carteira de investimentos diversificada

Carteira de investimentos diversificada: Como montar a sua

19 de fevereiro de 2018 Escrito por Dicas, Investimentos 0 comentarios em “Carteira de investimentos diversificada: Como montar a sua”
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Existem várias estratégias para assegurar um aumento dos rendimentos e a redução de riscos das aplicações financeiras, e uma delas é criar uma carteira de investimentos diversificada. Essa tática possibilita ganhos financeiros mesmo perante cenários econômicos pessimistas ou crises generalizadas e potencializa o rendimento de todos os seus investimentos.

Além disso, se você deseja ter mais certeza de que conseguirá aumentar seu patrimônio e a qualidade de vida sua e de seus familiares, com certeza utilizar esse método permitirá que você atinja esses objetivos. A diversificação reduz a imprevisibilidade e, consequentemente, maximiza a segurança das aplicações financeiras.

Isso não é uma tarefa excepcionalmente complicada, mas antes de começar a investir é necessário que você entenda toda a lógica por trás dessa tática. Conheça os principais investimentos e elabore um plano para estruturar sua carteira.

O que é uma carteira de investimentos diversificada

Antes de ensiná-lo a diversificar, faz-se necessário entender o conceito de carteira de investimentos. Também chamada de cesta ou portfólio de investimentos, a carteira é o grupo de ativos pertencentes a um investidor, seja ele pessoa física ou jurídica.

Esses ativos podem ser tanto de renda variável, de ações, fundos, criptomoedas etc., quanto de renda fixa, como títulos públicos, privados ou bancários que sejam seguros. Esses investimentos são escolhidos de acordo com o nível da relação risco-segurança que o investidor deseja assumir.

A diversificação da carteira consiste na alocação de investimentos de vários setores, classes e categorias, gerando participação simultânea em diferentes negócios. Trata-se de uma estratégia de administração de risco e maximização de ganhos.

Qual é a importância de diversificar os investimentos

Os investidores iniciantes tendem a buscar os investimentos mais seguros, mesmo que não haja um rendimento satisfatório. No entanto, é importante saber que não existe um investimento que não tenha riscos. Sempre haverá uma chance de você perder o dinheiro aplicado, mesmo que ela seja baixa. É somente com a diversificação que você reduzirá a probabilidade de prejuízo.

Um exemplo prático consiste nas aplicações correlacionadas ao dólar e ao Ibovespa: um cenário de estabilidade econômica, baixo desemprego e inflação estável favorece o Ibovespa, entretanto, isso fará com que os investidores estrangeiros também desejem aplicar seu dinheiro no Brasil, gerando demanda pelo real e queda do dólar.

Se você apenas possui investimentos indexadores no dólar, sofrerá com sua queda. No entanto, caso sua carteira também tenha ativos no Ibovespa, se beneficiará com sua alta. Em uma visão global, você terá um retorno médio do mercado.

Quais são os benefícios de diversificar os investimentos

Os investidores podem pensar que a diversificação não é viável caso desejem assumir grandes riscos ou aplicar somente no ativo mais seguro disponível. Entretanto, há inúmeras outras vantagens providas por essa estratégia. Confira uma explicação pormenorizada de cada uma delas a seguir:

Minimização das perdas

Pela lógica já explicada anteriormente, a diversificação dos investimentos provê mais segurança para suas aplicações. Você terá rentabilidade nas hipóteses de instabilidade política, econômica e até mesmo guerras. Como você deterá ativos que variam conforme vários indexadores e coeficientes, haverá ganhos que compensarão eventuais perdas.

Comodidade

Diversificar investimentos fará com que você detenha ativos adquiridos com diferentes limitações de resgate e prazos de vencimento. Portanto, você poderá liquidá-los antecipadamente em caso de eventual necessidade. Diversos investimentos de longo prazo cobram taxas para a retirada antes da data combinada, portanto não é viável fazê-lo.

Caso ocorra um incidente imprevisível e você precise de um capital urgente, se você tiver apenas um investimento de longo prazo, ficará sem o dinheiro ou arcará com o prejuízo. No entanto, ao ter investimentos de curto prazo, você poderá tranquilamente retirar o capital antes do previsto.

Potencialização dos ganhos

Eventualmente, determinada ação, criptomoeda ou outro ativo de renda variável se beneficiará imensamente com alguma alteração de mercado. Como você terá uma parcela de ativos nesse mercado, também aproveitará dessa oportunidade e será recompensado com um lucro maior do que o esperado.

Como montar uma carteira diversificada com boas opções

Ao montar sua carteira, você não deve escolher investimentos aleatoriamente. Também é essencial que ela reflita sua situação financeira, atenda às suas perspectivas e ao seu perfil de investidor. Além disso, é necessário optar pelos ativos que você entende como funcionam e que exijam um tempo de administração que você tenha disponível.

Confira a seguir quais são os aspectos pessoais que devem ser considerados antes de elaborar sua carteira de investimentos.

Defina seu perfil de investidor

Não há um melhor investimento financeiro, mas aquele que estará de acordo com as suas necessidades. Descobrir seu perfil de investidor consiste em conhecer suas próprias expectativas, considerando sua renda, tolerância a riscos, necessidade de futura liquidação dos ativos e seu conhecimento sobre a área. Conheça cada um dos perfis:

Conservador

O investidor conservador busca o máximo de previsibilidade e segurança, e sempre opta pelos produtos com baixíssimos riscos. Ele prefere investimentos com alta liquidez, baixos retornos e volatilidade, mesmo que isso signifique perder oportunidades de alto retorno — que também podem acarretar em eventuais perdas.

Moderado

Esse investidor almeja uma geração de renda constante, com pouca volatilidade e previsível, mas deseja assumir alguns tipos de riscos, que se resumem aos ativos de curto prazo. Seu objetivo principal é garantir rentabilidade certa a médio e longo prazo.

Balanceado

O investidor balanceado tem a maior parte das suas reservas alocadas nos investimentos de renda fixa, ou seja, ainda prefere a constância e a previsibilidade de receita. No entanto, tolera volatilidades e oscilações a curto e médio prazo, fazendo com que quase metade de sua carteira seja composta de renda variável.

Dinâmico

Seu conhecimento acerca de investimentos é acima da média, e o investidor dinâmico está sempre acompanhando as novidades do mercado e oscilações do cenário econômico. Ele sabe como comprar Bitcoins, ações, operar no mercado futuro entre outros. Seu objetivo é a ampliação do patrimônio no médio prazo, portanto, a maior parte dos seus ativos será de alto e médio risco.

Arrojado

O arrojado é o mais audacioso, pois ele vê os riscos como oportunidades para imensos ganhos financeiros. Dessa forma, seu repertório de ativos é composto pelos mais voláteis e imprevisíveis, mas também são os mais compensatórios.

Outra característica desse perfil consiste na desnecessidade de liquidez imediata e no vasto conhecimento sobre os investimentos. Ele entende como funcionam os índices inflacionários, as moedas estrangeiras, o mercado de ações, entre outras mercâncias de ativos.

Escolha o nível de risco que deseja se comprometer

Após estabelecer seu alinhamento pessoal, você precisa entender como funcionam os riscos dos ativos. Eles podem ser classificados em dois grupos distintos: os riscos diversificáveis e os não diversificáveis.

Os primeiros, também conhecidos como risco de mercado, consistem em perigos que ameaçam somente um ativo de sua carteira. Alguns exemplos são:

  • mudança no setor da economia;
  • greves;
  • nova legislação;
  • mudança na moeda;
  • falência de uma empresa;
  • acidentes em uma indústria.

Já os riscos não diversificáveis são aqueles que sujeitam todos os investimentos de sua carteira, pois impactam a economia e a vida dos cidadãos de forma generalizada. São eles:

  • crises econômicas;
  • crises políticas;
  • inflação;
  • guerras.

Esses últimos geram prejuízos à sua carteira independentemente das suas decisões, portanto, não há como escapar de suas consequências. A melhor solução é calibrar a sua carteira com investimentos de riscos variados, pois você compensará eventuais perdas decorrentes de ameaças não diversificáveis.

Aprenda como identificar os ativos de cada risco a seguir.

Alto risco

Esses investimentos estão atrelados à renda variável cujo retorno não pode ser previsto de forma acurada. Podem ser ações de grandes, médias e até pequenas empresas, mas com grande potencial de valorização futura, criptomoedas, fundos de renda variável entre outros.

É interessante saber que atualmente existe uma tecnologia chamada robôs de investimentos, que automatiza as transações dessa categoria, diminuindo consideravelmente seus riscos.

Médio risco

A volatilidade está presente nesses ativos, mas com pouca intensidade. Parte dos recursos é concentrada em renda fixa, assim existe uma previsibilidade a médio prazo. No entanto, ainda assim há certa variabilidade de renda, sendo possível que, no momento da liquidação, o investidor receba uma quantia maior ou menor do que o esperado.

Baixo risco

Essa categoria de investimentos objetiva proteger o patrimônio do investidor contra mudanças de mercado. Eles possuem baixo retorno e normalmente são projetados para liquidação a longo prazo ou adquiridos com a intenção de assegurar uma renda fixa.

Um exemplo é a aquisição de títulos que atualizam com um índice inflacionário. Essa é uma forma de proteger contra crises geradas pela alta inflação. Outro exemplo é utilizá-los como fundo para uma aquisição futura, como um imóvel.

Quais são as melhores opções de investimentos para ter em uma carteira diversificada

Agora que você possui uma base sólida de como funciona o risco dos investimentos, você está apto a decidir onde vale a pena investir. Abaixo classificamos as principais aplicações em renda fixa e variável e apresentamos uma breve explicação de cada um.

Ativos de renda fixa

São caracterizados pelo conhecimento da rentabilidade antes mesmo de realizar a operação. Aqui não há mistério: você entra com o capital e, após o prazo, recebe a quantia esperada. São eles:

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma entidade do Governo Federal que permite que os cidadãos apliquem dinheiro diretamente nos cofres públicos. O único risco desse investimento consiste na possibilidade do governo quebrar, obrigando o adquirente a vender o título antes do vencimento. São dezenas de títulos disponíveis, que variam de acordo com diferentes taxas e indexadores.

A seguir, expomos uma lista de exemplos de títulos, retirados diretamente do domínio oficial do Tesouro Direto:

  • tesouro IPCA+ (NTNB princ), vencível em 15 de maio de 2014, com rendimentos anuais de 4,88%;
  • tesouro prefixado (LTN), com vencimento em 1 de janeiro de 2023 e taxa de rendimento a 9,69% ao ano;
  • tesouro selic (LFT), com vencimento em 1 de março de 2023, com rendimento anual de 0,04%;
  • tesouro IGPM+ com juros semestrais (NTNC), vencível em 1 de abril de 2021, com taxa anual de 4,16%.

Uma vantagem desse título é a possibilidade de sua venda poder acontecer a qualquer momento. No entanto, é importante saber que há incidência do Imposto de Renda. Os valores são:

  • de 22,5% dos rendimentos para os títulos com vencimento de até 180 dias;
  • de 20% entre 181 e 360 dias;
  • de 17,5% entre 361 e 720 dias;
  • de 15% para os além de 720 dias.

Além da tributação, também há cobrança de uma taxa de custódia pela Bovespa de 0,3% ao ano e outras eventuais taxas de corretoras.

CDB e RDB

Os Certificados de Depósitos Bancários (CDB) e os Recibos de Depósitos Bancários (RDB), são títulos emitidos pelos bancos. A diferença entre eles consiste na possibilidade de negociação, os CDBs podem ser livremente vendidos, enquanto os RDBs não são negociáveis.

Assim como o título anterior, há diferentes modalidades que podem ser escolhidas. Alguns podem ser atrelados à taxa prefixada, pós-fixada ou ao índice inflacionário, e normalmente são emparelhados à taxa CDI — semelhante à Selic.

Seu risco também é baixo, pois está na falência da instituição bancária, mas ainda assim os investimentos de até R$ 250 mil reais são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos. O Imposto de Renda aplicado sobre esses títulos segue os mesmos valores e prazos do Tesouro Direto: entre 15% e 22,5%.

LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito de Agronegócio (LCA) também são títulos bancários. Seu funcionamento é semelhante aos títulos anteriores, e também possuem proteção pelo FGC — mas são isentos do Imposto de Renda.

Eles têm uma carência mínima de 90 dias, um baixo valor para aplicação mínima — a partir de R$ 5 mil reais — e podem oferecer condições para o resgate, portanto, é necessário ficar atento às cláusulas contratuais.

Fundos de investimento de renda fixa

É um conjunto de investimentos com o objetivo de maximizar os rendimentos do capital aplicado. Quando o investidor insere seu dinheiro nesse fundo, ele adquire uma quota, que equivale à sua participação em um aglomerado de ativos.

A quantia que foi aplicada é destinada a diferentes investimentos previsíveis e de renda fixa — tudo é administrado por um profissional com conhecimentos na área. As vantagens são a facilidade de investimento em virtude do valor inicial ser baixo, e a liquidez — é possível solicitar o resgate do dinheiro em um curto prazo e com segurança, pois tudo será gerido por um administrador experiente e capacitado.

Debêntures

São títulos emitidos por empresas. Na prática, você empresta uma quantia para uma organização, recebe um título com vencimento e o valor predeterminado. Nesse caso, você não se torna acionista ou cotista: sua única relação é com o título.

As negociações são feitas diretamente entre a empresa e o investidor. Assim, é comum que eles ofereçam taxas bastante atrativas, como também variados prazos de vencimento. Existe tributação do Imposto de Renda, seguindo o mesmo padrão dos títulos anteriores.

Os riscos aqui são de nível médio, pois estão associados à credibilidade do emitente. Por isso, é necessário realizar uma análise fundamentalista da saúde financeira da empresa. No caso de falência, há preferência do pagamento das debêntures sobre outras obrigações.

Ativos de renda variável

Esses são dotados pela volatilidade do retorno. Os ganhos podem ser mínimos, médios ou grandes. Em alguns casos, trata-se de oportunidades indeclináveis. Por exemplo: determinado ativo está gerando altos lucros no momento, apesar de seu futuro ser incerto.

Confira alguns ativos dessa categoria:

Ações

Basicamente, ações são fatias do capital social de uma empresa. Ao adquiri-las, você se torna proprietário de parte da organização. O investidor é remunerado a partir de uma parte do lucro líquido da companhia, chamada de dividendos.

O risco é alto, visto que seus rendimentos dependem da administração da empresa e da variação do mercado. No entanto, a empresa pode se tornar bem-sucedida em um curto ou longo prazo, fazendo com que o ativo seja altamente recompensador.

Você pode optar por manter o ativo e continuar recebendo dividendos ou vender sua participação, que varia de acordo com o interesse do mercado. Quanto mais procurada for a ação, maior será seu valor.

Fundos de investimento de renda variável

Operam da mesma forma que os fundos explicados anteriormente, mas a maior parte do capital é alocada em aplicações de renda variável. Eles são administrados por gestores contratados ou corretores que buscam os melhores ativos considerando o perfil de seus membros.

É importante saber que colocar seu dinheiro em um fundo de investimentos não é mais seguro do que fazer aplicações por conta própria — ambos os atos são dotados de riscos e podem gerar prejuízos. No entanto, esse investimento se torna vantagem se sua intenção for diversificar a carteira, pois há minimização dos riscos.

Investir em Bitcoin

O Bitcoin é uma moeda completamente virtual que surgiu em 2009. Apesar dela poder ser usada para transações assim como qualquer moeda tradicional, atualmente é um dos meios mais atrativos de investimentos.

Uma das razões consiste na sua rápida valorização. No começo de 2017, seu valor se resumia a poucos dólares, enquanto no final do ano cada unidade chegou a custar R$ 70 mil reais. No entanto, seu grande atrativo consiste no volume de transações diárias, que chega a centenas de milhões.

segurança da moeda é possível graças à tecnologia Blockchain e sua criptografia, que é a codificação por meio de um sistema matemático que torna a invasão de sua arquitetura bastante difícil.

O risco desse investimento consiste na volatilidade de seu valor, que é alterado puramente pelas leis de procura e oferta. O preço da moeda não é controlado por nenhuma entidade ou governo. No entanto, é possível reduzir essa incerteza utilizando uma tecnologia inovadora: um algoritmo que calcula automaticamente os momentos ideais para comprar ou vender suas unidades de Bitcoin.

Apesar da impossibilidade de estipular seu valor futuro, ao utilizar o algoritmo explicado, uma carteira de Bitcoin se torna um investimento interessante para quase todos os perfis de investidores — desde o moderado até o arrojado.

ETFs

Os Exchange Traded Funds (ETFs) consistem em uma cesta de ações que se alteram com determinado índice, como o Ibovespa. Dessa forma, caso o indexador tenha seu valor aumentado, você também lucrará.

Ao adquirir um ativo ETF, você não precisa administrar as ações individualmente nem arcar com pagamentos para comprá-las e vendê-las, pois você estará adquirindo apenas o índice que se altera com elas.

Esse investimento carrega consigo o risco de mercado, ou seja, depende totalmente do quão bem-sucedido será o mercado de forma generalizada, mas é uma excelente aquisição para diversificar sua carteira.

Defina o prazo da aplicação da sua carteira de investimentos

Outro aspecto que deve ser considerado ao montar a sua carteira consiste nos prazos de retorno dos investimentos. Veja uma breve explicação de cada prazo e suas características.

Curto prazo

Envolve os ativos entre duas semanas a dois anos de duração, e deve ser evitado por iniciantes, pois são os investimentos que mais exigem dedicação do investidor. No entanto, nessa categoria ainda existem alternativas mais seguras e de renda fixa, como títulos bancários (CDB, RDB, LCI e LCA) e do Tesouro Direto.

Para aqueles experientes no mercado e com perfil arrojado, Day Trade de Bitcoins ou ações são excelentes opções de curto prazo.

Médio prazo

Consiste nos investimentos cujos prazos lastreiam entre dois e cinco anos. É mais fácil reduzir os riscos nesses investimentos. Assim como o anterior, existem títulos do Tesouro — pré e pós-fixados — e bancários com esses prazos. Fundos de investimento e índices da bolsa podem ser ótimas opções.

Longo prazo

São aqueles com prazos superiores a cinco anos. Todo investidor deve ter um ativo dessa categoria na sua carteira diversificada, pois trata-se de portos de segurança caso os demais ativos não sejam tão bem-sucedidos como esperado.

Debêntures e ações de grandes empresas também se encaixam nessa categoria, pois elas estão consolidadas no mercado e possuem uma baixíssima chance de falência.

Exemplos de carteira de investimentos

Se você leu até aqui, consegue visualizar como seria uma carteira ideal. Neste tópico elaboramos algumas carteiras exemplificativas, mas lembre-se que você não deve simplesmente copiá-las: é necessário levar todos os fatores pessoais e externos, conforme explicado anteriormente.

Carteira entre R$ 10 mil e R$ 50 mil

Não é necessário poupar dinheiro por muito tempo para começar a investir, sendo viável para iniciantes adentrarem no mercado com apenas R$ 10 mil. Nesse valor é recomendável alocar pouco capital na renda variável até adquirir mais recursos posteriormente. Os investimentos podem consistir em:

  • títulos públicos, indexados à Selic (LFT), prefixados (LTN) e indexados à inflação (NTN-Bs);
  • ETF, como BOVA11 (segue a Ibovespa);
  • títulos bancários, como LCI e LCA;
  • algoritmo do Bitcoin, com compra e venda mais segura da moeda.

Carteira entre R$ 50 mil e R$ 100 mil

Uma das recomendações mais eficientes é:

  • títulos públicos, indexados à Selic (LFT) e à inflação (LTN);
  • fundos imobiliários (entre 5 e 10 fundos imobiliários);
  • ETF, com índices de small-caps (ações de baixo valor);
  • Bitcoin (utilização do algoritmo explicado).

Carteira acima de R$ 100 mil

A partir desse valor a diversificação é mais viável — há mais opções de investimentos e as taxas se tornam atrativas. Um grande leque de ações e papéis se abrem para escolha:

  • day trade (compra e venda de Bitcoins e ações);
  • câmbio (dólar ou euro);
  • ações de empresas maiores;
  • ETF de large-cap (grandes empresas);
  • fundos de investimentos (investimento mais seguro);
  • títulos públicos de longo prazo, como tesouro IPCA+ para vários anos.

Montar uma carteira de investimentos diversificada é um requisito básico para alcançar seus sonhos, pois ela permite que você assuma riscos com segurança.

Após a leitura desta publicação, você terá muito mais segurança para fazer com que sua carteira atinja as expectativas, melhorando sua qualidade de vida e aumentando seu patrimônio.

Ficou interessado em saber como opera o Bitcoin e a sua tecnologia inovadora? Entenda aqui o que é Blockchain e como ele funciona!

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