breadwallet carteira digital wallet bitcoin

Breadwallet – Saiba o que é e como usar essa carteira de Bitcoin!

novembro 13th, 2017 Posted by Bitcoin, Carteiras, Dicas 0 comments on “Breadwallet – Saiba o que é e como usar essa carteira de Bitcoin!”

Uma carteira de Bitcoin permite usar a rede de pagamentos da Rede Bitcoin. Assim como uma conta de e-mail é necessário para receber e enviar e-mails, uma carteira Bitcoin é necessária para enviar e receber Bitcoins. A Breadwallet é uma carteira Bitcoin móvel segura, intuitiva e simples para os dispositivos iOS. Ela permite que você armazene com segurança seus Bitcoins, além de enviar ou receber pagamentos através da internet ou pessoalmente. O aplicativo se conecta diretamente à rede Bitcoin, o que significa que não há servidores que podem ser hackeados ou estarem indisponíveis. Seus fundos estão sempre seguros, mesmo que seu telefone seja danificado ou roubado. Configurar a Breadwallet é rápido e fácil, basta seguir o guia abaixo.

Configurando a Breadwallet

Passo 1: Baixando o aplicativo no seu dispositivo iOS

Abra a App Store no seu dispositivo e procure por “Breadwallet“. Toque em “Obter” para iniciar o processo de download e instalação. Assim que o download terminar e o aplicativo estiver instalado, vá para a próxima etapa.

Passo 2: Criando uma nova carteira

Abra o aplicativo recém-instalado. Agora é preciso escolher uma nova carteira. Para criar uma nova carteira, precisamos gerar uma frase de recuperação. Uma frase de recuperação é uma frase de 12 a 15 palavras única para a sua Breadwallet. Se o telefone for danificado ou roubado, você precisará desta frase para recuperar seus fundos.

Nota: Antes de avançar para a próxima etapa, certifique-se que você tem um pedaço de papel e uma caneta por perto.

Clique em “Gerar Frase de Recuperação”

Passo 3: Anote sua frase de recuperação

Esta frase de 12 palavras é a única coisa que pode ajudá-lo a recuperar seus Bitcoins em caso de perda. Certifique-se de escrever ela em um pedaço de papel e armazená-la em um local seguro. Se você tiver muitos Bitcoins, é preciso armazenar este papel com segurança no depósito de um banco ou algum cofre. Depois de escrever a frase, clique no link “Lembrar mais tarde” na parte inferior direita.

Etapa 4: Configurando um PIN de 4 dígitos

Depois de escrever a frase de recuperação, o aplicativo solicitará que você configure um PIN de segurança de 4 dígitos. O PIN deverá ser usado sempre que você enviar Bitcoins, verificar o saldo da carteira ou revisar o histórico de transações. Verifique o PIN recém-definido para finalizar a configuração. Conheça algumas das opções disponíveis na carteira.

Entendendo a sua Nova Carteira

Depois de inserir seu PIN de 4 dígitos, será apresentada uma tela inicial. Nela, haverá as opções de enviar e receber a criptomoeda:

  • Enviar Bitcoin
    • Escanear Código QR
      • Ao selecionar esta opção, podemos digitalizar um código QR gerado por outra carteira ou gateway de pagamento que aceita o Bitcoin.
    • Enviar Bitcoin através de endereço na área de transferência
      • Escolher pagamento através de endereço da área de transferência usará automaticamente o endereço do Bitcoin Wallet que você copiou de outro local. Isso só funcionará se você copiou um endereço da carteira Bitcoin para a área de transferência (CTRL + C).
  • Receber Bitcoin
    • Código QR
      • O código QR pode ser usado como uma maneira rápida e fácil de receber um pagamento. Basta que a pessoa que efetuará o pagamento escaneie o código QR usando a carteira digital dela.
    • Endereço da carteira
      • Este endereço de carteira é um endereço exclusivo para sua Breadwallet. Compartilhe este endereço com pessoas das quais você quer receber um pagamento. Depois de aceitar um pagamento, este endereço não será mais válido e a Breadwallet gerará um novo.
      • Este endereço: Ao tocar em “Este endereço”, você receberá 4 opções para compartilhar seu endereço de carteira. Você pode compartilhar o endereço por mensagem (SMS, iMessage), por Email, copiando para a área de transferência para colar em algum lugar ou por solicitação de quantia.

Histórico de Transações da Breadwallet

O histórico de transações é uma coleção de todos os pagamentos em Bitcoin que sua Breadwallet enviou e recebeu.

Agora você já está pronto para começar a aceitar e mandar Bitcoins através da sua carteira. Lembre-se de manter sua frase de recuperação segura e sempre verificar o endereço para o qual você está enviando Bitcoins.

__

Caso queira investir seus bitcoins, também recomendamos que você conheça o Quantum, a plataforma da Atlas de investimentos automatizados em arbitragem de Bitcoin!

robos de investimento investimentos automatizados robo trader bitcoin

Robôs de Investimento: entenda o que são e como lucrar com eles!

novembro 13th, 2017 Posted by Bitcoin, Investimentos, Reportagens, Tecnologia 0 comments on “Robôs de Investimento: entenda o que são e como lucrar com eles!”

A tecnologia trouxe várias inovações disruptivas ao universo dos investimentos. Uma dessas rupturas são os robôs de investimento. Em linhas gerais, os robôs de investimento estão relacionados ao uso de algoritmos (sequências de ações lógicas) para executar uma operação se um determinado evento, assim como programado pelo desenvolvedor acontecer. Eles podem ser 100% automáticos ou não, deixando para o computador realizar apenas algumas ações especificas enquanto o investidor toma a decisão final.

As grandes companhias de investimentos já utilizam estes algoritmos há décadas anos. Entretanto, nos últimos dez anos, esta tecnologia está se tornando cada vez mais popular entre os investidores pessoas-físicas.

Podemos dividir o investimento automatizado, ou o investimento com robôs em três grandes categorias: o robô investidor ou robô trader, o robô indicador e o robô advisor.

 

O robô trader

É um robô (ou melhor dizendo, algoritmo) que, baseado em alguma estratégia definida pelo usuário, irá executar operações de compra ou venda de um modo 100% automatizado, sem intervenção humana. O contato com o humano acontece apenas durante o desenvolvimento e otimização do sistema.

O robô indicador

Indicadores técnicos são muito comuns no universo dos traders. Com eficácia questionável estes indicadores podem ser inseridos em robôs de investimento e, dado que algum evento especifico aconteceu, como um determinado nível de preços, ou um indicador – ou conjunto de indicadores – atingindo um determinado valor, o sistema envia alertas aos usuários, sem necessariamente enviar uma ordem de compra ou venda ao mercado.

O robô advisor

Este é muito comum nas corretoras de valores. Ele nada mais é do que um conjunto de regras que determina como é o seu perfil de investidor e faz recomendação de quais são os melhores ativos para se investir baseado neste perfil. Dentre os três tipos de robôs de investimento, é o mais simples e serve apenas para direcionar quais os investimentos que devem ser feitos.

 

Vamos entender um pouco mais sobre o robô trader?

Dado o que descrevemos acima, certamente o mais interessante dos três robôs é o robô trader. E para saber mais sobre ele, é preciso entender o que é realmente um algoritmo. Falamos um pouco no começo do artigo e vãos entender melhor agora.

Um algoritmo nada mais é do que uma sequência de ações feitas para atingir um objetivo específico. Todos os dias você executa um algoritmo, da hora que acorda ao momento que vai dormir. E quando você dorme, seu corpo também executa diversos algoritmos. Preparar um suco, se arrumar para ir para o trabalho pela manhã são apenas alguns exemplos. E aquele seu app preferido no smartphone? Um conjunto de algoritmos!

Para deixar ainda mais claro, temos aqui um exemplo:

Algoritmo para ligar para alguém de um celular.

1 – Pegar o celular e abrir o app de chamadas

2 – Eu sei o número da pessoa?

2.1 – Se sim, digite o número

2.2 – Se não, busque pelo número na agenda

3 – Pressione chamar

4 – A pessoa atendeu?

4.1 – Se sim, converse

4.2 – Se não:

4.3 – Era importante?

4.3.1 – Sim, esperar um pouco e ligar novamente em poucos minutos OU deixar uma mensagem

4.3.2 – Não, ligar amanhã

5 – Encerrar a chamada

6 – Guardar o celular

Simples, não?

Existem 3 características que definem o que é um algoritmo válido:

Clareza – Não pode haver ambiguidade. Os passos devem ser claros e diferentes entre si

Entradas e saídas bem definidas – Um algoritmo deve saber o que fazer com os dados que você fornece, não existe a necessidade de informações que não sejam úteis ao algoritmo (não preciso de ovo para fazer um arroz ao forno, ao menos que a receita seja “Arroz com ovo ao forno”). Além disso, ao final das tarefas, sua saída – aquilo que você queria que o algoritmo fizesse – deve ser aquela que você esperava

Fim – Um algoritmo deve ser finito. Não pode ser executado para sempre – ao menos que essa seja a saída da sua tarefa.

Ok, agora que você já tem bem claro o que é e como se constrói um algoritmo, vamos aplicar esse conhecimento ao universo dos robôs de investimento. Uma estratégia bastante popular entre investidores é o rompimento da primeira hora. Após o final da primeira hora de negociação do dia, o investidor espera para comprar se o preço superar a máxima da hora anterior ou vende se o preço cair abaixo da mínima da hora anterior. Em forma simples de algoritmo, essa estratégia fica assim:

  1. Espere o fechamento da primeira hora de negociação
  2. Marque os preços de máxima e mínima daquela hora
  3. Monitore o preço atual:
    1. Se o preço atual for maior que o máximo da hora anterior, compre
    2. Se o preço atual for menor que a mínima da hora anterior, venda
  4. Se estiver comprado ou vendido:
    1. Verifique o preço atual
    2. Se estiver em x% de lucro ou y% de prejuízo, feche a operação
  5. Se não, não faça nada e espere o próximo dia

 

Claro que o algoritmo acima pode ser otimizado em relação ao tempo, ao valor do lucro ou prejuízo ou até mesmo escrito em uma maneira mais eficiente para o computador. Entretanto o objetivo aqui é ser mostrar didaticamente um exemplo de robô trader.

Usando Robôs de Investimento com Bitcoins

Existem outras inúmeras estratégias que podem ser implementadas. Falando especificamente do mercado de Bitcoins uma bem interessante é a chamada arbitragem. Em linhas gerais é a prática de investir na diferença de preço entre dois ou mais mercados. Quando o preço de um mesmo ativo atinge uma combinação de desequilíbrio entre diferentes mercados, o robô que realiza a arbitragem tem como lucro a diferença entre os preços de mercado.

Nesse sentido, a Atlas, uma fintech de investimentos financeiros, desenvolveu o Quantum. O Quantum é um algoritmo que analisa, em tempo real, ofertas de compra e venda de Bitcoin em diversas bolsas de negociação da moeda ao redor do mundo. Quando detecta uma diferença lucrativa nos preços da moeda digital, o sistema envia ordens para comprar o ativo onde ele está mais barato e vender onde está mais caro. O lucro dessas operações é realizado diariamente, com o saldo sendo atualizado na conta dos nossos clientes.

Basicamente, o bitcoin é comprado em exchanges onde ele está mais barato e vendido onde está mais caro. O sistema opera através das bolsas Kraken, BitStamp, BitFinex e Okcoin. A Atlas é pioneira não apenas devido ao desenvolvimento de um sistema de arbitragem automatizada com Bitcoins, mas também por tornar o investimento em algoritmos acessível a qualquer investidor.

Confira mais informações sobre o Quantum aqui!

Blockchain o que e como funciona a blockchain tecnologia do bitcoin

Blockchain: Entenda o que é e como funciona essa tecnologia revolucionária!

novembro 11th, 2017 Posted by Bitcoin, Blockchain, Reportagens, Segurança, Tecnologia 0 comments on “Blockchain: Entenda o que é e como funciona essa tecnologia revolucionária!”

O mundo está, aos poucos, descobrindo o potencial da tecnologia por trás do bitcoin. A blockchain vem sendo cada vez mais demandada para inúmeros projetos, desde bancos e bolsas de valores até grandes corporações.

Mas qual o real valor dessa tecnologia?

Registros imutáveis, transações auditáveis

blockchain é a rede de blocos onde estão registradas todas as transações com o bitcoin. Do início do funcionamento da rede até os dias atuais, todas as transações são mantidas nos blocos da rede (daí vem o nome “blockchain” = cadeia de blocos).

Essa rede de blocos possui duas características principais: pode ser auditada por qualquer pessoa e é praticamente inviolável.

Embora nenhuma transação possua identificações diretas de quem participou dela (como nome, documentos ou e-mail), cada uma delas possui uma assinatura digital, também chamada hash. Essa assinatura é única de cada transação – é impossível haver duas transações com o mesmo hash. Através dela é possível verificar na blockchain quando a operação foi feita, com data e hora completas, de quanto foi a transferência e quais endereços participaram.

Qualquer pessoa pode verificar qualquer transação: basta acessar sites como Blockchain.info ou Blockcypher e digitar o número do hash. Caso ele esteja correto, a transação será verificada.

Além de registrar cada transação da rede, a rede também é extremamente segura. Já vimos no texto sobre mineração, os mineradores garantem a proteção da rede. Isso faz com que as transações confirmadas dentro do blockchain se tornem praticamente irreversíveis: não há possibilidade de realizar estorno de uma compra ou venda em bitcoin, tampouco gastar duas vezes a mesma moeda. Uma vez colocada no bloco, a transação permanece para sempre.

Blockchain para além do bitcoin

Bitcoin e blockchain costumam vir associadas uma com a outra. E, de fato, ambos são inseparáveis; não existe bitcoin sem blockchain, e vice-versa.

Mas o blockchain não tem como uso apenas a transferência de fundos. Embora seja revolucionário, o bitcoin é apenas um token para se usar o blockchain. E a rede tem muito mais utilidades do que transferências.

Imagine a blockchain como um gigantesco livro-razão, daqueles que são usados em cartórios para registros de documentos. Nestes livros, a possibilidade de registro é enorme: imóveis, veículos, marcas, músicas, praticamente tudo pode ser registrado lá. Agora imagine um livro-razão online, auditável por todos, mas extremamente seguro; que não é propriedade de ninguém, mas mesmo assim tem regras; à prova de fraudes, perdas, incêndios, confiscos, falsificações e inundações.

Eis a blockchain!

Ele, dessa forma, pode ser usado como uma forma segura de praticamente qualquer informação. E isso já está acontecendo: uma startup brasileira chamada OriginalMy utiliza a blockchain para realizar registros de determinadas informações, como marcas, obras de arte, músicas e assinatura digital de contratos – e os registros já possuem validade jurídica como prova de autenticidade.

Em Honduras também há um projeto de grande porte com o uso da blockchain. O país está estudando a tecnologia para fazer um registro de propriedades de forma segura e imutável. Isso traz implicações extraordinárias para países cujas leis de proteção à propriedade são frouxas e ineficazes: com um registro imutável, seguro e de fácil auditoria, fica impossível para um governo autoritário realizar confiscos de bens de forma indiscriminada, o que traz uma enorme proteção para a população mais pobre. Além disso, os custos de transação nesses registros são muito mais baixos do que nos cartórios tradicionais, o que novamente beneficia os mais pobres.

Conclusão

O bitcoin é revolucionário? Sem dúvidas. Mas os usos da rede do blockchain são ainda mais fascinantes e revolucionários do que a moeda. E é exatamente isso que levou o bitcoin a ser tão bem aceito nos últimos anos.

Muitos acusam o bitcoin de que a moeda não possui lastro ou segurança. Pois bem, pode-se dizer em resposta que um lastro muito bom é a Blockchain, a rede mais segura, complexa e com maior poder computacional do mundo, com potencial para revolucionar a forma como lidamos com a segurança de bens e ativos.

Mycelium Wallet Bitcoin Carteira de Bitcoins Carteira Mycelium

Mycelium Wallet – Saiba o que é e como usar essa carteira de Bitcoin!

outubro 5th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas 0 comments on “Mycelium Wallet – Saiba o que é e como usar essa carteira de Bitcoin!”

Uma carteira de Bitcoin permite usar a rede de pagamentos da Rede Bitcoin. Assim como uma conta de e-mail é necessário para receber e enviar e-mails, uma carteira Bitcoin é necessária para receber e enviar Bitcoins. A Mycelium Wallet é uma carteira de Bitcoin para iOS e Android, considerada fácil de instalar e recomendada para o uso de Bitcoins no dia a dia. É válido lembrar que, assim como a Mycelium é voltada para o uso constante da moeda, existem outras carteiras de Bitcoin com o propósito diferente de guardar a criptomoeda, mas sem usá-la constantemente. Além disso, também existem no mercado serviços de investimento com Bitcoins, como o Quantum.

Mycelium para iniciantes

Passo 1: Criação da carteira Mycelium

  • Baixe o aplicativo Mycelium Wallet e instale a partir do Google Play ou iTunes (iOS).
  • Abra o aplicativo e escolha “Nova carteira”.
  • Você poderá usar a sua carteira imediatamente. Mas é preciso garantir a segurança do aplicativo.

Passo 2: É necessário fazer backup da carteira Mycelium com as 12 palavras chamadas seed.

  • No canto superior direito, encontre os três quadrados (o menu) e selecione “Backup”.
  • 12 palavras serão exibidas individualmente. Escreva-as em um papel e guarde-o com segurança.

Você não poderá usar métodos de captura de tela, a não ser tirar fotos por um outro dispositivo. Não escreva essas palavras em um e-mail ou em qualquer outro lugar no seu computador. Qualquer pessoa que obtenha acesso às suas 12 palavras pode acessar sua carteira e todos os Bitcoins nela.

Para garantir que as palavras foram escritas corretamente, a Mycelium solicitará que elas sejam inseridas novamente, uma a uma.

Passo 3: o PIN

  • Use um código PIN para evitar que sua carteira seja usada por outras pessoas. Você precisará inserir o código PIN para cada transação.
  • No canto superior direito, vá para o menu e selecione “configurações”. Clique em “Definir código PIN”.
  • Escolha um código PIN e lembre-se dele. Sem o código, você não poderá usar o Bitcoin da carteira. Se você perder este número, a única maneira de acessar moedas é através das palavras de seed.

ATENÇÃO: se você perder sua senha ou perder seu dispositivo, você precisará do seu código PIN para usar Bitcoins. Dito isto, hackers qualificados podem decifrar códigos PIN sem muito esforço. Se isso acontecer não precisa ficar tão preocupado.

Se você perdeu seu código PIN mas guardou as 12 palavras, basta instalar o Mycelium em um dispositivo diferente. Quando o Mycelium for aberto pela primeira vez, ele dará a opção de recuperar uma carteira. Insira suas palavras de seed e transfira suas moedas para outro endereço.

Passo 4: Realizando Transações com a Mycelium

– Receber Bitcoins

Selecione “Receber” na guia do saldo para receber um pagamento. Se você escolher “Valor opcional” é possível solicitar um montante de sua escolha.

Envie ao remetente o seu endereço Bitcoin por:

  • Código QR.
  • Postando seu endereço com a opção “Compartilhar Endereço de Bitcoin ” ou copiando e colando em uma mensagem.

Aguarde os fundos quando eles forem enviados. Na guia “Transações” você pode ver a transação na Blockchain.

ATENÇÃO: Demora cerca de 10 minutos para receber uma confirmação. Você não poderá reenviar esses fundos até que 10 minutos tenham se passado depois do recebimento da primeira confirmação.

– Enviar Bitcoins

Clique em “Enviar” na guia “Saldo” para enviar um pagamento.

Use uma das seguintes opções:

  • A opção mais fácil e rápida: “Scan QR Code”.
  • Encontre e cole o endereço Bitcoin do destinatário que você copiou anteriormente para a sua “Área de transferência”.
  • Selecione “Entrada manual” e digite o endereço Bitcoin do destinatário.

Depois que o endereço foi digitado, digite o valor que deseja enviar ao destinatário, clicando no ícone “Inserir valor”.

Você pode selecionar o tipo de moeda no canto superior direito

ATENÇÃO: Se você estiver fazendo o pagamento on-line, o valor que está sendo enviando pode ser inserido automaticamente ao digitalizar o código QR do comerciante. Nesse caso, evite modificar o montante.

Selecione “OK” para voltar à tela de pagamento após o valor ter sido inserido.

Antes de clicar em “Enviar”, verifique se todos os detalhes estão corretos.

Para confirmar a transação, insira seu código PIN. Pronto, transação feita! Você encontrará detalhes na guia “Transações”.

__________________

Já investe em Bitcoin? Conheça o Quantum, uma plataforma para investimentos automatizados com a moeda. Acesse aqui!

Como poupar dinheiro economizar dinheiro investir em bitcoins comprar bitcoins investimento bitcoin

5 maneiras de poupar dinheiro para começar a investir em bitcoins

outubro 4th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Investimentos 0 comments on “5 maneiras de poupar dinheiro para começar a investir em bitcoins”

Que investir em bitcoins foi um dos principais investimentos de 2017 em termos de lucratividade, todo mundo já sabe. A moeda já subiu mais de 300% do início do ano até agora, e o rendimento fica ainda maior em plataformas de investimento com a moeda, como o Quantum.

Em razão dessa expressiva alta, muitos investidores (principalmente os iniciantes) mostraram receio em comprar a moeda, em parte por acharem que é necessário comprar um bitcoin inteiro para poder começar.

O fato é que, por incrível que pareça, o bitcoin é um dos investimentos mais acessíveis em termos de valores. Por causa da sua alta divisibilidade, é possível comprar frações pequenas de um bitcoin. Mesmo que ele esteja custando 10 mil reais, é possível começar com valores tão pequenos como 100 reais.

E conseguir 100 reais para esse investimento é algo que pode ser feito de maneiras muito simples. Seja economizando uma conta, trocando alguns ativos ou até mesmo via cartão de crédito, veja como conseguir esse dinheiro e entrar como investidor no mundo das criptomoedas.

1) Trocando seu banco por um banco digital

Quem usa serviços bancários sabe das taxas que são contadas em qualquer operação. DOCs e TEDs são os principais exemplos.

Uma alternativa para economizar com isso é trocar sua conta por uma conta digital. Ela não cobra nenhuma operação feita pela internet, o que traz uma enorme redução de custos e, consequentemente, mais economia. Neon, Inter e Next são exemplos de contas digitais.

2) Utilizando serviços de cashback

Serviços de cashback são formas de conseguir um desconto em compras. Com eles, ao invés do valor ser abatido da compra, ele é devolvido em dinheiro para o cliente.

Ou seja: em uma compra de 1000 reais com cashback de 10%, ao invés de pagar 900, o cliente paga os 1000 e recebe 100 reais de volta – e pode gastar como quiser.

Cashback é uma excelente opção para compras em sites que não costumam dar descontos ou para comprar produtos que já estão com desconto, conseguindo assim um benefício em dobro.

3) Comprando à vista para investir em bitcoins

O modo mais conhecido de economizar, comprar à vista, é uma forma de pagar menos por um produto ou serviço – e poder usar a diferença investir em bitcoins.

4) Cancelando a anuidade do seu cartão de crédito

Se você é daqueles que possui cartão de crédito que cobra uma alta anuidade, saiba que existem várias opções no mercado que não cobram esse serviço. Dependendo do cartão que você utiliza, a economia pode chegar a R$300,00 por ano. Dinheiro que, considerando a média de alta anual do bitcoin, tem a possibilidade de no longo prazo crescer consideravelmente se investido na moeda.

Nubank, Digio e Trigg são bons exemplos de opções de cartões sem anuidade.

5) Trocar a TV a cabo por streaming.

Atualmente, vemos cada vez menos pessoas utilizando serviços de TV a cabo, trocando por serviços de streaming, os quais tem conteúdos mais personalizados e por um preço mais acessível.

Digamos que uma pessoa pague R$150,00 em uma TV a cabo. Caso escolha trocar o valor pelo plano de duas telas da Netflix, por exemplo, passará a pagar R$27,90. Economia de mais de 100 reais – a qual pode ser usada para investir em bitcoins.

E aí, o que achou das dicas? Se tiver interesse em saber mais sobre o Bitcoin, você pode baixar o nosso ebook para iniciantes, que contêm informações gerais sobre o que é Bitcoin, como ele funciona e quais as suas vantagens.

A Atlas Project sabe que muitas pessoas têm dúvidas sobre como comprar bitcoins. Por isso, recomendamos a leitura do nosso artigo: Como comprar Bitcoins: confira como conseguir a moeda facilmente.

Para quem já investe em Bitcoin, a Atlas também desenvolveu o Quantum, uma plataforma para investimentos automatizados com Bitcoin. Para mais informações, acesse aqui!

Trump bitcoin blockchain governo dos EUA bitcoins tecnologia

Gestão Trump reafirma interesse em adotar a Tecnologia Blockchain

outubro 2nd, 2017 Posted by Blockchain, Notícias, Tecnologia 0 comments on “Gestão Trump reafirma interesse em adotar a Tecnologia Blockchain”

A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, reafirmou seu compromisso com a futura adoção da tecnologia de Blockchain nas operações do governo, considerando esta tecnologia uma importante estratégia de política. A afirmação foi reiterada por dois funcionários de alto escalão da Casa Branca na conferência Data Transparency 2017 realizada no final de setembro.

Segundo observações feitas na conferência pela funcionária chefe da agência de administração e orçamento dos EUA, Margie Graves, o governo federal está explorando várias capacidades da inteligência artificial avançada e da Blockchain que poderiam beneficiar as operações do governo.

Graves afirmou que a Blockchain ou a tecnologia de contabilidade distribuída (DLT) podem ser usadas para reduzir o desperdício, gastos e incidência de fraude, bem como reforçar as defesas de segurança cibernética do país.

“Esses tipos de tecnologias são sempre algo que devemos explorar. Não quero que meus clientes sejam os últimos a saber ou sejam os últimos a poder aproveitar algumas destas facilidades”, disse Graves.

Enquanto isso, o diretor de iniciativas estratégicas da Casa Branca e o assistente do presidente, Chris Liddel, enfatizaram que o governo federal deveria começar a implementar os padrões de dados fundamentais para posicionar o país como um dos beneficiários do potencial da Blockchain e de outras tecnologias logo nos próximos anos, durante a administração Trump.

“Seja a Blockchain, a inteligência artificial ou talvez uma nova tecnologia que ainda não tenha sido prevista, dados padronizados ajudarão a garantir que o governo permaneça atualizado das últimas tendências da tecnologia”.

Projetos da Blockchain por agências do governo dos EUA

Várias agências governamentais dos EUA, incluindo o Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e a Administração de Serviços Gerais (GSA), já estão usando a Blockchain em algumas de suas operações

O CDC lançou um projeto piloto para o uso da tecnologia durante as operações de socorro em catástrofes, particularmente na vigilância de dados de saúde pública visando a prevenção da disseminação de doenças preventivas e crônicas.

O GSA, entretanto, está investindo em um programa para desenvolver um sistema baseado em Blockchain, que visa substituir o sistema de aquisição Fastlane para projetos de tecnologia da informação.

Aos poucos, cada vez mais empresas e governos percebem o potencial disruptivo da inovadora tecnologia que é a Blockchain.

______

Texto Traduzido de CoinTelegraph.

Gostaria de Entender melhor o que é Bitcoin e Blockchain? Baixe o nosso ebook para Iniciantes com a moeda!

Já investe em Bitcoin? Clique e conheça o Quantum, nossa plataforma de investimentos automatizados com a moeda.

Atlas Project Quantum Investir em Bitcoin Investimento Bitcoin

Entrevista da Atlas Project com o portal Criptomoedas Fácil

outubro 1st, 2017 Posted by Atlas, Bitcoin, Entrevistas, Reportagens 0 comments on “Entrevista da Atlas Project com o portal Criptomoedas Fácil”

No começo de Setembro, o Diretor de Marketing da Atlas Project, Fabrício Sanfelice, foi entrevistado pelo Portal de Informações Criptomoedas Fácil sobre nossa Fintech e nosso principal serviço de investimentos em Bitcoin, o Quantum. Confira abaixo a reportagem na íntegra, postada originalmente aqui.

___

A valorização acumulada do bitcoin no Brasil nos oito primeiros meses de 2017 bateu 390,6%. É inegável que a revolução das criptomoedas veio para ficar.

Assim como o volume de negociações só aumenta, cresce também o número de empresas no mercado, cada uma delas oferecendo uma funcionalidade diferencial e sistemas de negociação, buscando criar uma maior inovação no mercado e, consequentemente, atrair mais clientes. Entre essas empresas, encontra-se a Atlas Project.

A Atlas surgiu em meados de 2016 e passou por diversos estágios de mudança. De uma exchange de nível internacional, passou a atuar em uma forma de investimentos conhecida como Quantum, uma espécie de plataforma de arbitragem entre exchanges, visando adquirir ganhos entre o maior preço de compra e de venda.

Para explicar melhor o funcionamento desse modelo, o Criptomoedas Fácil entrevistou Fabrício Sanfelice, diretor de marketing da empresa. Na entrevista, Fabrício fala mais sobre o modelo de negócio da Atlas Project, das dificuldades (e benefícios) de operar no mercado brasileiro e quais as suas expectativas de crescimento para o futuro.

Criptomoedas Fácil: A Atlas surgiu a partir de qual ideia? Conte um pouco da trajetória da empresa.

Fabrício Sanfelice: Surgiu com a ideia de criar exchanges de bitcoin, de maneira descentralizada, em países periféricos. O foco de início era países africanos, levar a independência financeira que o bitcoin proporciona a quem é pressionado e oprimido com governos autoritários e restritivos.

Acreditamos realmente que a independência financeira podia levar mais liberdade e progresso pra esses locais. Até por isso somos libertários por princípios.

A ideia passou por diversos estágios, das exchanges a fornecimento de serviços descentralizados como justiça, segurança e etc. Mas a dificuldade naquele momento era muito grande e os recursos escassos, por isso acabamos mudando o modelo de negócio e voltando a um produto que estávamos desenvolvendo naquela época, que é o Quantum, que é hoje o nosso foco principal dentro do mercado das criptos.

CF: Como você pode explicar o conceito de Quantum para um leigo? Pelo que vejo, a ideia é desconhecida mesmo por alguns usuários de criptomoedas.

FS: Bom, basicamente desenvolvemos um algoritmo que busca, entre diversas exchanges de bitcoin, os melhores preços de compra e venda da moeda e executa ordens de compra e venda de maneira automatizada, distribuindo lucro com os clientes. Então o cliente deposita seus bitcoins na nossa plataforma e operamos ele nesse nosso sistema de arbitragem e distribuímos os lucros, diariamente, pra cada cliente na proporção do seu investimento. Então basicamente é uma plataforma de investimentos em que os clientes têm a possibilidade de ver a quantidade de bitcoins que eles têm crescendo. Para quem gosta de fazer o buy and hold, é uma opção válida, uma vez que o usuário ganha rendimentos em cima do seu próprio bitcoin, aumentando o saldo dele na criptomoeda.

CF: E como funciona o investimento? Como uma pessoa pode começar?

FS: Pra clientes que já possuem bitcoin, o investimento mínimo é de 300 reais e pra quem ainda não tem, disponibilizamos uma assessoria pra ajudar o cliente a comprar os seus primeiros Satoshis. Nesse caso, o investimento mínimo é de 1 mil reais, mas auxiliamos o cliente em todo o processo de compra e ensinamos pra ele como operar numa exchange, quais as medidas de segurança, como tranferir e sacar bitcoin e etc. Queremos popularizar o uso da moeda e pra isso é muito necessário trazer os termos do mundo das moedas digitais pra algo que seja simples e palpável, por isso fazemos todo esse trabalho.

Também oferecemos a possibilidade do cliente fazer a compra diretamente pela Atlas Project. Assim realizamos a compra do bitcoin pra ele na exchange com a melhor cotação aqui no BR e depositamos já diretamente na conta dele do Quantum. Assim mesmo quem não manja ou não tem interesse em conhecer todos os detalhes do bitcoin pode comprar.

CF: Quais as principais dificuldades que a Atlas Project enfrentou ao fazer a mudança para o modelo Quantum?

FS: É um modelo completamente novo, então explicar o que fazemos e como fazemos é sempre um grande desafio. Mas acho que um dos principais desafios está em gerar confiança. Há muitos scams e golpes rolando com bitcoins no Brasil, aí geralmente as pessoas jogam os bons e os maus negócios no mesmo balaio e tornam tudo mais difícil. Por isso tivemos que buscar uma aceleradora de startups (a WOW) pra nos ajudar a melhorar o nosso trabalho e também mostrar que há investidores conhecidos no mercado que acreditam na Atlas. Fomos selecionados pra investimento em um grupo de mais de 400 empresas, então isso, de uma maneira ou outra, mostra que estamos fazendo o correto.

Também há o desafio regulatório. O governo brasileiro atua como desincentivador do empreendedorismo e da inovação, então acaba que pra mercados novos como é o caso do bitcoin, o desafio fica maior ainda, mas estamos confiantes. O bitcoin vai fazer com o dinheiro o que o email fez com os correios, não tenho dúvida.

CF: Sobre essa parte de scams no ecossistema de bitcoin, qual a preocupação de vocês sobre como isso pode prejudicar a visão do público sobre criptomoedas e sobre a Atlas?

FS: É um deserviço pro ecossistema. Prejudica a imagem e tira o foco dos pontos positivos de independência financeira e utilidade da moeda, além de atrair os olhos dos reguladores como sendo algo prejudicial. O mau uso da tecnologia é culpa das pessoas, não do bitcoin ou de qualquer criptomoeda. O fato de usarem a Internet pra propagar o ódio, por exemplo, não é culpa dela. Pra Atlas Project, apesar de num primeiro momento nos dar um trabalho maior em desvincular a imagem negativa, não vejo como algo que não atrapalhe, nem nenhuma outra empresa que pretenda empreender de maneira seria no ramo. Trabalhamos de maneira séria e focada em fazer o nosso trabalho da melhor maneira possível. Estaremos operando e lidando sempre com os obstáculos, independente do tamanho deles. Acho que quem faz as coisas pelo jeito correto, observando sempre as melhores práticas, ética, transparência e focado no seu produto, os obstáculos são apenas motivadores pra melhorar e se diferenciar da manada.

Para a Atlas, apesar de num primeiro momento nos dar um trabalho maior em desvincular de qualquer imagem negativa, não vejo como algo que atrapalhe a gente ou qualquer pessoa que deseja empreender nesse mercado.

CF: Em qual medida você acha que esses aspectos negativos influenciaram a atitude do governo em discutir a regulamentação do bitcoin nos últimos meses?

FS: Creio que eles baseiem-se sempre pelo pior na hora de discutir qualquer regulamentação. Só ver como foram conduzidas todas as conversas no congresso sobre a regulamentação nesses últimos meses. Eles esperam sempre o pior e, pensando nisso, regulamentam da maneira que acaba sendo a mais restritiva e que acaba, inevitavelmente, matando os novos negócios e favorecendo só quem já é grande e tem capital pra seguir toda a burocracia que eles desejam impor.

CF: Qual o posicionamento da Atlas Project sobre a regulamentação do bitcoin e como isso poderia afetar a empresa?

FS: Somos contra qualquer regulação, somos libertários por princípio. Porém estamos prontos para cooperar com as autoridades para garantir que o Bitcoin não seja utilizado para práticas criminosas.

CF: No passado, grandes exchanges foram vítimas de ataques que ocasionaram perdas de fundos dos clientes. Isso levou a aprimoramentos de segurança e de verificação de contas. Quais os mecanismos que a Atlas usa nesse sentido, tanto para a proteção dos seus clientes quanto para evitar ataques?

FS: Tomamos todas as medidas que são consideradas de padrão de mercado e algumas extras. Fazemos verificação de identidade para questões sensíveis, como troca de senhas ou solicitações de saque. Temos um algoritmo pra identificar e repelir atividades suspeitas, além de já contarmos com uma equipe de 7 desenvolvedores que se dedicam tanto a aprimorar o sistema de arbitragem, quanto em manter a estrutura de segurança da plataforma. Todo a nossa equipe, do time de Marketing aos Diretores e desenvolvedores, são treinados pra usar o máximo de segurança em todas os seus dispositivos e precisam atender padrões mínimos para que tenhamos segurança em 360 graus. Outras medidas extras que tomamos é trabalhar com multi assinaturas pra saques de maior volume, impedindo que haja uma quantia maior de valor exposto a eventuais tentativas de hack. Também efetuamos testes de penetração e estabilidade periódicos para avaliar eventuais pontos críticos e corrigir falhas que possam ser apresentadas.

CF: Já que falamos em equipe, quantas pessoas atualmente trabalham na empresa? E qual o perfil de colaborador que a Atlas Project procura em um mercado ainda pequeno como o de criptomoedas?

FS: Atualmente estamos com 16 pessoas na equipe e contratando mais pessoas pras áreas de desenvolvimento e vendas, preferencialmente. Com a popularização do bitcoin a demanda tem aumentando muito. O perfil é algo que não abrimos mão. Sobre o perfil, ser libertário é quase obrigatório. É estranho pra algumas pessoas, mas no nosso formulário de vagas perguntamos claramente qual deve ser o papel do estado na economia e na sociedade. Quem não tem uma visão livre mercado, no fim não se encaixa muito no que procuramos.

CF: Fale um pouco sobre a forma de trabalho da empresa. Vocês têm sede própria, fazem home-office ou ambos?

FS: Somos pequenos ainda, mas já temos planejado o nosso escritório em São Paulo pra janeiro. Por enquanto a maior parte da equipe é home office ou trabalha em coworkings. A nossa sede jurídica mesmo é em São Paulo, mas por causa do processo de aceleração se dar no Rio Grande do Sul, consideramos a sede operacional em Porto Alegre, onde está a aceleradora WOW.

CF: Falando da WOW, conta um pouco como foi o processo de aceleração da empresa e qual o papel da WOW no crescimento das atividades.

FS: Bom, o papel é essencial no nosso processo. Ter uma aceleradora por trás, ainda mais da qualidade da WOW, é o que nos deu “perna” pra andar mais rápido. Não só pelo investimento financeiro que fizeram na gente, mas principalmente pelo processo de mentoria e por nos transmitirem as dores que uma startup passa. Além disso, eles são um selo que temos pro mercado. Ter uma aceleradora significa: somos uma empresa séria, há pessoas que acreditam muito no nosso trabalho.

CF: Quais os planos da Atlas Project para os próximos anos?

FS: Os nossos planos giram em torno do crescimento da empresa e a divulgação do bitcoin a população em geral. O nosso projeto envolve uma ampla gama de serviços e produtos voltados a utilização e popularização da moeda. E quando falo popularização, digo que queremos que seja realmente a moeda global, queremos que seja o ativo mais utilizado aqui no Brasil e queremos ser responsáveis por essa mudança.

CF: Como vocês enxergam o potencial do mercado de moedas digitais no Brasil e no mundo?

FS: Há muito o que crescer. Com a entrada de grandes investidores no mercado, vejo uma crescente da popularidade e também do preço da moeda. Torço pra que isso venha o mais rápido possível.

Saiba mais sobre o serviço Quantum da Atlas Project, acessando o site: www.quantum.atlasproj.com

Amazon aceitará bitcoins amazon aceita bitcoin amazon bitcoin lojas que aceitam bitcoin

Amazon aceitará Bitcoins, apontam rumores não confirmados

setembro 27th, 2017 Posted by Bitcoin, Notícias 0 comments on “Amazon aceitará Bitcoins, apontam rumores não confirmados”

Há rumores de que a Amazon aceitará Bitcoins como método de pagamento em outubro deste ano. Os rumores surgiram a partir de uma notícia recente feita no squawker.org. Algumas pesquisas indicaram que a empresa teria uma razão financeira para adotar a criptomoeda, mas nenhum anúncio oficial foi feito. Caso o rumor seja verdadeiro, a companhia entrará na longa lista de lojas que aceitam bitcoin.

O artigo do squawker.org fez referência a uma menção no boletim informativo do investidor James Altucher. De acordo com a fonte, Altucher é um comerciante experiente e que muitos acreditam que poderia ter informações antecipadas.

O artigo original diz: “James Altucher é co-fundador de mais de 20 empresas, tem autoria de 11 livros e tem contribuído para várias publicações importantes. Ele é um ex-gestor de hedge funds e um investidor de risco que virou um ativista blogueiro e podcaster. Ele oferece um serviço de envio de atualizações e comentários para e-mails assinantes – de onde foi tirada a informação sobre a Amazon”. A informação em questão foi um comentário de James de que a empresa está trabalhando com pessoas experientes em criptomoedas para “aumentar a inovação e realizar experimentos”. Muitos entenderam a mensagem como um indicativo de que a Amazon aceitará Bitcoins em breve.

Um anúncio como este pode ser apenas especulação, mas não é algo inconcebível. À medida que os varejistas online começam a abraçar o Bitcoin, a Amazon também traçará uma estratégia para não ficar para trás no mercado e para manter seu domínio.

Steve Byrne, CEO da empresa de varejo Overstock, disse: “Eles têm que seguir o exemplo. Eu ficaria surpreso se não o fizerem, porque eles não podem simplesmente ceder essa parte do mercado para nós, se nós somos o único e principal site de varejo que aceita o Bitcoin “.

A mudança também continuaria com uma tendência que começou com a Overstock e incluiu outras empresas de tecnologia de nível empresarial. Um comentário recente dentro de um tutorial da API do Google levou muitos a acreditar que o gigante da internet também começará a aceitar o Bitcoin dentro da Google Store, como o PayPal e outros já o fazem.

No meio deste ano, os usuários do site de vendas pediram que Jeff Bezos, CEO da Amazon, começasse a aceitar a criptomoeda. A mudança pode ocorrer até 26 de outubro, durante a próxima conferência de lucros da empresa.

Porém, vale a pena lembrar que este é apenas um boato (até o momento desta notícia) e a ideia de que a Amazon aceitará bitcoins pode ser rapidamente desmentida. No entanto, é interessante especular sobre as possibilidades da empresa aceitar a criptomoeda e integrá-la às suas formas de pagamento. À medida que a aceitação do Bitcoin e outras moedas virtuais cresce, os varejistas precisarão aderir à progressão a fim de permanecerem relevantes no mercado.

_________

Texto Traduzido e adaptado, com autorização, de CoinTelegraph.

Gostaria de saber mais sobre Bitcoin? Baixe o nosso Ebook para Iniciantes!

Já investe em Bitcoin? Clique e conheça o Quantum, a primeira plataforma de investimentos automatizados com a moeda!

moeda digital bitcoin moedas digitais vantagens usar bitcoin usar bitcoins comprar bitcoin comprar bitcoins

As 10 vantagens de usar a Moeda Digital Bitcoin

setembro 20th, 2017 Posted by Bitcoin, Dicas, Reportagens 0 comments on “As 10 vantagens de usar a Moeda Digital Bitcoin”

A moeda digital Bitcoin está se popularizando cada vez mais, e por diversos motivos: como um meio de pagamento e reserva de valor, a criptomoeda possui diversas vantagens em relação a transações financeiras com reais ou dólares. Confira abaixo as 10 vantagens de usar a moeda digital Bitcoin!

Caso queira saber mais sobre o BTC, baixe o nosso ebook para iniciantes, ou, se já possui a moeda, conheça a nossa plataforma de investimentos automatizados com Bitcoin,  o Quantum!

 1 – Agilidade

As transações com bitcoins são mais rápidas do que outros meios digitais. Em uma transação comum, o envio da criptomoeda de uma carteira digital para outra costuma durar entre 10 e 20 minutos. Para efeitos comparativos, uma transação bancária entre contas de um mesmo banco demora cerca de meia hora, uma transferência TED até uma hora e um envio internacional de dinheiro pode demorar mais de três dias úteis.

 2 – Economia de Custos

As transações com Bitcoins são mais baratas do que aquelas que exigem a necessidade de bancos, operadoras de cartão de crédito ou outros intermediários financeiros. O envio de bitcoins exige o pagamento de uma taxa aos mineradores da rede. O custo da taxa é variável e pode ser escolhida pelo próprio usuário dependendo da sua pressa, porém é possível afirmar que um envio comum custa em média cerca de um dólar, independentemente da quantidade de bitcoins enviados.

Por outro lado, uma simples transferência TED pode custar entre 7 e 15 reais. Uma operadora de cartão de crédito comum cobra tanto a mensalidade do cartão quanto altas taxas para os comerciantes. E se você for viajar para o estrangeiro, prepare-se para gastar bastante com taxas de envio, spread cambial, IOF e outros custos.

Imagine que você queira enviar 1000 reais para um parente ou amigo que mora nos Estados Unidos. Por meios tradicionais, você gastaria pelo menos 10% desse valor com as taxas da operação. Ou seja, enviando o equivalente a 1000 reais, você precisaria desembolsar pelo menos 1100. Por outro lado, usando o bitcoin você pode enviar a mesma quantia gastando não mais do que 3 reais. Ou seja, economizaria 97 reais nas despesas com bancos, operadoras cambiais e outros intermediários.

3 – Sistema Internacional

No sistema bancário tradicional, e especialmente no Brasil, enviar dinheiro para fora do país ou pagar uma despesa internacional costuma ser uma tarefa complicada ou cara, geralmente os dois. Enquanto a economia mundial e as trocas internacionais cresceram largamente nas últimas décadas, o sistema financeiro não se adaptou ao ritmo de mudança.

Felizmente, a rede Bitcoin quebra essas barreiras artificiais e atua em escala global. Eu posso enviar meus bitcoins para qualquer pessoa do mundo pagando as mesmas taxas e demorando o mesmo tempo que se eu fosse enviar a mesma quantidade de bitcoins para o meu vizinho.

Com internet e uma carteira de bitcoins, a distância da outra pessoa, o país dela ou a quantidade transacionada não importam. Não é exagero dizer que comparar uma transação na Blockchain com uma transferência internacional padrão é o mesmo que querer comparar o envio de um e-mail com o envio de uma carta pelos Correios.

4 – Funcionamento Contínuo

Para transações com bitcoins, não existem “dias úteis”. Enquanto existir internet no mundo, é possível enviar a moeda para qualquer um em qualquer dia e a qualquer horário, mesmo se for três da manhã de um domingo de Natal. Por outro lado, o sistema bancário é rígido e atua em horários limitados, seja no atendimento das agências bancárias ou nos horários e dias disponíveis para a realização de envios financeiros.

5 – Segurança

Se você possui saldo em uma conta bancária ou usa um cartão de crédito, a sua segurança financeira depende totalmente da confiança. Você tem que confiar que o banco não irá quebrar ou fraudar os seus clientes, que a operadora do cartão não será hackeada e confiar que o governo não irá congelar ou confiscar os seus ativos financeiros. Infelizmente, a história financeira é repleta de acontecimentos nesse sentido.

Felizmente, o Bitcoin não necessita de confiança em pessoas, bancos, governos ou qualquer outro tipo de intermediário financeiro. Ele funciona com base na criptografia, na descentralização e na matemática. A segurança se baseia no registro público de transações na Blockchain. Como o poder computacional da Rede Bitcoin está descentralizado em vários mineradores, é praticamente impossível hackear o sistema.

6 – A Privacidade da moeda digital Bitcoin

Todos os gastos que você faz com seu cartão de crédito e todas as suas transferências bancárias estão armazenadas em algum servidor de alguma empresa. A má notícia é que essas informações podem ser roubadas, corrompidas, expostas ao público e até mesmo vendidas para criminosos virtuais. Felizmente, graças à segurança criptográfica e descentralização, a privacidade dos usuários da moeda digital bitcoin é bem maior contra pessoas mal-intencionadas.

7 – Informações de pagamento seguras.

Usar um cartão de crédito na internet sempre envolve o risco de roubo de informações confidenciais. Porém, usando bitcoins e tomando os cuidados adequados, é simplesmente impossível que um hacker saiba qual é a chave privada da sua carteira (para mais detalhes sobre carteiras e chaves públicas/privadas, baixe nosso ebook para iniciantes em Bitcoin). Sem a chave privada do seu endereço de bitcoins, ninguém pode usar os seus saldos de maneira indevida.

8 – Proteção contra a Inflação

A quantidade de bitcoins existentes é programada pelo próprio protocolo do sistema, com um limite máximo de 21 milhões de unidades (atualmente existem cerca de 16 milhões de bitcoins em circulação). Em contrapartida, simplesmente não existe um limite para a quantidade de reais, dólares ou outras moedas que pode entrar em circulação.

Quando o Banco Central não toma cuidado e decide adotar políticas monetárias ruins, o resultado costuma ser a criação desenfreada de mais dinheiro, inflação alta e perda do poder de compra. A inflação do Real há dois anos atrás, de mais de 10% em 2015, ou a atual hiperinflação na Venezuela mostram os eventuais perigos de quando a confiança no governo é a única serventia do valor de uma moeda. Por outro lado, o Bitcoin, por causa da sua escassez natural, tende justamente a manter o seu valor ou até mesmo se tornar mais valioso. Por isso, o Bitcoin tem vantagens não apenas como meio de troca, mas também como investimento e reserva de valor.

9 – Popularidade

A cada dia que passa mais pessoas e comerciantes estão utilizando o Bitcoin. Como você pode conferir aqui, é possível comprar inúmeros produtos online e até mesmo fisicamente com a moeda, incluindo mercadorias de grandes empresas como a Dell e a Microsoft. E o melhor: para os comerciantes, a criptomoeda não apenas evita altas taxas de operadoras de cartão de crédito, como também os pagamentos são necessariamente à vista. Por causa disso, é extremamente comum que as compras com a moeda digital Bitcoin tenham um bom desconto no seu preço.

10 – Praticidade

É possível criar uma carteira de bitcoins sozinho e em poucos minutos, sem precisar entregar informações pessoais para desconhecidos. Em contrapartida, a criação de uma conta bancária é um processo que pode demorar vários meses, exigindo uma enorme quantidade de documentos, taxas e comprovantes.

 

Conclusão

Usar Bitcoin não se trata apenas de experimentar uma moeda digital, mas sim de efetivamente participar de uma revolução tecnológica que já está mudando o mundo.

Para saber mais sobre como a moeda digital Bitcoin funciona, como usar e como investir nela, baixe o nosso ebook para iniciantes! Caso já queira adquirir a moeda, leia nosso artigo de como comprar Bitcoin e entre em contato com um dos nossos assessores.

Já possui Bitcoins? Compartilhe o artigo com seus amigos e conheça a nossa plataforma de investimentos automatizados com Bitcoin,  o Quantum!

parar o bitcoin china proibe bitcoin proibir bitcoin

Nenhum governo – nem mesmo o da China – pode parar o Bitcoin

setembro 19th, 2017 Posted by Bitcoin, Reportagens, Tecnologia 0 comments on “Nenhum governo – nem mesmo o da China – pode parar o Bitcoin”

Nas últimas semanas, o mercado de criptomoedas viveu um verdadeiro pânico, resultando em quedas seguidas na cotação do bitcoin e de altcoins em geral. Tudo isso graças a um velho conhecido: a China e suas tentativas de parar o Bitcoin.

O governo chinês decidiu atuar com mais rigor e controle no mercado. Primeiramente, anunciou o bloqueio de todas as operações de lançamento de novas moedas, as ICOs. Alegando a “falta de controle” do mercado e a proteção dos investidores, o lançamento de novas ICOs foi proibido no país, o que, de cara, derrubou o preço de moedas que oferecem plataformas de lançamento de tokens, como a ethereum e waves.

Em seguida, o ataque foi redirecionado para as exchanges de bitcoin chinesas. O órgão de segurança local anunciou que todas as exchanges sediadas no país teriam até o dia 30 de setembro para encerrar as suas atividades, com exceção da Huobi e da Okcoin, cujas licenças foram estendidas até o final de outubro. A primeira empresa a se pronunciar foi a BTCChina, que confirmou o encerramento das operações de venda.

Além disso, a fala de Jamie Dimon, executivo do banco JP Morgan, que afirmou que o bitcoin seria uma “fraude”, comparável à mania das tulipas do século XVII. O efeito foi imediato: a cotação do bitcoin – que tinha chegado a bater 5000 dólares no início do mês – rapidamente derreteu, chegando a encostar nos 3000 dólares. Foi a deixa para que os detratores do bitcoin surgissem com os argumentos de sempre: a moeda “morreu”, é melhor vender tudo ou ficar de fora enquanto é tempo, chegou a hora de parar o Bitcoin, e por aí vai.

Pois bem, alguns dias após esses eventos, vemos que o bitcoin realmente… reviveu! Assim como o Kuririn do desenho Dragon Ball Z, a moeda “morreu” e voltou a se recuperar. Hoje, a cotação já voltou a patamares próximos dos 4000 dólares, a crise chinesa já acabou e as negociações do ativo continuam normalmente. Lembrando que a mesma China chegou a proibir as negociações de bitcoin por alguns meses, em 2013. Mas teve que voltar atrás depois que o aumento das negociações em P2P tirou todo o controle do governo sobre a fiscalização desse dinheiro.

Esse episódio traz uma importante lição: nenhum governo, por mais rico e autoritário que seja, conseguirá proibir totalmente o uso da moeda. O bitcoin é imparável.

O mercado de exchanges

Regulamentar um mercado de crescente inovação como o mercado de criptomoedas quase sempre irá resultar em dois fatores: altos custos e queda de inovação. Nova York é um grande exemplo disso.

Até 2015, a cidade era um verdadeiro polo de inovação em criptomoedas e blockchain. Várias empresas surgiam lá, a concorrência estava forte e ativa e eventos e conferências eram realizados na cidade. Até que entrou em cena Benjamin Lawsky e sua famigerada BitLicense, a qual implantou uma pesada e onerosa regulamentação para as empresas sediadas na cidade. Em consequência, várias delas saíram de cena (se mudando ou fechando as portas) e o mercado local praticamente acabou.

Caminhos opostos foram seguidos por países como Austrália e Japão. O primeiro deles chegou a fazer uma bitributação nas transações com bitcoin, o que levou pessoas a passarem a usar o mercado P2P (onde se negocia diretamente com outras pessoas, sem a necessidade de uma corretora) ou para exchanges de outros países. Em consequência disso, o governo perdeu o controle sobre as negociações com a moeda – que, ironicamente, era o oposto do que eles pretendiam com a regulação. Isso levou a uma nova regulamentação, que agora prevê a ausência de taxação.

O Japão, por sua vez, acabou fazendo a lei considerada a mais amigável para as empresas e o mercado de criptomoedas. Isso, por consequência, transformou o país em um porto seguro para quem desejava se proteger contra as intervenções chinesas, fazendo o país se tornar um dos maiores mercados do mundo.

Não é possível parar o Bitcoin por causa de sua natureza livre

Exchanges podem ser reguladas. Podem ser taxadas, monitoradas, e até mesmo proibidas. Governos exercem um enorme poder sobre essas empresas – e o episódio da China deixou isso bem claro. Porém, quando a análise parte para a moeda em si, podemos afirmar que a lei estatal é totalmente ineficiente em parar o bitcoin. De fato, quase inútil.

O bitcoin foi criado para fugir de qualquer controle estatal. A natureza da moeda, o fato de ser negociada em uma rede onde não há nenhuma identificação direta dos usuários, e também não ser controlada ou ditada por nenhum governo, são fatores que tornam qualquer lei que controle o sistema em uma simples peça de ficção. Não existe um meio de derrubar a rede Bitcoin (a não ser derrubando toda a internet, incluindo redes governamentais), não existe forma de confiscar fundos que estejam em carteiras privadas, tampouco há como fazer políticas monetárias com a moeda (como “programas de estímulo” e outras políticas inflacionárias).

E esse era o principal objetivo de Satoshi Nakamoto ao apresentar seu White Paper e posteriormente criar a moeda: torná-la livre de qualquer alcance de governos. Ele viu a crise de 2008 e sabia muito bem o enorme poder que advém do controle da produção do dinheiro – e que esse poder sempre será usado por poderosos contra o povo. E eis o mote de criação do bitcoin: transferir esse poder para os verdadeiros detentores da moeda.

Além disso, a utilidade do bitcoin vai muito além da moeda. Pelo fato do blockchain ser uma segura e completa rede de registros de transações, ela agrega um enorme valor para pessoas que desejam registrar bens, propriedades ou qualquer outra coisa. E enquanto esses benefícios forem reais e agregarem valor para quem usa, a rede seguirá tendo transações – e o bitcoin seguirá tendo valor.

Conclusão

Governos podem continuar a sua jornada para parar o bitcoin e outras criptomoedas. No entanto, os resultados sempre serão contrários aos pretendidos, por melhores que sejam as intenções dos governantes. Trata-se da fuga, para outros países e regiões, de todo um ecossistema de investimentos, empreendedores, desenvolvedores, inovações e usuários.

Ao invés de seguirem o caminho chinês, os próprios governos podem ter maiores ganhos se seguirem o exemplo do Japão, permitindo o livre mercado e abraçando a tecnologia ao invés de repeli-la. Afinal, os benefícios do bitcoin não apenas vão muito além da moeda em si, como também as poucas experiências de regulamentação tem se mostrado desastrosas.

__________________________________

Gostaria de saber mais sobre Bitcoin? Baixe o nosso ebook para iniciantes!

Já investe em bitcoins? Sabia que existem softwares que realizam operações financeiras automatizadas com a moeda? Confira o Quantum!

Busca

Gostou? Segue aí!

Facebook
Twitter
LinkedIn
Follow by Email
Google+
https://atlasproj.com/pagina-inicial/posts-home/">

Solicite contato de um assessor