mais sentido falar de Bitcoin em relação às demais moedas. Falaremos apenas de Bitcoins e suas unidades menores – os satoshis.

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Investimentos em Bitcoin: Vale a Pena?

novembro 27th, 2017 Posted by Bitcoin, Investimentos 0 comments on “Investimentos em Bitcoin: Vale a Pena?”

Investimentos são uma parte fundamental da nossa vida financeira. É através deles que conquistamos todos os nossos objetivos, sejam eles a aposentadoria, a independência financeira ou simplesmente uma viagem no final do ano.

Dentre as várias opções de investimentos do mercado, o bitcoin é de longe a que mais se destaca em termos de rentabilidade. Enquanto poucos fundos conseguem entregar mais de 1% ao mês, a moeda digital valorizou, até hoje, mais de 300%!

Isso significa que, mesmo com todas as volatilidades das últimas semanas, o bitcoin já apresenta uma rentabilidade de, no mínimo, 30 vezes os fundos de renda fixa. Tal crescimento levou a entrada de muitas pessoas nesse mercado, muitas delas ainda sem um conhecimento básico sobre a moeda.

Consequentemente, isso levou muitos a pensarem que tais altas no preço seriam eternas e – pior! – livres de riscos. Entretanto, investimentos não vivem apenas no terreno das flores; os espinhos também fazem parte do pacote.

Se me perguntam se vale a pena investir em bitcoin, minha resposta será sempre um “sim”. Contudo, é necessário reconhecer que há riscos na moeda e que, talvez, o investidor possa perder dinheiro. Por isso, trago hoje as principais vantagens e riscos do bitcoin.

Vantagens

1) meio de troca internacional

O bitcoin é uma moeda que, embora ainda seja pouco aceita, é altamente conversível. Seja em dólares, euros ou outra moeda, é relativamente fácil converter bitcoin para qualquer moeda mundial – basta encontrar um caixa eletrônico ou alguém que aceite fazer essa conversão.

No longo prazo, ele tende a ser uma grande alternativa ao dólar em termos de aceitação mundial.

2) transferências rápidas e a baixo custo

Quem já teve que comprar dólares ou euros para viagem ou teve que realizar alguma transferência internacional sabe que as taxas são muitos altas (podendo chegar a até 20% do total da transação), inviabilizando totalmente o uso para pequenos valores.

Além disso, o prazo é outro problema dessas empresas. Dificilmente a transação será concluída em menos de 48 horas úteis.

O bitcoin elimina esse problema. As taxas são mais baixas independentemente do valor, e uma transação demora no máximo algumas horas para ser processada na rede do blockchain.

3) uma tecnologia robusta por trás

Embora se fale bastante sobre bitcoin, a real inovação está em sua rede: o blockchain. Trata-se de uma rede de registros públicos, imutáveis e, até hoje, invioláveis. O blockchain já é a rede com maior poder computacional em todo o mundo.

Essa robustez do sistema fornece integridade, confiabilidade e segurança para todos os usuários do bitcoin.

4) adoção exponencial

Cada vez mais empresas começam a estudar a aceitação do bitcoin como meio de pagamento, especialmente em negócios online. Além disso, gigantes como Amazon, Microsoft e grandes bancos também estudam usos para o blockchain. Tais demandas aumentam a demanda pelo bitcoin, fazendo que com ele passe a ser cada vez mais procurado – e, consequentemente, seu preço e utilidade aumentem cada vez mais.

Desvantagens

1) surgimento de uma moeda melhor

Empresas e tecnologias melhores do que outras sempre surgem nos mercados, e o bitcoin não está livre desse risco. Embora pareça pouco provável, o risco de surgir uma moeda melhor deve ser considerado.

2) queda na cotação

O bitcoin ainda é um ativo extremamente volátil, sujeito a subidas e altas frequentes. É preciso estar ciente de que perdas de 10%, até 20% em um dia podem ser comuns em momentos de grande instabilidade da moeda.

3) risco regulatório

Nos últimos meses, o tema de regulamentação das moedas digitais ganhou mais força. O Japão já seguiu nessa direção, enquanto países como Rússia e Índia ainda estudam a possibilidade. O próprio Brasil já teve pelo menos duas audiências públicas recentes nas quais a regulamentação do bitcoin foi discutida.

O risco aqui vem de uma regulamentação que seja muito onerosa para as exchanges, o que poderia aumentar o preço de aquisição da moeda em virtude de um aumento de taxas, por exemplo. Também há o risco de proibição total, como fazem Bolívia e Islândia, por exemplo.

4) segurança no armazenamento

Com o surgimento do bitcoin, as pessoas passaram a ter novamente um ativo que pode ser custodiado por elas mesmas, sem a necessidade de um banco ou corretora. Mas esse benefício traz o ônus da segurança.

É necessário escolher uma boa carteira e manter muito bem guardadas as chaves privadas e senhas, de preferência com mais de uma cópia de segurança de cada uma. Caso contrário, o usuário pode ficar sem ter como gastar seus investimentos.

Conclusão

O bitcoin é um ativo que veio para ficar. Sua presença já não pode ser mais ignorada.

Recomendo fortemente que, tomados os devidos cuidados, o investidor – seja ele pequeno ou grande – considere alocar uma parte do seu patrimônio em bitcoin. Trata-se de um ativo com alto potencial de crescimento, mesmo levando em conta o preço atual.

E tomadas as precauções indicadas nesse texto, o investidor tem enormes chances de ver seu patrimônio crescer no longo prazo.

 

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Bitcoin é Seguro? Veja como funciona a segurança da moeda

novembro 27th, 2017 Posted by Bitcoin, Blockchain, Reportagens, Segurança, Tecnologia 0 comments on “Bitcoin é Seguro? Veja como funciona a segurança da moeda”

Bitcoin é seguro? Eis uma das maiores preocupações quando o assunto são criptomoedas. Quem está entrando nesse mercado tende a desconfiar da capacidade do bitcoin de preservar os fundos investidos. Afinal, como podemos confiar em um ativo que não existe, no qual não podemos pegar ou ver? Especialmente para as gerações mais velhas, a ideia de um dinheiro que existe apenas digitalmente desperta uma série de dúvidas: quem garante que é Bitcoin é seguro ao estar guardado em uma carteira? Quem garante o funcionamento da rede? Como posso saber se a minha carteira não será hackeada? E, para surpresa de muitas pessoas que possuem essas dúvidas, o bitcoin é seguro sim. De fato, um dos ativos mais seguros do mundo.

Bitcoin é Seguro via poder computacional

Para começar a explicar como o Bitcoin é seguro, precisamos estudar a rede que sustenta a moeda: a Blockchain. Como já explicado em vários artigos, a Blockchain é uma rede de registro de transações que funciona de forma descentralizada e autônoma. Trata-se de uma rede fortemente segura, transparente, que fornece privacidade e é praticamente impossível de ser violada. Isso porque, uma vez que cada transação bitcoin é enviada e registrada em um bloco da rede, imediatamente ela começa a ser auditada pelos milhares de nós e mineradores que possibilitam a fiscalização das transações da Blockchain.

Caso um usuário tente burlar as regras e realizar transações indevidas (como gastar duas vezes o mesmo bitcoin), a rede irá rejeitar automaticamente uma das transações como sendo inválida, descartando a transação dupla. Se um usuário tenta usar seu poder computacional para fraudar ou se apropriar da rede, ele automaticamente passa a “combater” contra todos os demais participantes, os quais irão, também, usar o poder de seus computadores para manter a Blockchain confiável e funcionando. É como se um soldado tentasse lutar sozinho, armado apenas com um fuzil, contra um exército inimigo inteiro, o qual também possui fuzis de igual ou maior poder de fogo. Não é necessário explicar quem sairia vencedor.

É por essa mesma razão que também é virtualmente impossível modificar qualquer transação já confirmada dentro da Blockchain. Para que isso ocorra, o usuário que deseja fraudar precisa reverter não só a transação desejada, mas também todas as transações a partir dela, criando, na prática, uma nova rede – e fazer isso enquanto o restante da rede continua validando a cadeia original, deixando o impostor isolado. Para que um só usuário controle a rede inteira, ele necessitaria reunir um poder computacional que superasse 51% do poder total da rede. Embora seja possível, é inviável. A Blockchain hoje reúne mais capacidade de processamento do que o Google inteiro. Obter tal poder representaria um custo muito alto, apenas para poder modificar algumas poucas transações. A rede do Blockchain, portanto, não apenas torna o Bitcoin seguro, mas também estimula o comportamento honesto.

Segurança de armazenamento

Ok, já entendemos o quanto a Blockchain é segura. Mas e quanto ao armazenamento de bitcoins? Como escolher a melhor carteira? O bitcoin foi criado como uma forma de que os usuários possam armazenar seu dinheiro por conta própria, sem a dependência de um terceiro de confiança (como bancos, por exemplo). Para esse armazenamento ser feito, existem as carteiras.

Boas carteiras são aquelas nas quais o dono dos bitcoins possui o controle da chave privada. Esta funciona como uma senha, através da qual é possível sacar os fundos. Sem a chave privada, o usuário perde totalmente acesso aos bitcoins, pois não é possível recuperá-la ou criar uma nova. Carteiras assim são chamadas comumente de cold wallets. São carteiras cujo acesso pode ser feito sem nenhuma conexão de internet, pois as mesmas armazenam suas chaves de forma offline, sendo, portanto, protegidas contra hackers. As principais carteiras do tipo são:

  • Hardware wallets: são carteiras físicas, que podem ser acessadas via computador e usadas para saques e depósitos de bitcoins. Possuem a praticidade como vantagem e são extremamente seguras. Ex: Trezor e Ledger;
  • Paper wallets: são carteiras que podem ser criadas em um simples pedaço de papel. As chaves pública e privada são geradas pelo próprio usuário de forma totalmente offline, e a carteira, por ser de papel, não é conectada a nenhum computador. Porém, são pouco práticas para uso, já que os fundos só podem ser sacados uma vez.

Existem também as carteiras online, ou hot wallets, que podem ser levadas no computador ou até em aplicativos de celular. Elas possuem a vantagem de poder ser usadas no dia a dia, fornecendo mais praticidade para o uso dos bitcoins. No entanto, elas tem um alto risco: mantém a chave privada fora do controle do usuário, geralmente armazenada nos servidores das empresas responsáveis pela manutenção. Portanto, se tais servidores forem atacados por hackers, o usuário pode perder os seus fundos.

Além das carteiras – Investimentos com a moeda

Muitas pessoas deixam bitcoins guardados nas corretoras de Bitcoin onde compram a moeda, geralmente pela praticidade em fazer operações de trade financeiro – operações de compra e venda visando o lucro com a volatilidade dos preços da moeda – ou para operações de arbitragem financeira automatizada, como é o caso da plataforma Quantum, que lucra com o diferente preço do Bitcoin de uma corretora para a outra.

No caso de quem investimentos em arbitragem ou trade financeiro,  a vantagem é a possibilidade de um lucro maior do que somente deixar o dinheiro parado em uma carteira. Por outro lado, faz com que o dinheiro fique na custódia de um terceiro. Por isso, a lição para os novatos é de tomar cuidado com as empresas envolvidas, e se certificar de que sempre sejam corretoras confiáveis e com boas referências no mercado.

Conclusão

Tomados os devidos cuidados, o bitcoin é sim um ativo extremamente seguro e confiável. As transações em Blockchain são praticamente imunes a violações, a moeda é livre da ação de governos e, sendo custodiada pelo próprio usuário, impossível de ser confiscada ou tributada.

Em termos de carteiras, cold wallets são boas opções, especialmente para quem compra e guarda pensando no longo prazo. Manter seus bitcoins seguros fora da internet e usar a chave privada apenas quando realmente for gastá-los, e sempre em um servidor confiável.

Caso o usuário decida investir seus bitcoins, seja por meio de estratégias de trading financeiro ou investimento em arbitragem automatizada, é necessário o devido cuidado com as empresas envolvidas nas quais o dinheiro estará em custódia.

Com tais medidas, seu investimento não só estará sempre protegido, mas também irá crescer e gerar mais dinheiro.

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Arbitragem de Bitcoin: O que é e como lucrar com isso

novembro 23rd, 2017 Posted by Atlas, Bitcoin 0 comments on “Arbitragem de Bitcoin: O que é e como lucrar com isso”

A arbitragem de Bitcoin é hoje uma das grandes oportunidades de negócio com a moeda digital. Mas você sabe exatamente o que é esse processo e como ele funciona?

No mercado financeiro tradicional, o processo de arbitragem consiste em procurar diferentes preços para um mesmo ativo e lucrar com essa diferença, por meio da compra onde ele está barato e venda onde está mais caro. Isso é feito há bastante tempo e de forma automatizada em ativos tradicionais como ações e commodities.

No mercado de Bitcoin, a arbitragem consiste no mesmo processo, porém usando a criptomoeda. Devido à vários fatores, como o fato de operarem com taxas, países, regulamentações, volumes de negociação, fusos horários e mercados diferentes, cada exchange de Bitcoin possui uma cotação diferente para a criptomoeda. Você pode, neste exato momento, conferir o preço de duas exchanges de Bitcoin aleatórias, sejam elas nacionais ou internacionais, e provavelmente o spread (diferença de preço) entre elas será maior que 1%.

Frequentemente, essa diferença de preços entre as corretoras é bastante significativa, muito maior que 1%, o que gera a oportunidade de arbitragem. Em síntese, aquele que conseguir comprar a moeda onde está mais barata e vender onde está mais cara obterá lucro no processo. Porém, na prática, o processo é muito mais complexo do que na teoria.

Vantagens e Desvantagens da Arbitragem de Bitcoin

A principal vantagem da Arbitragem é que, em essência, ela uma operação “neutra” em relação ao preço futuro do Bitcoin. Diferentemente de estratégias comuns de trade financeiro, nas quais traders realizam análises e compram ou vendem Bitcoin apostando na subida ou descida da moeda, a arbitragem não exige que a pessoa “adivinhe” o preço futuro do mercado. A execução da estratégia depende apenas da observação e operação encima de uma diferença real e já existente entre as corretoras.

Porém, o processo de arbitragem possui desvantagens, principalmente em termos de risco e tempo. Digamos que você veja a seguinte oportunidade de arbitragem: na Corretora A o Bitcoin está 25000 reais, e na corretora B está custando 25600. Para lucrar com isso, você precisará primeiro ter saldos em reais na corretora A, comprar o Bitcoin, sacar para a Exchange B, esperar a transação ser aprovada pela Rede e só então vender o Bitcoin onde está mais caro.

Agora, suponha que você não tivesse saldos na corretora A no momento certo. Só isso, já exigiria que você gastasse mais algumas horas com a aprovação de um depósito bancário para a Exchange, e até lá o spread provavelmente sumiria. Ou pior, até mesmo se inverteria. Afinal de contas, outras pessoas também estão constantemente monitorando o mercado em busca desse mesmo tipo de oportunidade. E, é claro, você precisa fazer tudo isso ao mesmo tempo em que calcula se as taxas das exchanges e o volume das ofertas de compra e venda compensam o risco da operação.

É claro que, com dedicação e estudo de estratégias de arbitragem, é possível realizar manualmente e consistentemente operações de arbitragem bem-sucedidas. Porém, existe um segundo problema, que é o tempo exigido para isso.

Poucas pessoas podem se dar ao luxo de passar o dia inteiro acompanhando as cotações do mercado e realizando cálculos para detectar boas oportunidades. Além disso, quando um spread significativo surgir, é necessário tempo para realizar todas as operações envolvidas de depósitos bancários, ordens de compra, saque e transferência de Bitcoin, aprovação do depósito e finalmente a venda com lucro.

Sem dúvida, é possível obter um bom lucro percentual no processo. Mas o custo de tempo pode ser até pior do que o risco. Além disso, a arbitragem frequentemente só vale a pena para operações com grande volume. Imagine que você separe um saldo de 2 mil reais para realizar arbitragem manualmente. Após alguns dias acompanhando o mercado, percebe um spread grande o suficiente para obter um lucro líquido seguro de 2% em uma única operação. Você teria gasto muitas horas da sua vida para ganhar incríveis… 40 reais.

Mas se a arbitragem manual é inviável para a maiores dos investidores – devido aos riscos operacionais e altos custos de tempo –, então qual é a solução para obter lucro com a constante diferença de preço entre as corretoras?

O Quantum e a Arbitragem Automatizada

Visando solucionar esse problema, a Atlas Project, fintech brasileira criada em 2016, desenvolveu o Quantum, um produto de arbitragem financeira automatizada com o Bitcoin.

Resumidamente, o sistema trabalha continuamente em exchanges de Bitcoin procurando discrepâncias de preço entre elas. Quando detecta uma diferença lucrativa nos preços da moeda digital, já considerando as taxas das corretoras, o volume das ofertas e uma margem de segurança criada pela própria empresa, o sistema realiza a arbitragem, enviando ordens para comprar o ativo onde é mais vantajoso e vender onde é mais caro. Quando é bem-sucedido nas operações, ele distribui o lucro aos investidores do sistema.

O lucro dessas operações é realizado diariamente, com o saldo sendo atualizado ao final do dia na conta dos clientes. O sistema opera através de diversas bolsas, que são Kraken Exchange, BitStamp, BitFinex e Okcoin. A plataforma também possui alta liquidez, portanto os investidores podem depositar e sacar saldos a qualquer momento. No caso de saques de valor mais elevado (acima de 0,3 BTC) a retirada ocorre no prazo D+1, ou seja, o dinheiro chega até o final do dia seguinte.

Em suma, se trata da clássica estratégia de arbitragem financeira, mas feita de forma automatizada, contínua e utilizando o bitcoin. Como o algoritmo cuida das operações, o investidor que quer aproveitar as oportunidades de arbitragem no mercado não precisa mais despender tempo com o acompanhamento constante de preços e a realização manual das operações.

O processo de investimento no Quantum é bastante simples. Primeiro, é realizado o cadastro no sistema. Após isso, o usuário acessa a aba de depósito, onde terá um endereço para enviar os Bitcoins, bastando enviar o valor desejado para o endereço e automaticamente iniciar a operação.

Atualmente, o investimento mínimo recomendado é de 0,025 BTC, e a Atlas também ajuda caso o cliente precise de ajuda para adquirir a criptomoeda. Você pode realizar o seu cadastro aqui. Em caso de qualquer dúvida, a Atlas coloca-se à disposição para responder por meio do email [email protected] ou pela página no Facebook.

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