Atlas anuncia suporte 24/7 em todas as plataformas!

abril 3rd, 2018 Posted by Atlas 0 comments on “Atlas anuncia suporte 24/7 em todas as plataformas!”

É com muita felicidade que anunciamos hoje uma ótima novidade para todos nossos investidores. Trata-se do suporte 24/7 em todos os canais de atendimento da empresa! Portanto, sempre que você precisar de ajuda para os seus investimentos, você terá apoio 24 horas por dia, 7 dias por semana.

A comunicação com o cliente sempre teve um grande papel estratégico em qualquer organização. Aqui no Atlas Quantum, garantir a melhor experiência para os nossos clientes é a nossa principal missão. Por isso o Suporte ao Cliente, muito mais do que um setor para exclusiva resolução de problemas, deve ser visto como um adicional à qualidade do serviço prestado.

A nossa estratégia no atendimento visa assegurar exatamente isso: que nossos atuais e futuros investidores possam conhecer e explorar ao máximo os nossos produtos – mas que também possam buscar auxílio sempre que precisarem.

Sabemos que é frustrante quando a pessoa que busca ajuda não é atendida rapidamente, ainda mais quando está fora do “horário padrão”. Assim como a rede Blockchain foi feita para quebrar barreiras e funcionar de forma ininterrupta, agora estamos fazendo o mesmo com o nosso atendimento.

Estratégias de sucesso surgem a partir de cada interação e do resultado de cada atendimento prestado aos clientes. Estar próximo do cliente é parte essencial da cultura do Atlas. Então, se precisar de nós, a qualquer hora do dia, não hesite em nos procurar!

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6 Vantagens do Bitcoin em relação aos outros investimentos!

fevereiro 26th, 2018 Posted by Bitcoin, Investimentos 0 comments on “6 Vantagens do Bitcoin em relação aos outros investimentos!”

Se você deseja investir dinheiro para construir um patrimônio no longo prazo, deve ter se deparado com uma série de opções de aplicações disponíveis no mercado financeiro. Da mesma forma, você também deve estar curioso com a possibilidade de aumentar suas chances de alcançar sua liberdade financeira investindo nas vantagens do Bitcoin, uma moeda virtual que está em ascensão crescente no mundo.

E será que o Bitcoin é um investimento melhor do que as aplicações tradicionais?

Para auxiliá-lo com suas dúvidas sobre esse assunto, vamos apresentar um comparativo entre  a criptomoeda e outros tipos de investimentos. Você vai conhecer quais são as vantagens do Bitcoin e como elas podem se destacar em relação às demais operações. Acompanhe a seguir tudo o que você precisa saber sobre esse assunto:

O que é Bitcoin e como funciona?

O Bitcoin é uma moeda totalmente virtual que pode ser utilizada como meio de pagamento online de praticamente qualquer coisa no mundo inteiro. Isso significa basicamente que, ao comprar Bitcoins, você poderá usá-los para pagar uma refeição, comprar um carro ou um imóvel.

Explicando melhor, o Bitcoin é uma unidade monetária como qualquer outra, porém, ela não existe no mundo físico. Ela é conhecida como criptomoeda por funcionar por meio de criptografia, que é um conjunto de técnicas de proteção de informações.

Vantagens do Bitcoin

A moeda é aceita em nível mundial e, por ser de código aberto, sua tecnologia é livre para qualquer pessoa que deseje utilizá-la. Além disso, como as transações são feitas diretamente pelos usuários, isto é, não existem entidades regulamentadoras intermediando as negociações.

Sendo assim, as transações acabam sendo mais baratas, rápidas e sem limite máximo e mínimo de valor. Você ainda pode negociar em qualquer local do mundo, a qualquer hora e sem nenhum pré-requisito.

Outro aspecto interessante é que o código foi desenvolvido para produzir apenas 21 milhões de Bitcoins. Sendo assim, ela tem um caráter limitado, assim como o ouro, por exemplo, que depende da disponibilidade na natureza. Por isso, esse é um investimento que tende a valorizar-se ainda mais ao longo do tempo, pois a moeda ficará cada vez mais escassa.

O funcionamento do Bitcoin é simples: o seu mercado opera de forma bem semelhante a um home broker. Você poderá comprar e vender a moeda ou frações dela em uma plataforma online, bastando realizar um cadastro e transferir um valor mínimo para a conta que você criou.

Sendo assim, você já percebeu que existem muitos benefícios em investir em Bitcoins em relação às aplicações financeiras convencionais. Para simplificar, vamos fazer a comparação das seis principais vantagens do Bitcoin em relação aos demais investimentos. Confira!

1. Facilidade para negociar

Não se pode negar que a facilidade para entrar no mercado de Bitcoins é um grande atrativo para querer investir. No mercado de ações, por exemplo, você precisará avaliar uma série de variáveis do mercado atuando sobre a flutuação de sua carteira e, por isso, provavelmente não vai conseguir aplicar sem precisar de um corretor ou do gerente do banco. Isso não significa que você não consiga fazer o investimento sozinho, porém, em geral, é bem mais trabalhoso do que contar com um agente especializado.

Além disso, você terá que pagar pelo serviço e, para isso, as taxas serão bem maiores do que as do Bitcoin, uma vez que contam com intermediários que precisam ser remunerados.

2. Acesso facilitado

Em geral, o investimento mínimo exigido pelas corretoras de Bitcoins é relativamente baixo, o que permite o acesso a qualquer pessoa que disponha de um equipamento — computador, tablet ou celular — e internet. Se você pensar que, por exemplo, o investimento mínimo de um Certificado de Depósito Bancário (CDB), uma aplicação mais acessível, é em torno de R$ 1.000,00, e que o Bitcoin não possui investimento mínimo, certamente vai considerar a aplicação na criptomoeda.

3. Liquidez Imediata

Quando você compra Bitcoins, tem a chance de vendê-los a qualquer momento e com bastante facilidade — o que torna esse um investimento de muita liquidez. Você deve considerar que em investimentos tradicionais, como um Fundo Imobiliário, por exemplo, caso seja necessário vender as cotas, provavelmente haverá prejuízo.

Além disso, investimentos como CDB, CDI e Títulos de Capitalização têm períodos de carência e você não poderá resgatar seu dinheiro antecipadamente sem perdas e pagamento de taxas.

4. Tendência à valorização

Esse é um dos pontos mais atrativos quando o assunto é investir em Bitcoins. Como já falamos, a moeda virtual é limitada e, por isso, mesmo com as flutuações, a sua tendência atual é de valorização.

Por outro lado, se você optar por investir em uma aplicação mais conservadora, como o Tesouro Direto, por exemplo, saberá que os seus rendimentos serão bem menores do que se fosse investir em Bitcoins. E o Tesouro Direto, assim como outros investimentos conservadores, também possui taxas cobradas pelos intermediários.

5. Mercado aberto 24 horas

Sabemos que a Bovespa opera em horário comercial, assim, se você for procurar alguma agência para realizar investimentos, terá que aguardar os horários bancários. O mercado Bitcoin fica aberto 24 horas por dia, o que lhe permite adequar seus horários conforme sua disponibilidade, facilitando a realização das transações.

6. Segurança do sistema

Esse é um ponto muito importante a ser considerado. Há quem diga que a Blockchain — base de dados que armazena o registro de todas as operações com Bitcoins — seja mais segura que a própria Wall Street na proteção das informações.

Em 2011, a Bolsa de Nova York foi invadida por hackers, deixando o sistema lento por cerca de uma hora. O protocolo Bitcoin é totalmente seguro e o único risco de perder suas moedas é se esquecer a chave de acesso ou se deixar de transferir as moedas para sua carteira privada.

Depois de ler esse comparativo, você dispõe de informações para decidir como investirá seu dinheiro. Lembre-se que as vantagens do Bitcoin o tornam um investimento muito interessante em relação às demais aplicações.

Ficou interessando e quer aprender mais sobre essa moeda? Baixe este e-book e conheça mais sobre o funcionamento do mercado Bitcoin, como comprar e vender as moedas e outras questões importantes para sua decisão.

carteira de investimentos diversificada

Carteira de investimentos diversificada: Como montar a sua

fevereiro 19th, 2018 Posted by Dicas, Investimentos 0 comments on “Carteira de investimentos diversificada: Como montar a sua”

Existem várias estratégias para assegurar um aumento dos rendimentos e a redução de riscos das aplicações financeiras, e uma delas é criar uma carteira de investimentos diversificada. Essa tática possibilita ganhos financeiros mesmo perante cenários econômicos pessimistas ou crises generalizadas e potencializa o rendimento de todos os seus investimentos.

Além disso, se você deseja ter mais certeza de que conseguirá aumentar seu patrimônio e a qualidade de vida sua e de seus familiares, com certeza utilizar esse método permitirá que você atinja esses objetivos. A diversificação reduz a imprevisibilidade e, consequentemente, maximiza a segurança das aplicações financeiras.

Isso não é uma tarefa excepcionalmente complicada, mas antes de começar a investir é necessário que você entenda toda a lógica por trás dessa tática. Conheça os principais investimentos e elabore um plano para estruturar sua carteira.

O que é uma carteira de investimentos diversificada

Antes de ensiná-lo a diversificar, faz-se necessário entender o conceito de carteira de investimentos. Também chamada de cesta ou portfólio de investimentos, a carteira é o grupo de ativos pertencentes a um investidor, seja ele pessoa física ou jurídica.

Esses ativos podem ser tanto de renda variável, de ações, fundos, criptomoedas etc., quanto de renda fixa, como títulos públicos, privados ou bancários que sejam seguros. Esses investimentos são escolhidos de acordo com o nível da relação risco-segurança que o investidor deseja assumir.

A diversificação da carteira consiste na alocação de investimentos de vários setores, classes e categorias, gerando participação simultânea em diferentes negócios. Trata-se de uma estratégia de administração de risco e maximização de ganhos.

Qual é a importância de diversificar os investimentos

Os investidores iniciantes tendem a buscar os investimentos mais seguros, mesmo que não haja um rendimento satisfatório. No entanto, é importante saber que não existe um investimento que não tenha riscos. Sempre haverá uma chance de você perder o dinheiro aplicado, mesmo que ela seja baixa. É somente com a diversificação que você reduzirá a probabilidade de prejuízo.

Um exemplo prático consiste nas aplicações correlacionadas ao dólar e ao Ibovespa: um cenário de estabilidade econômica, baixo desemprego e inflação estável favorece o Ibovespa, entretanto, isso fará com que os investidores estrangeiros também desejem aplicar seu dinheiro no Brasil, gerando demanda pelo real e queda do dólar.

Se você apenas possui investimentos indexadores no dólar, sofrerá com sua queda. No entanto, caso sua carteira também tenha ativos no Ibovespa, se beneficiará com sua alta. Em uma visão global, você terá um retorno médio do mercado.

Quais são os benefícios de diversificar os investimentos

Os investidores podem pensar que a diversificação não é viável caso desejem assumir grandes riscos ou aplicar somente no ativo mais seguro disponível. Entretanto, há inúmeras outras vantagens providas por essa estratégia. Confira uma explicação pormenorizada de cada uma delas a seguir:

Minimização das perdas

Pela lógica já explicada anteriormente, a diversificação dos investimentos provê mais segurança para suas aplicações. Você terá rentabilidade nas hipóteses de instabilidade política, econômica e até mesmo guerras. Como você deterá ativos que variam conforme vários indexadores e coeficientes, haverá ganhos que compensarão eventuais perdas.

Comodidade

Diversificar investimentos fará com que você detenha ativos adquiridos com diferentes limitações de resgate e prazos de vencimento. Portanto, você poderá liquidá-los antecipadamente em caso de eventual necessidade. Diversos investimentos de longo prazo cobram taxas para a retirada antes da data combinada, portanto não é viável fazê-lo.

Caso ocorra um incidente imprevisível e você precise de um capital urgente, se você tiver apenas um investimento de longo prazo, ficará sem o dinheiro ou arcará com o prejuízo. No entanto, ao ter investimentos de curto prazo, você poderá tranquilamente retirar o capital antes do previsto.

Potencialização dos ganhos

Eventualmente, determinada ação, criptomoeda ou outro ativo de renda variável se beneficiará imensamente com alguma alteração de mercado. Como você terá uma parcela de ativos nesse mercado, também aproveitará dessa oportunidade e será recompensado com um lucro maior do que o esperado.

Como montar uma carteira diversificada com boas opções

Ao montar sua carteira, você não deve escolher investimentos aleatoriamente. Também é essencial que ela reflita sua situação financeira, atenda às suas perspectivas e ao seu perfil de investidor. Além disso, é necessário optar pelos ativos que você entende como funcionam e que exijam um tempo de administração que você tenha disponível.

Confira a seguir quais são os aspectos pessoais que devem ser considerados antes de elaborar sua carteira de investimentos.

Defina seu perfil de investidor

Não há um melhor investimento financeiro, mas aquele que estará de acordo com as suas necessidades. Descobrir seu perfil de investidor consiste em conhecer suas próprias expectativas, considerando sua renda, tolerância a riscos, necessidade de futura liquidação dos ativos e seu conhecimento sobre a área. Conheça cada um dos perfis:

Conservador

O investidor conservador busca o máximo de previsibilidade e segurança, e sempre opta pelos produtos com baixíssimos riscos. Ele prefere investimentos com alta liquidez, baixos retornos e volatilidade, mesmo que isso signifique perder oportunidades de alto retorno — que também podem acarretar em eventuais perdas.

Moderado

Esse investidor almeja uma geração de renda constante, com pouca volatilidade e previsível, mas deseja assumir alguns tipos de riscos, que se resumem aos ativos de curto prazo. Seu objetivo principal é garantir rentabilidade certa a médio e longo prazo.

Balanceado

O investidor balanceado tem a maior parte das suas reservas alocadas nos investimentos de renda fixa, ou seja, ainda prefere a constância e a previsibilidade de receita. No entanto, tolera volatilidades e oscilações a curto e médio prazo, fazendo com que quase metade de sua carteira seja composta de renda variável.

Dinâmico

Seu conhecimento acerca de investimentos é acima da média, e o investidor dinâmico está sempre acompanhando as novidades do mercado e oscilações do cenário econômico. Ele sabe como comprar Bitcoins, ações, operar no mercado futuro entre outros. Seu objetivo é a ampliação do patrimônio no médio prazo, portanto, a maior parte dos seus ativos será de alto e médio risco.

Arrojado

O arrojado é o mais audacioso, pois ele vê os riscos como oportunidades para imensos ganhos financeiros. Dessa forma, seu repertório de ativos é composto pelos mais voláteis e imprevisíveis, mas também são os mais compensatórios.

Outra característica desse perfil consiste na desnecessidade de liquidez imediata e no vasto conhecimento sobre os investimentos. Ele entende como funcionam os índices inflacionários, as moedas estrangeiras, o mercado de ações, entre outras mercâncias de ativos.

Escolha o nível de risco que deseja se comprometer

Após estabelecer seu alinhamento pessoal, você precisa entender como funcionam os riscos dos ativos. Eles podem ser classificados em dois grupos distintos: os riscos diversificáveis e os não diversificáveis.

Os primeiros, também conhecidos como risco de mercado, consistem em perigos que ameaçam somente um ativo de sua carteira. Alguns exemplos são:

  • mudança no setor da economia;
  • greves;
  • nova legislação;
  • mudança na moeda;
  • falência de uma empresa;
  • acidentes em uma indústria.

Já os riscos não diversificáveis são aqueles que sujeitam todos os investimentos de sua carteira, pois impactam a economia e a vida dos cidadãos de forma generalizada. São eles:

  • crises econômicas;
  • crises políticas;
  • inflação;
  • guerras.

Esses últimos geram prejuízos à sua carteira independentemente das suas decisões, portanto, não há como escapar de suas consequências. A melhor solução é calibrar a sua carteira com investimentos de riscos variados, pois você compensará eventuais perdas decorrentes de ameaças não diversificáveis.

Aprenda como identificar os ativos de cada risco a seguir.

Alto risco

Esses investimentos estão atrelados à renda variável cujo retorno não pode ser previsto de forma acurada. Podem ser ações de grandes, médias e até pequenas empresas, mas com grande potencial de valorização futura, criptomoedas, fundos de renda variável entre outros.

É interessante saber que atualmente existe uma tecnologia chamada robôs de investimentos, que automatiza as transações dessa categoria, diminuindo consideravelmente seus riscos.

Médio risco

A volatilidade está presente nesses ativos, mas com pouca intensidade. Parte dos recursos é concentrada em renda fixa, assim existe uma previsibilidade a médio prazo. No entanto, ainda assim há certa variabilidade de renda, sendo possível que, no momento da liquidação, o investidor receba uma quantia maior ou menor do que o esperado.

Baixo risco

Essa categoria de investimentos objetiva proteger o patrimônio do investidor contra mudanças de mercado. Eles possuem baixo retorno e normalmente são projetados para liquidação a longo prazo ou adquiridos com a intenção de assegurar uma renda fixa.

Um exemplo é a aquisição de títulos que atualizam com um índice inflacionário. Essa é uma forma de proteger contra crises geradas pela alta inflação. Outro exemplo é utilizá-los como fundo para uma aquisição futura, como um imóvel.

Quais são as melhores opções de investimentos para ter em uma carteira diversificada

Agora que você possui uma base sólida de como funciona o risco dos investimentos, você está apto a decidir onde vale a pena investir. Abaixo classificamos as principais aplicações em renda fixa e variável e apresentamos uma breve explicação de cada um.

Ativos de renda fixa

São caracterizados pelo conhecimento da rentabilidade antes mesmo de realizar a operação. Aqui não há mistério: você entra com o capital e, após o prazo, recebe a quantia esperada. São eles:

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma entidade do Governo Federal que permite que os cidadãos apliquem dinheiro diretamente nos cofres públicos. O único risco desse investimento consiste na possibilidade do governo quebrar, obrigando o adquirente a vender o título antes do vencimento. São dezenas de títulos disponíveis, que variam de acordo com diferentes taxas e indexadores.

A seguir, expomos uma lista de exemplos de títulos, retirados diretamente do domínio oficial do Tesouro Direto:

  • tesouro IPCA+ (NTNB princ), vencível em 15 de maio de 2014, com rendimentos anuais de 4,88%;
  • tesouro prefixado (LTN), com vencimento em 1 de janeiro de 2023 e taxa de rendimento a 9,69% ao ano;
  • tesouro selic (LFT), com vencimento em 1 de março de 2023, com rendimento anual de 0,04%;
  • tesouro IGPM+ com juros semestrais (NTNC), vencível em 1 de abril de 2021, com taxa anual de 4,16%.

Uma vantagem desse título é a possibilidade de sua venda poder acontecer a qualquer momento. No entanto, é importante saber que há incidência do Imposto de Renda. Os valores são:

  • de 22,5% dos rendimentos para os títulos com vencimento de até 180 dias;
  • de 20% entre 181 e 360 dias;
  • de 17,5% entre 361 e 720 dias;
  • de 15% para os além de 720 dias.

Além da tributação, também há cobrança de uma taxa de custódia pela Bovespa de 0,3% ao ano e outras eventuais taxas de corretoras.

CDB e RDB

Os Certificados de Depósitos Bancários (CDB) e os Recibos de Depósitos Bancários (RDB), são títulos emitidos pelos bancos. A diferença entre eles consiste na possibilidade de negociação, os CDBs podem ser livremente vendidos, enquanto os RDBs não são negociáveis.

Assim como o título anterior, há diferentes modalidades que podem ser escolhidas. Alguns podem ser atrelados à taxa prefixada, pós-fixada ou ao índice inflacionário, e normalmente são emparelhados à taxa CDI — semelhante à Selic.

Seu risco também é baixo, pois está na falência da instituição bancária, mas ainda assim os investimentos de até R$ 250 mil reais são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos. O Imposto de Renda aplicado sobre esses títulos segue os mesmos valores e prazos do Tesouro Direto: entre 15% e 22,5%.

LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito de Agronegócio (LCA) também são títulos bancários. Seu funcionamento é semelhante aos títulos anteriores, e também possuem proteção pelo FGC — mas são isentos do Imposto de Renda.

Eles têm uma carência mínima de 90 dias, um baixo valor para aplicação mínima — a partir de R$ 5 mil reais — e podem oferecer condições para o resgate, portanto, é necessário ficar atento às cláusulas contratuais.

Fundos de investimento de renda fixa

É um conjunto de investimentos com o objetivo de maximizar os rendimentos do capital aplicado. Quando o investidor insere seu dinheiro nesse fundo, ele adquire uma quota, que equivale à sua participação em um aglomerado de ativos.

A quantia que foi aplicada é destinada a diferentes investimentos previsíveis e de renda fixa — tudo é administrado por um profissional com conhecimentos na área. As vantagens são a facilidade de investimento em virtude do valor inicial ser baixo, e a liquidez — é possível solicitar o resgate do dinheiro em um curto prazo e com segurança, pois tudo será gerido por um administrador experiente e capacitado.

Debêntures

São títulos emitidos por empresas. Na prática, você empresta uma quantia para uma organização, recebe um título com vencimento e o valor predeterminado. Nesse caso, você não se torna acionista ou cotista: sua única relação é com o título.

As negociações são feitas diretamente entre a empresa e o investidor. Assim, é comum que eles ofereçam taxas bastante atrativas, como também variados prazos de vencimento. Existe tributação do Imposto de Renda, seguindo o mesmo padrão dos títulos anteriores.

Os riscos aqui são de nível médio, pois estão associados à credibilidade do emitente. Por isso, é necessário realizar uma análise fundamentalista da saúde financeira da empresa. No caso de falência, há preferência do pagamento das debêntures sobre outras obrigações.

Ativos de renda variável

Esses são dotados pela volatilidade do retorno. Os ganhos podem ser mínimos, médios ou grandes. Em alguns casos, trata-se de oportunidades indeclináveis. Por exemplo: determinado ativo está gerando altos lucros no momento, apesar de seu futuro ser incerto.

Confira alguns ativos dessa categoria:

Ações

Basicamente, ações são fatias do capital social de uma empresa. Ao adquiri-las, você se torna proprietário de parte da organização. O investidor é remunerado a partir de uma parte do lucro líquido da companhia, chamada de dividendos.

O risco é alto, visto que seus rendimentos dependem da administração da empresa e da variação do mercado. No entanto, a empresa pode se tornar bem-sucedida em um curto ou longo prazo, fazendo com que o ativo seja altamente recompensador.

Você pode optar por manter o ativo e continuar recebendo dividendos ou vender sua participação, que varia de acordo com o interesse do mercado. Quanto mais procurada for a ação, maior será seu valor.

Fundos de investimento de renda variável

Operam da mesma forma que os fundos explicados anteriormente, mas a maior parte do capital é alocada em aplicações de renda variável. Eles são administrados por gestores contratados ou corretores que buscam os melhores ativos considerando o perfil de seus membros.

É importante saber que colocar seu dinheiro em um fundo de investimentos não é mais seguro do que fazer aplicações por conta própria — ambos os atos são dotados de riscos e podem gerar prejuízos. No entanto, esse investimento se torna vantagem se sua intenção for diversificar a carteira, pois há minimização dos riscos.

Investir em Bitcoin

O Bitcoin é uma moeda completamente virtual que surgiu em 2009. Apesar dela poder ser usada para transações assim como qualquer moeda tradicional, atualmente é um dos meios mais atrativos de investimentos.

Uma das razões consiste na sua rápida valorização. No começo de 2017, seu valor se resumia a poucos dólares, enquanto no final do ano cada unidade chegou a custar R$ 70 mil reais. No entanto, seu grande atrativo consiste no volume de transações diárias, que chega a centenas de milhões.

segurança da moeda é possível graças à tecnologia Blockchain e sua criptografia, que é a codificação por meio de um sistema matemático que torna a invasão de sua arquitetura bastante difícil.

O risco desse investimento consiste na volatilidade de seu valor, que é alterado puramente pelas leis de procura e oferta. O preço da moeda não é controlado por nenhuma entidade ou governo. No entanto, é possível reduzir essa incerteza utilizando uma tecnologia inovadora: um algoritmo que calcula automaticamente os momentos ideais para comprar ou vender suas unidades de Bitcoin.

Apesar da impossibilidade de estipular seu valor futuro, ao utilizar o algoritmo explicado, uma carteira de Bitcoin se torna um investimento interessante para quase todos os perfis de investidores — desde o moderado até o arrojado.

ETFs

Os Exchange Traded Funds (ETFs) consistem em uma cesta de ações que se alteram com determinado índice, como o Ibovespa. Dessa forma, caso o indexador tenha seu valor aumentado, você também lucrará.

Ao adquirir um ativo ETF, você não precisa administrar as ações individualmente nem arcar com pagamentos para comprá-las e vendê-las, pois você estará adquirindo apenas o índice que se altera com elas.

Esse investimento carrega consigo o risco de mercado, ou seja, depende totalmente do quão bem-sucedido será o mercado de forma generalizada, mas é uma excelente aquisição para diversificar sua carteira.

Defina o prazo da aplicação da sua carteira de investimentos

Outro aspecto que deve ser considerado ao montar a sua carteira consiste nos prazos de retorno dos investimentos. Veja uma breve explicação de cada prazo e suas características.

Curto prazo

Envolve os ativos entre duas semanas a dois anos de duração, e deve ser evitado por iniciantes, pois são os investimentos que mais exigem dedicação do investidor. No entanto, nessa categoria ainda existem alternativas mais seguras e de renda fixa, como títulos bancários (CDB, RDB, LCI e LCA) e do Tesouro Direto.

Para aqueles experientes no mercado e com perfil arrojado, Day Trade de Bitcoins ou ações são excelentes opções de curto prazo.

Médio prazo

Consiste nos investimentos cujos prazos lastreiam entre dois e cinco anos. É mais fácil reduzir os riscos nesses investimentos. Assim como o anterior, existem títulos do Tesouro — pré e pós-fixados — e bancários com esses prazos. Fundos de investimento e índices da bolsa podem ser ótimas opções.

Longo prazo

São aqueles com prazos superiores a cinco anos. Todo investidor deve ter um ativo dessa categoria na sua carteira diversificada, pois trata-se de portos de segurança caso os demais ativos não sejam tão bem-sucedidos como esperado.

Debêntures e ações de grandes empresas também se encaixam nessa categoria, pois elas estão consolidadas no mercado e possuem uma baixíssima chance de falência.

Exemplos de carteira de investimentos

Se você leu até aqui, consegue visualizar como seria uma carteira ideal. Neste tópico elaboramos algumas carteiras exemplificativas, mas lembre-se que você não deve simplesmente copiá-las: é necessário levar todos os fatores pessoais e externos, conforme explicado anteriormente.

Carteira entre R$ 10 mil e R$ 50 mil

Não é necessário poupar dinheiro por muito tempo para começar a investir, sendo viável para iniciantes adentrarem no mercado com apenas R$ 10 mil. Nesse valor é recomendável alocar pouco capital na renda variável até adquirir mais recursos posteriormente. Os investimentos podem consistir em:

  • títulos públicos, indexados à Selic (LFT), prefixados (LTN) e indexados à inflação (NTN-Bs);
  • ETF, como BOVA11 (segue a Ibovespa);
  • títulos bancários, como LCI e LCA;
  • algoritmo do Bitcoin, com compra e venda mais segura da moeda.

Carteira entre R$ 50 mil e R$ 100 mil

Uma das recomendações mais eficientes é:

  • títulos públicos, indexados à Selic (LFT) e à inflação (LTN);
  • fundos imobiliários (entre 5 e 10 fundos imobiliários);
  • ETF, com índices de small-caps (ações de baixo valor);
  • Bitcoin (utilização do algoritmo explicado).

Carteira acima de R$ 100 mil

A partir desse valor a diversificação é mais viável — há mais opções de investimentos e as taxas se tornam atrativas. Um grande leque de ações e papéis se abrem para escolha:

  • day trade (compra e venda de Bitcoins e ações);
  • câmbio (dólar ou euro);
  • ações de empresas maiores;
  • ETF de large-cap (grandes empresas);
  • fundos de investimentos (investimento mais seguro);
  • títulos públicos de longo prazo, como tesouro IPCA+ para vários anos.

Montar uma carteira de investimentos diversificada é um requisito básico para alcançar seus sonhos, pois ela permite que você assuma riscos com segurança.

Após a leitura desta publicação, você terá muito mais segurança para fazer com que sua carteira atinja as expectativas, melhorando sua qualidade de vida e aumentando seu patrimônio.

Ficou interessado em saber como opera o Bitcoin e a sua tecnologia inovadora? Entenda aqui o que é Blockchain e como ele funciona!

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O que é a volatilidade dos investimentos? Entenda!

fevereiro 13th, 2018 Posted by Bitcoin, Investimentos 0 comments on “O que é a volatilidade dos investimentos? Entenda!”

De fato, o mercado de investimentos é um mundo cheio de possibilidades e, certamente, no meio de todos esses cenários, há uma porção de características que devem ser levadas em conta na hora de escolher qual é a melhor aplicação. Uma delas, que é muito importante para a tomada de decisão, é, definitivamente, a volatilidade dos investimentos.

Por isso, neste texto, abordaremos o que ela é e como afeta os seus ativos. Confira!

O que é a volatilidade dos investimentos?

Quando pensamos em aplicações, além do lucro que elas proporcionam, precisamos considerar outras variações. Temos, por exemplo, que analisar um outro fator que afeta diretamente o seu desempenho: a volatilidade.

Em uma definição mais básica, ela é a diferença de valor que um investimento pode alcançar durante determinado período de tempo. Essa disparidade pode ser tanto positiva quanto negativa e é uma medida fundamental para compreender se a aplicação é segura.

Um exemplo de como essa medida funciona é pensarmos em um investimento que vale R$ 200,00 e que, em um dia, teve uma variação positiva diária de R$ 20,00, ou seja, aumentou 10% e passou valer R$ 220,00. Essa alteração é o que chamamos de volatilidade.

Como ela é calculada?

Como a volatilidade é uma variante e depende de cada tipo de investimento, não há apenas uma maneira de calculá-la. Contudo, comumente, ela é medida a partir do histórico da aplicação. Para chegar a uma estimativa da possível oscilação, essa informação deve ser analisada. Por causa de todo esse processo, essa volatilidade é conhecida como absoluta.

Há também a volatilidade relativa — essa é definida a partir do comportamento do próprio mercado. Dessa forma, um índice beta é determinado para um ativo específico e o seu valor é comparado com a taxa do mercado.

Além desses dois tipos, ainda existem 3 definições de volatilidade:

  • histórica: é um tipo de volatilidade bem conhecido no universo da economia, e seu cálculo é originário das variações dos preços durante um longo tempo. Ela também pode ser utilizada para antecipar o número de outra volatilidade, contudo, não significa que seja realmente o valor final;
  • implícita: pode surgir como uma previsão da volatilidade futura utilizada pelo mercado financeiro. Seu cálculo acontece por meio da histórica e de mais outras condições, como o valor do investimento;
  • real: é a que reflete a variação verdadeira do preço da aplicação no futuro. Curiosamente, assim que é formada, ela se transforma na histórica.

Qual é o impacto nas aplicações?

Como sabemos, existem muitos tipos de investimentos e a volatilidade pode influenciá-los de maneiras muito distintas. Por exemplo, se o seu objetivo é aplicar em fundos de investimentos, é preciso estar bem atento a ela. Nesse caso, não importa se são fundos de renda fixa de curto ou longo prazo ou se são ações.

Os fundos de investimentos podem ter tanto uma volatilidade maior quanto menor. No primeiro caso, as chances de lucro são melhores, entretanto, há mais risco de perda. No segundo, o risco é mais reduzido.

Já em relação às ações, a volatilidade é fundamental para analisar os ativos, porém, a questão de risco é a mesma se comparada com os fundos. Quanto mais volatilidade, mais chances de lucros, porém também de perdas. Caso o seu interesse seja investir em ações, o site da Bovespa tem um espaço com a volatilidade dos ativos disponíveis no mercado — é interessante dar uma olhada.

Agora, se o seu objetivo é procurar investimentos menos arriscados, o tesouro direto pode ser uma boa aplicação, pois sua volatilidade é baixa, por ser um investimento pós-fixado em renda fixa, o que significa que é possível saber o seu rendimento até o final do investimento.

Quais os riscos provenientes da volatilidade?

É impossível separar risco de volatilidade, pois são concepções que dependem uma da outra, contudo, antes de determinar quais os riscos que a volatilidade pode trazer para um investimento, precisamos definir o que é risco.

Podemos dizer que o significado de risco é, tratando-se de economia, a possibilidade de a aplicação ter um valor diferente do que você espera. Isso significa que ele está relacionado com a chance de perda ou ganho de uma parte do investimento ou até de seu total.

E aí que entra a volatilidade, pois você precisará medir essa possibilidade de ganho ou perda de uma aplicação. Dessa maneira, quando um ativo é considerado muito arriscado, nós dizemos que ele é mais volátil do que uma aplicação mais segura.

Como utilizar a volatilidade ao seu favor?

Já deu para perceber a importância da volatilidade para medir o risco de um investimento, não é? Pois bem, se você conseguiu compreender bem como ela está ligada às possibilidades de lucro e de perda de um ativo, já pode começar a analisar as aplicações do seu interesse de uma forma melhor.

De maneira geral, tenha em mente que a volatilidade pode ser usada para perceber melhores oportunidades de ganhos nos seus investimentos. Assim, é possível que você faça escolhas mais conscientes para compor a sua carteira. O ideal é que você procure diversificá-los para atingir esse objetivo e diminuir os danos. Além disso, observar a volatilidade do mercado, de uma maneira geral, também pode ajudar a atingir bons resultados em seus investimentos.

Como aplicar em investimentos voláteis?

O primeiro passo para investir em aplicações que têm algum grau de volatilidade é analisar suas condições, ou seja, você deve conhecer bem o tipo de investimento que quer e analisar o grau de variação que ele oferece.

Nesse contexto, é importante observar o seu histórico e o momento que o mercado está passando, atualizando-se constantemente das notícias e do desempenho do investimento escolhido. E não se esqueça de que é importante saber qual o momento certo de resgatar o seu dinheiro. Dessa maneira, você evita se prejudicar no futuro.

Bem, com este post, acreditamos que você tem todas as informações necessárias para entender o que é volatilidade dos investimentos e como ela é uma medida crucial para saber quais são os seus riscos e se valem ou não a pena. Quer continuar obtendo conteúdos como este? Então curta a nossa página no Facebook!

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Planejamento financeiro: 6 dicas para organizar suas finanças!

fevereiro 9th, 2018 Posted by Dicas 0 comments on “Planejamento financeiro: 6 dicas para organizar suas finanças!”

Ampliar o patrimônio adquirindo imóveis, automóveis e deter investimentos é um desejo de qualquer cidadão, porém são poucos os que conseguem essa proeza. Isso porque a grande maioria das pessoas não estrutura um planejamento financeiro.

Mesmo aqueles que possuem uma farta renda mensal não conseguem manter uma qualidade de vida estável ou aumentá-la, pois descontrolam suas finanças e acabam gastando mais do que deveriam ou guardando menos do que esperavam.

Entretanto, utilizando de estratégias inteligentes, é plenamente possível incrementar seus rendimentos sem comprometer a sua qualidade de vida. Com o intuito de auxiliar nossos leitores a alcançar seus objetivos, conquistar a liberdade financeira e realizar seus sonhos, trazemos 6 dicas primordiais de como organizar suas finanças por meio de um planejamento financeiro! Acompanhe!

1. Faça um acompanhamento mensal das receitas e despesas

Essa primeira dica é essencial, pois serve de base para as demais e para realizar qualquer planejamento. Para começar, você precisa entender o conceito correto desses termos.

Receitas

As receitas consistem em todos os valores que você arrecada, seja pelo seu trabalho, recebimentos de aluguéis e ganhos esporádicos, como prestação de serviços eventuais.

Despesas

As despesas são todos os seus dispêndios, sejam fixos, como as contas de água, luz, internet, telefonia, ou extraordinários, como viagens, gastos com lazer entre outros.

É necessário que você acompanhe essas contas de forma precisa, porém o controle pode se tornar complicado quando se trata dos ganhos e gastos ocasionais. Para solucionar o problema, você pode elaborar uma planilha com todas as entradas e saídas mínimas das contas fixas, e outro controle estipulando os valores mínimos das contas imprevisíveis.

Dessa forma, suas finanças não estarão à mercê da sorte e você será capaz de arquitetar seu planejamento financeiro.

2. Nunca gaste mais do que ganha

Para muitos indivíduos, é comum gastar mais do que se ganha e acabar endividado, isso ocorre principalmente com compras ao crédito ou parceladas. No final do mês, a pessoa não terá o capital necessário para pagar suas contas e acaba utilizando crédito rotativo ou pedindo dinheiro emprestado.

Essa é uma situação que você deve evitar a qualquer custo. Gastar mais do que você ganha causa prejuízos além do que você imagina, pois nunca terá dinheiro guardado para situações de necessidade ou crise financeira, como também não terá quantias reservadas para investir ou aumentar seu patrimônio.

Há duas formas de evitar esse problema:

Opte por compras à vista

Além de evitar transtornos e dores de cabeça, você também economizará mais, já que normalmente os pagamentos à vista vêm acompanhados de descontos.

Aposte no esquema 50-15-35

Esses números são percentuais que devem ser aplicados sobre sua renda. Os primeiros 50% são destinados aos gastos necessários, como moradia, transporte, saúde, educação entre outros.

Quanto aos 15%, são a parcela de sua renda que deve ser reservada às finanças pessoais, como quitação de dívidas ou investimentos. Por fim, os 35% restantes são os gastos relacionados aos hobbies e lazer, como viagens, baladas, esportes, academia etc.

3. Realize uma previsão das despesas anuais

Ao planejar suas despesas e receitas, fique atento também às despesas anuais, como tributos que incidem anualmente – Imposto de Renda, IPTU, IPVA etc. É muito comum esquecer a existência desses gastos, pois eles aparecem somente uma vez por ano.

Para evitar que eles atrapalhem seus investimentos, não esqueça de incluí-los na sua planilha de gastos.

4. Estabeleça metas crescentes e realistas

Você estruturará o planejamento buscando realizar seus sonhos, porém, esses também devem ser planejados com cuidado, caso contrário você pode acabar não os realizando.

Isso porque algumas metas só podem ser cumpridas a longo prazo, enquanto outras podem ser facilmente realizadas a curto prazo. Por essa razão, é recomendável que elas sejam realistas e estruturadas de forma crescente.

Por exemplo, se sua meta é adquirir um imóvel, um automóvel, aposentar com rendimentos iguais ou superiores à sua renda e realizar uma determinada viagem, recomenda-se que você comece almejando as menos custosas, para depois buscar aquelas mais onerosas. Você também deve dar preferência para as mais essenciais, como adquirir o imóvel e uma aposentadoria com estabilidade.

Algumas metas são lentas e requerem um dispêndio financeiro contínuo, como a aquisição de casa própria. É plenamente viável pagá-la aos poucos por meio de um financiamento ou consórcio e, simultaneamente, poupar capital para realizar uma viagem, por exemplo.

Um elemento altamente importante é não estabelecer metas irreais de início, como se tornar uma das pessoas mais ricas ou comprar um bem excepcionalmente custoso, como um jato particular. Por se tratarem de projetos distantes, você desanimará facilmente ao ver que não as alcançará em curto prazo.

5. Não gaste com bens supérfluos

Essa dica permite que você seja capaz de poupar mais dinheiro. Basicamente, consiste no corte de compras essencialmente supérfluas, por exemplo, comprar alimentos que não serão ingeridos. Se você for ao supermercado, elabore uma lista das coisas necessárias para sua casa e se atenha a ela, não inclua outros produtos como bolos, doces e refrigerantes que não são essenciais ao consumo.

Outro exemplo é a substituição de bens em sua residência, como trocar de televisão constantemente. É de conhecimento comum que fazê-lo não é necessário, porém muitos o fazem por simplesmente encontrá-las em uma boa promoção ou ver que possui dinheiro “sobrando” em sua conta do banco.

Extinguir ou diminuir os gastos pouco úteis é um ato que o fará economizar mais do que imagina, você rapidamente acumulará o suficiente para adquirir o bem que sempre desejou, ou finalmente realizar um investimento.

6. Aprenda a poupar e investir

Poupar e investir é essencial para alcançar seus objetivos. Com essas ações você poderá incrementar sua renda e seu planejamento não estará preso ao rendimento mensal que recebe no momento.

Se seguir as dicas anteriores, poupar dinheiro se tornará uma tarefa fácil: você não gastará mais do que ganha mensalmente e reservará 15% – conforme a regra 50-15-35 explicada anteriormente – para esse feito. No início poderá ser difícil se segurar para não gastar o valor poupado, porém, lembre-se que ele será usado para investir e ampliar seus ganhos.

Há dezenas de modalidades diferentes de investimentos, cada uma delas com seus rendimentos, riscos entre outras características próprias. Por isso, antes de investir, é necessário entender qual é seu perfil de investidor:

  • conservador: prioriza a segurança e ganhos previsíveis, por essa razão ele busca investimentos de renda fixa, às vezes sua carteira possui uma pequena parcela de renda variável;
  • moderadogosta de segurança, porém também assume alguns riscos com rendas variáveis, pode realizar aplicações financeiras tanto nos investimentos de renda fixa quanto nos arriscados, como ações;
  • agressivo: assume riscos e buscam retornos altíssimos, sua carteira é composta majoritariamente por ações e outros investimentos que podem fazê-lo enriquecer rapidamente, como também não trazer nenhum retorno vantajoso.

Após entender seu perfil, recomenda-se que você busque profissionais para auxiliá-lo na decisão dos investimentos, pois essa área é essencialmente ampla e é inviável que você interrompa seu trabalho e dedique centenas de horas destinadas exclusivamente ao estudo do tema.

O planejamento financeiro não é um ato excepcionalmente difícil de ser executado, as dificuldades se encontram no controle pessoal, visto que é necessário mudar hábitos, cortando gastos desnecessários, organizando suas receitas e despesas entre outros atos. Entretanto, você será plenamente capaz atingir suas metas e realizar seus sonhos após a leitura deste artigo!

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Dash, Digital Cash, Darkcoin. Xcoin, DSH, altcoin

Dash: Entenda como o que é e como funciona

janeiro 18th, 2018 Posted by Altcoins, Bitcoin, Blockchain, Dicas, Investimentos, Reportagens, Tecnologia 0 comments on “Dash: Entenda como o que é e como funciona”

Um dos maiores beneficiários do aumento de interesse no Bitcoin é o Dash, a criptomoeda que já está em funcionamento desde 2014. No começo de 2017 a moeda valia cerca de 10 dólares, no final do ano, o Dash bateu a marca de 1.600 dólares.

Se você está se perguntando o que está por trás deste crescimento incrível e como ela é comparada ao Bitcoin, você está no lugar certo.

O que é o Dash?

Assim como o Bitcoin, o Dash é uma criptomoeda – ou dinheiro eletrônico, que permite transações em exchanges através de um software de criptografia. Você já deve ter ouvido o Dash ser chamado de “Altcoin”, que é um termo que refere a qualquer outra criptomoeda que não seja o Bitcoin.

O Dash foi introduzido no mercado com o nome de Xcoin. Ele foi relançado em janeiro de 2014 como Darkcoin e um ano depois, em março de 2015, os desenvolvedores renomearam o Darkcoin de Dash – diminutivo de Digital Cash.

Os desenvolvedores  tentaram criar uma plataforma de pagamento que é:

  • Decentralizada. Usuários podem receber e enviar a moeda para qualquer outra pessoa, sem a necessidade de uma autoridade intermediária como um banco ou casa de câmbio.
  • Privada. Durante o tempo de vida do Bitcoin, ele tem se provado uma forma anônima de transferência de ativos, mas não completamente privada. O Dash foi criado como uma resposta para este problema, trazendo uma moeda que é completamente privada.
  • Rápida. Muitos usuários acham que o Bitcoin possui um tempo de confirmação muito lento, o que o torna inviável como uma opção comercial. O Dash foi criado para permitir transações rápidas.

O que é uma confirmação?

Uma confirmação é a verificação de uma transação na rede de uma criptomoeda. A confirmação acontece sempre que um novo bloco é adicionado à Blockchain através de mineração.

Para ser completada com sucesso, uma transferência em criptomoeda precisa de confirmações múltiplas. Isso previne gastos duplos, que é quando a transação é duplicada em duas transferências diferentes. Quanto mais confirmações existem em uma rede, menos provável é a chance de gasto duplo.

Como discutiremos mais para frente, a privacidade do Dash está aberta para debate. Porém, os observadores da área concordam que ele conseguiu atingir seus outros objetivos.

Algumas coisas que você precisa saber sobre o Dash

Vamos falar sobre algumas estatísticas que ilustram bem a situação dessa criptomoeda.:

Existe um limite para as moedas

Como muitos sabem, apenas 21 milhões de Bitcoins poderão ser minerados. Da mesma forma, apenas 18 milhões de Dash estarão disponíveis na rede.

Um número limitado para a mineração de criptomoedas é chamado de “oferta controlada”. Por volta de 7.5 milhões de Dash existem atualmente. A previsão é que a última moeda seja minerada apenas em 2300.

O Dash já se tornou uma das maiores criptomoedas do mercado

De todas as centenas de criptomoedas no mercado, o Dash é uma das mais populares. Ela é a oitava moeda mais valiosa em relação a capitalização de mercado: As 7.5 milhões de moedas existentes valem aproximadamente 1.5 bilhões de dólares.

Ainda assim, o Dash possui um longo caminho até o topo. O Bitcoin, o Ethereum e o Bitcoin Cash – as três maiores moedas – possuem um mercado de capitalização de 69 bilhões, 28 bilhões e 11 bilhões, respectivamente.

O Dash cresceu explosivamente em 2017

De 2014 até o fim de 2016, o preço do Dash ficou abaixo dos 10 dólares. Isso mudou em janeiro de 2017, quando a moeda alcançou 11 dólares. Já em março do mesmo ano, a moeda tinha alcançado a marca dos 100 dólares, apenas 4 meses depois a criptomoeda já valia 200 dólares.

E não parou por aí, no final de agosto ela já estava valendo 300 dólares. Em dezembro de 2017, o Dash atingiu o pico de 1.643 dólares, e se manteve nessa faixa desde então.

Alguns observadores dizem que o crescimento dela veio de trading especulativo em exchanges. Apoiadores  dizem que o crescimento aconteceu porque o mundo passou a entender melhor os benefícios desta criptomoeda.

O que torna o Dash especial?

O Dash foi criado para resolver dois grandes problemas do Bitcoin: Falta de privacidade e velocidade das transações. A moeda também possui outras vantagens em cima do Bitcoin.

Transações anônimas

É um erro comum achar que as transações em Bitcoin são anônimas. Na verdade, é bem fácil identificar o endereço de uma carteira, além de ser possível rastrear transações através da Blockchain.

De acordo com os desenvolvedores do Dash, você pode realmente realizar transações anônimas com a criptomoeda através do recurso PrivateSend. Com ele, a sua transação é misturada com outros pagamentos anônimos, isso torna quase impossível que alguém consiga rastrear de onde a transação veio ou para onde está indo.

Pagamento instantâneo opcional

Através do InstantSend, você pode enviar pagamentos com confirmações em até um segundo. A essa velocidade, é necessário pagar taxas maiores para os masternodes, os computadores que fazem a verificação da transação.

De acordo com os desenvolvedores, a velocidade de transação do Dash permite que mais consumidores usem a criptomoeda. Por causa das transações que são confirmadas quase que instantaneamente, por isso pode ser melhor para o comércio geral. Sendo um possível substituto para o cartão de crédito e débito.

Em contraste, as transações em Bitcoin levam de 10 minutos á uma hora para serem confirmadas.

Taxas mais baixas

A taxa de transação média do Dash é por volta de 10 centavos de dólares. Já o Bitcoin possui transações de 2 a 4 dólares.

O mais interessante é que o preço da transação do Dash tem se mantido relativamente estável, mesmo com o crescimento astronômico.

Modelo de desenvolvimento incentivado

De acordo com os desenvolvedores, o modelo de administração do Dash é superior ao Bitcoin. Enquanto o desenvolvimento do Bitcoin conta com a contribuição da comunidade, a rede Dash é financiada pelas taxas de transação.

Como o Dash funciona

A estrutura única do Dash funciona em uma rede de dois níveis chamadas de masternode network. De acordo com os desenvolvedores, a rede é uma “operação de node incentivada”.

O primeiro nível da rede do Dash é composto por nodes – computadores que comunicam entre si. Mineradores usam estes nodes para verificar as transações e criar novas moedas.

O segundo nível da rede é composto por masternodes. Eles são nodes completos – computadores que contém a blockchain completa e mantêm as regras da rede. Os masternodes facilitam transações especializadas para o PrivateSend e InstantSend. Além do mais, eles também controlam o desenvolvimento da rede.

Para entender porque o masternode é “Incentivado”, você precisa saber como alguém administra este tipo de node e o que eles ganham com isso.

Como o masternode é operado?

Para administrar um masternode, é necessário ter pelo menos mil Dash em seu saldo. O operador precisa ter este mínimo de moedas para continuar administrando um masternode e recebendo pagamentos por transações.

Em teoria, exigir que os operadores tenham uma quantidade mínima de moedas protege a rede. Se alguém tentar atacar a rede, é necessário primeiro comprar uma quantidade substancial da própria criptomoeda. Se alguém fizer isso, ele desistira de atacar a rede, já que perderá o seu investimento.

Por terem bastante dinheiro investido na rede, os operadores do masternode têm muito incentivo para proteger o ecossistema do Dash. Por causa disso, eles sempre consideram e aprovam orçamentos e iniciativas da comunidade com muito cuidado e ponderação.

Taxa de transferência do Dash

Ainda de acordo com os desenvolvedores, uma das principais fraquezas das outras moedas é a falta de incentivo financeiro para administrar um node completo. Os incentivos da rede fazem com que os usuários queiram administrar masternodes.

A distribuição da taxa de transação é:

  • O minerador recebe 45%
  • O operador do masternode recebe 45%
  • O fundo de manutenção recebe 10%

Cuidados a se tomar com o Dash

Não existe nenhuma criptomoeda sem problemas. Aqui estão algumas das potenciais fraquezas a se considerar do Dash.:

A moeda pode não ser tão privada como ela diz

Apesar dos apoiadores se gabarem da privacidade da moeda, outros observadores questionam o quanto ela realmente é anônima. Por exemplo:

  • Existe uma “lista rica” no Dash. Este é um arquivo público com os 100 endereços mais ricos na rede. Enquanto isso, não existe nenhum tipo de lista desta maneira no Monero, que é considerado fundamentalmente privado.
  • Transações do PrivateSend são enviadas através das redes do masternode. De acordo com críticos, alguém poderia, teoricamente, ver os detalhes da transação caso a pessoa controle a rede do masternode por onde a ela passou.
  • Os críticos também dizem que o recurso de privacidade do Dash é essencialmente o “embaralhamento criptografado”. Este serviço, também conhecido como “tumblers”, troca as moedas por outras que não pode ser rastreadas. 

A controversa da mineração rápida

Segundo os críticos da moeda, a mineração rápida do Dash é uma bandeira vermelha bem grande. Nas primeiras 48 horas após o lançamento – na época chamado de Xcoin – 2 milhões de moedas foram mineradas.

Como dissemos, apenas 18 milhões de Dash existirão no mercado. Isso quer dizer que cerca de 11% da moeda foi liberada nos primeiros dois dias de existência. Isso levanta dúvidas sobre a legitimidade da moeda. Alguns especulam que isso é evidência de que a moeda é um esquema de inflação e venda. Ou seja, a moeda eleva o seu preço o máximo possível para depois vender seus ativos.

Este é uma ação chamada de “pump-and-dump”.

O que é o “instamine” ou “premine”?

No Instamine – ou premine – os desenvolvedores da moeda lançam um grande número de tokens antes de distribuir o código aberto para o público. O dinheiro acaba chegando em poucas pessoas que se beneficiam bastante caso ela se torne um sucesso.

Geralmente os desenvolvedores dizem que o premine ajuda a incentivar as pessoas que criaram o código e recompensar os investidores. Porém, muitos observadores dizem que o premine é antiético e é coisa de desenvolvedores gananciosos.

Como comprar Dash

Quer comprar ou investir em Dash? Veja como você pode conseguir a moeda.

1- Consiga uma carteira de criptomoeda

Uma carteira digital é onde você receberá e armazenará suas moedas . Existem várias opções para uma carteira:

  • Desktop: O Dash oferece uma carteira oficial para o Desktop que conta com os recursos PrivateSend e InstantSend. Os desenvolvedores também recomendam as carteiras Jaxx e Exodus.
  • Dispositivo móvel: Você também pode guardar no seu celular. As melhores recomendações são o Jaxx, Coinomi e Dash Core.
  • Carteiras físicas: Também é possível guardar em carteiras físicas como o KeepKey, Ledger Nano S e o TREZOR.

2- Compre o Dash

Existem duas maneiras principais de comprar: trocando com outras criptomoedas ou diretamente com dinheiro “real”.

É mais fácil comprar Dash se você já possui Bitcoin. Obter a moeda é só questão de mover o seu saldo para uma exchange e trocar pela moeda. Bitfinex, Kraken, Shapeshift e Bittrex são exchanges conhecidas e que permitem a troca comprar altcoins a partir do Bitcoin.

Comprar o Dash com dinheiro real é um pouco mais complicado por que não haverá muitas plataformas que permitem esta troca. Os desenvolvedores da criptomoeda estão formando novas parcerias com serviços de criptomoeda para ter trocas com dinheiro real mais facilmente.  

3- Transfira o Dash para a sua carteira

Independente da exchange que você usou para comprar , você terá a opção de transferir suas moedas para a carteira.

O que esperar do Dash?

O aumento da criptomoeda tem sido extraordinário, crescendo exponencialmente durante o ano de 2017 e com possibilidade de crescer muito mais em 2018.

Os desenvolvedores  querem transformar a moeda em algo extremamente fácil para os consumidores. Para isso, eles estão trabalhando no Dash Evolution, uma nova criptomoeda que incluirá:

  • Integrações com lojas de aplicativos.
  • Métodos de pagamento simplificados parecidos com o PayPal e o Google Wallet.
  • Nomes de usuário para facilitar as transações.
  • Pagamentos recorrentes.
  • Opção de limpar o histórico de transação.

O Dash Evolution está com lançamento programado para o primeiro semestre de 2018.

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Stellar Lumens: Saiba mais sobre o que é e como funciona

janeiro 11th, 2018 Posted by Altcoins, Reportagens, Tecnologia 0 comments on “Stellar Lumens: Saiba mais sobre o que é e como funciona”

Durante os últimos dias houve bastante foco na moeda Stellar Lumens. Os entusiastas da criptomoeda devem conhecer esta iniciativa pelo nome de “XLM”, por ser assim que ela é chamada em várias exchanges. Porém, parece existir uma certa confusão em relação a como essas moedas foram criadas e como elas devem ser usadas.

Uma visão geral do Stellar Lumens

É interessante notar como estas moedas repentinamente conquistaram tanto interesse conforme seu preço passou a subir. O valor individual por XML subiu espetacularmente em um período muito curto, o que abriu a discussão em relação ao motivo destas moedas existirem. O Lumens é o ativo nativo da rede Stellar, o que muitos entendedores de criptomoedas já devem conhecer.

Para ser mais específico, o Lumens foi criado na rede Stellar, onde eles atuam como uma unidade de moeda eletrônica. Similar ao Bitcoin e outras moedas, um Lumen não possui uma forma física, ainda assim, usuários tem a propriedade digital destes ativos através de uma chave privada. A rede Stellar foi lançada com cerca de 100 bilhões de moedas STR em 2014. A moeda foi renomeada para Lumens em 2015 após uma grande atualização na plataforma.

O processo de renomeação foi feito para evitar confusão. Possuir uma moeda com o mesmo nome da rede pode ser bem confuso. Porém, muitos argumentam que a rede Stellar não precisa de um ativo nativo. Porém, essa é uma ideia errada, já que os Lumens são desenhados para prevenir spam de transações na rede. Além disso, todas as contas do Stellar precisam possuir pelo menos 20 XML no seu saldo.

Ainda mais importante, a ideia por trás do Lumens é que que ela poderá facilitar transações entre várias moedas em algum ponto. A moeda pode ser usada como uma “ponte” entre diferentes tipos de dinheiro eletrônico que não possui mercado direto próprio. Isso agrega mais valor para a rede Stellar, que está ganhando cada vez mais atenção dos investidores e traders de todo o mundo. O resultado desta atenção foi um aumento no valor do XML que está valendo 0.045 dólares cada.

Como é de se esperar em um ativo como esse, existem algumas estatísticas que devem ser levadas em consideração. 5% do total de moedas vão ser mantidas pela equipe por trás do Stellar.org. Parte do suprimento será leiloado de vez em quanto, os primeiros leilões aconteceram em março de 2015.

A grande maioria das moedas será dada para qualquer um que quiser XLM e para quem possui Bitcoins. Qualquer um que tinha Bitcoin em uma exchange em março de 2015 recebeu uma pequena porção do XLM.

Não é difícil entender porque o Stellar Lumens se tornou tão interessante para investidores. A moeda pode ser usada para facilitar transações entre Blockchains, independente de um mercado ativo da ou não. Se isso quer dizer que é bom investir no XLM, não há uma certeza.

Sempre vai existir um mercado para estas moedas, porém, dizer que estes são ativos de especulação é um passo maior que a perna.

 

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Monero: Saiba o que é e como funciona

janeiro 11th, 2018 Posted by Altcoins, Reportagens, Tecnologia 0 comments on “Monero: Saiba o que é e como funciona”

O Que é Monero?

De acordo com o site do Monero: “O Monero é uma moeda segura, privada e impossível de ser rastreada” Algumas pessoas acreditam que esta definição pode ser aplicada também para o Bitcoin, mas não é este o caso em relação a ser privada e não rastreável.  

Monero é uma moeda eletrônica que usa um tipo diferente de criptografia para permitir esses três fatores. Este texto deve ajudar quem está conhecendo o Monero agora a entender mais sobre a moeda e a diferença dela com o Bitcoin.

Comparação

Existe uma desinformação comum de que o Bitcoin é totalmente não rastreável. Porém, em sua essência a premissa do Bitcoin é que todas as suas transações podem ser vistas na Blockchain, que é um livro de registro público. Ênfase em público.

Esta característica é útil por permitir que qualquer um possa verificar que a transação foi feita. Algo que é sempre necessário quando uma entidade precisa ser completamente transparente sobre seus ganhos (Como é o caso do Governo e as ONGs).

Monero é diferente do Bitcoin por focar mais na privacidade da transação. O Monero usa um tipo de tecnologia diferente, garantindo que as transações e a conta de alguém sejam impossíveis de serem rastreadas.  

Se o seu endereço de Bitcoin for compartilhado de forma pública, qualquer um poderá ver o seu balanço e contas com a qual você realizou transações. Apesar dos nomes não serem mostrados explicitamente na Blockchain, é possível descobrir o nome da pessoa com algumas pesquisas, caso ela tenha publicado o endereço na internet alguma vez.

Também não é necessário que a pessoa compartilhe o endereço de forma pública para que outros descubram quem é o dono da conta. Na verdade, apenas fazer a transação com outro endereço já é o suficiente para que pessoas consigam rastrear a conta e descobrir quem é seu dono.

Enquanto algumas organizações que precisam ser transparentes em relação aos seus ganhos e gastos podem querer ter as suas transações explicitas, o mesmo não pode ser dito sobre algumas pessoas ou companhias. Imagine se alguém pudesse ver o saldo e as transações da sua conta bancaria.

Você provavelmente não quer que o mundo inteiro saiba qual é o seu salário e quais os seus gastos habituais. Privacidade financeira é um assunto bem relevante, principalmente depois das várias falhas de segurança nos últimos anos que vazaram informações sobre cartões de crédito.

Você também, provavelmente, não quer que todas as suas compras em qualquer site fiquem registradas na internet de forma pública. O Monero valoriza a proteção deste tipo de informação pessoal e faz com que todas as transações da moeda sejam escondidas do mundo.

Tecnologia

Sem entrar em muitos detalhes nas características técnicas, o jeito que o Monero encontrou para fazer as transações não serem rastreadas é através de uma tecnologia chamada “ring signatures”. Ela basicamente mistura as transações de uma pessoa com de outras para que a informação não seja clara. Ela também esconde o saldo da conta através de endereços furtivos que são contas randômicas que não podem ser associadas publicamente a ninguém.

O Monero também conta com algo chamado “spend key”, que é usado para gastar suas moedas, além de uma “view key” que torna suas informações transparentes para pessoas específicas. Este tipo de transparência opcional pode ser interessante em situações onde uma entidade precisa ser clara sobre estas informações para o recolhimento de impostos, por exemplo.

Esta separação em duas chaves diferentes garante que alguém possa permitir que outra pessoa veja detalhes de uma transação e enquanto esconde os mesmos detalhes de olhares indesejáveis. Fazendo uma analogia com o sistema financeiro atual: A Spend Key seria a conta do banco, necessária para fazer transações, já a View Key seria o extrato que você pode mostrar para alguém.

Time e História

O Monero tem um time de desenvolvedores de sete pessoas. Cinco destas são pseudônimos e apenas duas são conhecidas pelo público: Riccardo Spagni e Francisco Cabañas. O Monero está sempre passando por atualizações, geralmente programadas para cada 6 meses. Cada atualização traz novos recursos e melhorias de segurança.

Estas atualizações constantes forçam o Monero a evoluir e mantêm todo mundo na mesma página, garantindo que existirão atualizações consistentes para o sistema.

Monero foi lançando originalmente por um user do Bitcointalk conhecido por “thankful_for_today” . O primeiro nome foi BitMonero (Bit em referencia de Bitcoin, e Monero que dizer dinheiro em Esperanto).

Em 2016 o crescimento no mercado foi grande para a criptomoeda. E em janeiro de 2017 ela começou a usar o sistema de Rings Signatures. 

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Ethereum- Entenda o que é e como funciona

janeiro 11th, 2018 Posted by Altcoins, Blockchain, Tecnologia 0 comments on “Ethereum- Entenda o que é e como funciona”

Ethereum – O que é?

Antes de entender o Ethereum, é importante entender um pouco mais sobre a internet.

Hoje em dia, nossos dados pessoais, senhas e informações financeiras são guardadas no computador de “outra pessoa”, na já conhecida nuvem. A nuvem são servidores operados por grandes companhias como a Amazon, Facebook ou o Google. Até mesmo este artigo fica na nuvem, guardado nos servidores da empresa de hospedagem do site.

Este tipo de operação é bem conveniente, afinal, você conta com um serviço terceirizado para apoiar você e seus dados em caso de algum problema.

Porém, com a conveniência vem a vulnerabilidade. Como já sabemos, um hacker ou alguma agência do governo pode ganhar acesso aos seus dados e acabar roubando, expondo ou mudando informações importantes.

Brian Bethlendorf, criador do Apache Web Server, chegou a dizer que este modelo centralizado de informação é o “Pecado original” da internet. Os que concordam com Behlendorf dizem que a internet foi criada para ser decentralizada. Atualmente, existem grupos que tentam decentralizar a internet. Este é o caso das comunidades de criptomoeda que utilizam a Blockchain.

Ethereum é uma das mais novas tecnologias a se unir a este movimento

Enquanto o Bitcoin tente ser um substituto do PayPal e dos bancos online, o Ethereum tem um objetivo um pouco maior: Usar a Blockchain para substituir as organizações de armazenamento de dados da Internet. Principalmente as organizações que armazenam dados sobre instrumentos financeiros.

O “Computador do mundo”

De forma rápida, o Ethereum quer se tornar um “Computador Mundial” que pretende decentralizar – e segundo apoiadores, democratizar – o sistema de servidor-cliente existente na internet atual.

Com o Ethereum, servidores da nuvem são substituídos por milhares de nodes, operados por voluntários de todo o mundo. O objetivo é que o Ethereum permitirá a mesma funcionalidade desses servidores para pessoas no mundo todo.

Por exemplo: Quando você entra em uma loja de aplicativo, você vê uma variedade de quadrados representando todo o tipo de app, de bancos eletrônicos até aplicativos de mensagens. Estes apps contam com uma companhia para armazenar seus dados e informações pessoais.

A sua escolha de aplicativos também é governada por terceiros, já que a Apple e o Google mantêm e administram (e até censuram) aplicativos específicos.

O Ethereum, se tudo der certo, retornaria o controle das informações deste tipo de serviço para os donos, assim como os direitos criativos de aplicativos para seus autores.

A ideia é que o controle dos aplicativos e das informações não vão pertencer mais à apenas uma entidade. Assim, não há como algo ser banido ou alterado de forma repentina. Apenas o usuário pode fazer mudanças.

Em teoria, isso combina o controle que as pessoas costumavam ter sobre suas informações com a facilidade de acesso que temos na era digital. Sempre que o autor altera, cria ou apaga informações, todos os nodes da rede fazem a mesma mudança.

Porém, como o sistema não é de ninguém, a rede precisa se manter através de usuários comuns. A rede usa uma moeda chamada ether, um código que é usado para pagar pelo recurso computacional de cada node.

Ou seja, cada node, que é um computador ligado à rede, recebe uma certa quantidade de ether por emprestar seu poder computacional para à rede.

Assim como o Bitcoin, o ether é uma moeda eletrônica. Como o dinheiro e o próprio Bitcoin, o ether não precisa de mediação de nenhuma instituição para aprovar e processar transações.

Porém, ao invés de ser uma criptomoeda para investidores, o ether almeja ser uma “moeda combustível” para os aplicativos da rede decentralizada. Apesar de parecer algo complicado, é possível entender o ether com um exemplo mais concreto.

Vamos imaginar um caderno digital. Para escrever, deletar ou modificar qualquer nota escrita, você precisa pagar um valor em ether para que a rede processe a mudança. O ether, neste caso pode ser considerado como a gasolina, e o quanto de “gasolina” é usado depende de cada transação.

Cada ação custa um montante de “gasolina” que é baseado na necessidade de poder computacional e no tempo exigido para executar a ação. A transação pode custar 500 de “gasolina”, que é pago em ether.

Como um sistema econômico, as regras do ether são mais amplas que outras moedas. Enquanto o Bitcoin tem um limite de 21 milhões de Bitcoins, o ether não possui limite algum.

Do ether existente, 60 milhões já foram comprados por usuários em 2014 através de uma campanha de financiamento coletivo.

Outros 12 milhões foram para a Fundação Ethereum, um grupo de pesquisadores e desenvolvedores que trabalham na tecnologia de ponta-a-ponta. A cada 12 segundos, 5 ethers (ETH, também chamado de Ethereum) são distribuídos para os mineradores que verificam as transações na rede.

18 milhões de ether são minerados por ano. A cada 12 segundos mais ou menos, 5 ethers são criados quando mineradores descobrem um bloco ou um lote de transações.

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Litecoin: Saiba o que é e como funciona!

janeiro 11th, 2018 Posted by Altcoins, Bitcoin, Blockchain, Mineração, Reportagens, Tecnologia 0 comments on “Litecoin: Saiba o que é e como funciona!”

O Litecoin (LTC) é uma criptomoeda descentralizada peer-to-peer (isso é sem intermediários) lançada em outubro de 2011.

A medalha de prata enquanto o Bitcoin é a medalha de ouro.”

O irmão mais novo e menos popular do Bitcoin.

Essas são algumas das frases mais comuns quando ouvimos falar sobre o Litecoin. À primeira vista, o Litecoin não parece ser muito respeitado como as outras moedas que fazem parte do top 10 capitalizações de mercado.

Porém, assim que você começa a entender mais sobre a moeda, o Litecoin apresenta uma aplicação extremamente útil e interessante da blockchain original do Bitcoin.

Por causa de todos os comentários negativos, é fácil acabar ignorando o que o Litecoin realmente é, e quais as suas funções.

As principais informações sobre o Litecoin

Fundado por Charlie Lee, um antigo funcionário do Google. Ele foi uma das primeiras forks do Bitcoin. O seu proposito inicial era solucionar os problemas com gargalo e falta de escalabilidade do Bitcoin, principalmente em relação ao número de transações que podem ser realizadas em um determinado tempo.

A grande vantagem do Litecoin em cima do Bitcoin é que o custo das transações são extremante mais baixas. Ele também é capaz de processar transações até 4x mais rápido do que o Bitcoin.

O Litecoin começou a ganhar atenção durante o seu crescimento explosivo em novembro de 2013, quando o seu preço subiu quase 15x. Esta alta durou pouco tempo e após isso ele flutuou por volta de 4 dólares por cada moeda durante dois anos. Foi apenas em maio de 2017 que ele voltou a ganhar força, durante um período em que virtualmente todas as criptomoedas ganharam força.

O Litecoin também foi relativamente inovador, adotando novas tecnologias como a Segregated Witness (SegWit). Ele também realizou a primeira transação pela Lightning Network, enviando 0.00000001 LTC de Zurich para São Francisco em menos de um segundo.

O irmão mais novo do Bitcoin

Há um motivo para o Litecoin ser tão comparado com o Bitcoin. Tirando algumas pequenas diferenças, o Litecoin tem exatamente o mesmo proposito do Bitcoin. Afinal de contas, ele foi uma das primeiras forks do BTC.

Comparar os dois não apenas faz sentido pela conveniência, mas também ajuda a entender quais são as suas principais diferenças em um nível tecnológico. O Litecoin foi criado para ser usado como uma criptomoeda peer-to-peer e é capaz de fazer o mesmo trabalho que o Bitcoin, porém de forma mais rápida e barata.

Velocidade

O tempo de confirmação de transação é um dos fatores mais importantes para determinar o quão rápido uma moeda eletrônica é adotada. As confirmações do Bitcoin levam cerca de 10 minutos e as vezes podem chegar em altas de 2.500 minutos. Já a rede do Litecoin é capaz de confirmar transações em até 4x menos tempo.

O período de verificação do Litecoin está fixado em 2.5 minutos. Para cada bloco individual confirmado na blockchain do Bitcoin, 4 blocos de mesmo tamanho são confirmados na blockchain do Litecoin.

Custo

O custo de enviar qualquer quantidade de Litecoin é cerca de 0.09 centavos de dólar. Já no Bitcoin, esta taxa fica por volta dos 5 dólares. Esta é uma das grandes vantagens da criptomoeda em relação ao Bitcoin quando o assunto são pequenas transações.

Mineração

Outro objetivo é distribuir poder de hash de forma mais justa do que a rede do Bitcoin. O problema que a altcoin queria corrigir era justamente como o poder de hash do Bitcoin era amplamente distribuído para as mineradoras, grupos de mineradores e empresas especializadas (um grupo muito pequeno e quase que centralizado). O Litecoin tem como objetivo manter a sua descentralização.

A mineração do Litecoin também serve para manter as taxas de transações relativamente baixas por causa do alto número de moedas que podem existir na rede. Enquanto o Bitcoin possui um limite máximo de 21 milhões de moedas, o Litecoin pode chegar a 84 milhões. Isso é importante porque faz com que a mineração seja menos competitiva e quanto mais competitivo a mineração é, mais alta são as taxas de transação.

Enquanto o Bitcoin está quase atingindo um grave estado de escalabilidade por causa das altas taxas de transação, o Litecoin é capaz de processar bloco após bloco sem deixar de ter taxas baixas. Sim, tem mais pessoas usando o Bitcoin do que o Litecoin e a moeda pode, teoricamente, ter problemas com a escabilidade quando ela passar a ser mais popular e apresentar crescimento exponencial, porém, este não é o caso nos dias de hoje.

Ele também usa o hashing Scrypt, um algoritmo que utiliza muito menos poder de processamento do que o SHA256 do Bitcoin. Colocando mais ênfase no uso da RAM, o Litecoin dificulta que apenas uma empresa (ou pequeno grupo de empresas) domine a mineração da moeda.

Outras diferenças fundamentais e não técnicas

Também é importante olhar algumas diferenças na história da origem de cada uma das moedas.

A origem do Bitcoin é relativamente misteriosa. Satoshi Nakamoto, o pseudônimo do criador do Bitcoin, é essencialmente uma lenda e um mito.

Por outro lado, o fundador do Litecoin sempre esteve ao alcance do público e é bem ativo na comunidade. É possível encontrar o Charlie Lee em qualquer rede social, como o Linkedin ou Twitter (@SatoshiLite). Depois de ter saído do Google e ter fundado a criptomoeda, Charlie ainda trabalhou na criação do Coinbase, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo.

Muitos observadores preferem a acessibilidade de Lee e a sua natureza mais aberta ao invés de todo o mistério que envolve Satoshi Nakamoto.

Além disso, é difícil encontrar sinais de complexo de grandiosidade dentro da equipe do Litecoin. A moeda quer apenas tornar as criptomoedas acessíveis e utilizáveis por todo mundo, mesmo que isso queira dizer que ela sempre vai ficar na sombra do Bitcoin.

Então o Litecoin é melhor?

Bom, o fato de que o Litecoin é capaz de garantir a sua legitimidade e usabilidade já é algo a ser valorizado, especialmente em um mundo onde existem mais de 700 altcoins com propósitos dúbios.

O Litecoin também tem uma capitalização de mercado de 3 bilhões de dólares. Essa não é uma marca que é alcançada apenas por pura sorte.

Quando comparado ao Bitcoin (que possui uma capitalização de mercado 33x maior), o Litecoin realmente apresenta vantagens. Como listamos acima, a moeda dá aos seus usuários a possibilidade de transações mais rápidas e mais baratas, além de uma mineração menos centralizada.

Estas vantagens fazem o Litecoin ser uma moeda mais interessante para a maioria das pequenas transações.

Porém, para ser honesto, o Litecoin ainda não alcançou os seus limites por não haver pessoas o suficiente usando ele. Por enquanto, a moeda faz exatamente o que ela foi criada para fazer: Oferecer transações de alta velocidade e a baixo custo de uma maneira que o Bitcoin não pode fazer.

Considerações finais

Atualmente, o Litecoin é simplesmente uma altcoin que conseguiu provar o seu uso e legitimidade como um método de pagamento peer-to-peer descentralizado.

A moeda nunca foi feita para encarar o Bitcoin de frente, mas as suas vantagens tecnológicas apresentam uma certa ameaça. Enquanto ele pode ser teoricamente “melhor” que o Bitcoin, a moeda maior tem a vantagem de ter uma rede muito mais ativa e uma comunidade de usuários muito maior.

O Bitcoin também tem o benefício de ser o nome mais forte no mercado de criptomoeda, enquanto o Litecoin é relativamente obscuro. A maioria das pessoas que entra no mercado das moedas virtuais vão primeiro comprar o Bitcoin e apenas depois eles investem em outras altcoins.

Enquanto a criptomoeda está cumprindo a sua função como deveria, é importante tentar pensar em um futuro onde ele pode ter um aumento de usuários. Por enquanto, não existe muito no que “se segurar” no Litecoin, mas é importante lembrar que pode ser apenas questão de tempo para que a moeda comece a crescer.

Se, e este é um grande SE, o Bitcoin não for capaz de resolver os seus problemas com escalabilidade, o Litecoin vai estar lá para oferecer a mesma utilidade sem precisar pagar taxas muito altas.

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